<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610</id><updated>2012-03-01T03:21:32.554-08:00</updated><category term='disfuncao eretil'/><category term='impotencia sexual'/><category term='travestis'/><category term='paulo bonanca'/><category term='sexologia'/><category term='vaginismo'/><category term='feminina'/><category term='psicologo'/><category term='compulsao'/><category term='homossexualidade'/><category term='casal'/><category term='terapia'/><category term='gls'/><category term='depressao'/><category term='disfunção eretil'/><category term='sexologo'/><category term='transexuais'/><category term='filho'/><category term='ciumes'/><category term='ejaculacao'/><category term='sensualidade'/><category term='lesbica'/><category term='d'/><category term='sexo anal'/><category term='compulsao sexual'/><category term='bareback'/><category term='familia'/><category term='ejeculacao precoce'/><category term='aids'/><category term='gay'/><category term='penis'/><category term='sexualidade'/><category term='homossexual'/><category term='dificuldades sexuais'/><category term='terceira idade'/><category term='ejaculação precoz'/><category term='soropositivo'/><category term='impotencia'/><category term='ejaculação precoce'/><category term='ejaculacao precoz'/><category term='psicoterapia'/><category term='preservativo'/><category term='patriarcado'/><category term='ejaculacao precoce'/><category term='mito'/><category term='prevencao'/><category term='hiv'/><category term='ciume'/><category term='impotência'/><category term='disfunção sexual'/><title type='text'>Psicólogo Sexólogo Paulo Bonança Copacabana 2236-3899  9783-9766</title><subtitle type='html'>Psicólogo e Sexólogo Paulo Bonança C.R.P05.30190
Psicoterapia e Terapia Sexual
Consultório: Copacabana
telefones: 2236-3899, 9783-9766
www.paulobonanca.com</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>32</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-2528233093376490349</id><published>2012-03-01T03:06:00.003-08:00</published><updated>2012-03-01T03:21:32.564-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='compulsao'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='compulsao sexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>Compulsão sexual</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-KM1u1EXZ4TM/T09aeD28B1I/AAAAAAAAAH0/_ATlYRAvUz0/s1600/compulsao%2Bsexual.png"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 170px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-KM1u1EXZ4TM/T09aeD28B1I/AAAAAAAAAH0/_ATlYRAvUz0/s200/compulsao%2Bsexual.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5714885924634756946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;br /&gt;http://www.claudecy.com.br/saiba-mais-c/sexualidade/compulsao-sexual.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compulsão sexual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a busca e/ou envolvimento exagerado por práticas sexuais diversas, que são percebidas como fora do controle e que causam prejuízos a vida social, familiar, trabalho e saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre essas práticas podemos destacar os seguintes comportamentos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•    Busca cada vez maior por novas parcerias;&lt;br /&gt;•    Masturbação compulsiva;&lt;br /&gt;•    Utilização exagerada por filmes ou literaturas eróticas para esse fim;&lt;br /&gt;•    Uso compulsivo da internet na busca de materiais para a excitação sexual; &lt;br /&gt;•    Com o passar do tempo, a pessoa sente a necessidade de aumentar a frequência das atividades sexuais para obter as mesmas sensações de prazer. Porém, proporcionalmente há o aumenta da angústia. É um mecanismo muito parecido com a dependência química (drogas), na qual a pessoa precisa de cada vez mais para obter o prazer que ele um dia sentiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Problemas decorrente da compulsão sexual:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pessoa com compulsão sexual tem uma relação com o sexo diferente das pessoas que não apresentam esse comportamento. Para quem não tem a compulsão sexual, o sexo, na maioria das vezes é praticado em busca do prazer, complemento da relação, jogos de sedução são partes integrantes no processo de socialização, e contribuem para o desenvolvimento sadio da auto estima. Já quem tem esse problema, pratica o sexo para aliviar um sofrimento. Sentem prazer sim, mas é um prazer muito cego, limitado e assustado. Dura muito pouco. Logo essa pessoa precisará novamente dessa "droga".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo a pessoa tenderá a buscar cada vez mais recursos para saciar sua necessidade, por isso gasta muito do seu tempo útil na busca de pessoas ou situações para se "satisfazer".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa do tempo desprendido as atividade envolvendo o sexo, a pessoa prejudica seu trabalho, se isola cada vez mais do convívio social, familiar, passa a praticar verdadeiras manobras e rituais para manter a busca pelo sexo. Com isso, é muito comum os argumentos (mentiras) em casa para justificar o tempo gasto nessas atividades. No trabalho, com o baixo rendimento é comum a demissão. Assim  a pessoa não consegue enxergar que sua vida está girando em torno do sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A negação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das grandes dificuldades de mensurar a quantidade de pessoas que sofrem de compulsão sexual, é a negação. Como no desenvolvimento desse problema o prazer é algo que permeia a pessoa, é muito difícil para a pessoa envolvida enxergar que atrás desse conjunto de comportamentos sexuais se esconde alguns problemas. Por isso, a negação é, durante muito tempo, o principal argumento dessas pessoas. Somente após perdas significativas como trabalho, família, amigos, saúde... a pessoa começa o processo de reconhecimento de que precisa de ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma mulher de 38 anos, casada, me procurou se queixando do modo como ela se relacionava sexualmente. Dizia que não conseguia parar de pensar em sexo, que fazia altas manobras para vivenciar o prazer sexual. No seu trabalho quase que diariamente ela se ausentava de 1 a 3 vezes para fazer sexo com alguém que acabara de conhecer ou outros já conhecidos. Em casa, frequentemente solicitava serviços delivery, como pizzas, gás, encanadores... e esses eram recebidos por ela na área de serviço e ali mesmo ela praticava sexo com eles, se interessando apenas pelo seu prazer/alívio. Assim que ela atingia o orgasmo, literalmente os expulsava dali. Sempre era tenso. Junto com a angústia e o arrependimento, vinha o pensamentos e estratégias de como faria sexo novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro caso, o de um homem de 40 anos, separado, que se dizia ser bissexual, se queixando de muita ansiedade e angústia. Durante o processo terapêutico ele revelou que já havia perdido o casamento, o trabalho estava muito prejudicado, se afastou dos amigos, sua vida estava muito desorganizada, atolado em dívidas e que ficava de 4 a 8h por dia (horário de trabalho), na busca por encontros para o sexo. Ele fazia sexo em média com 60 pessoas diferentes por mês. Essas relações eram sempre rápidas, vazias e acompanhadas de muita ansiedade. Com essa dinâmica ele não conseguia organizar sua vida, e muito menos compreender os sentimentos que desencadeavam esses comportamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando é o início da compulsão sexual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a OMS, em 1993 é mais comum ter seu início no final da adolescência ou no início da vida adulta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém,  a procura por ajuda costuma ser tardia, quando as consequências negativas para a saúde, trabalho, família e social tornam-se muito evidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num primeiro momento, e isso pode levar anos, a pessoa nega a existência desse problema, o que é uma característica marcante desse problema. Somente quando se sente pressionado a pessoa procura ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os episódios de compulsão sexual, normalmente passam por quatro fases (Carnes, 1989):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.    Fissura: a pessoa fica envolvida com pensamentos sobre sexo, são pensamentos muito fortes e ela procura por sexo em todos os lugares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.    Ritualização: ela desenvolve uma rotina que a conduz ao comportamento sexual. Isso significa, passar por lugares que ofereçam estímulos sexuais, acessar a internet com essa finalidade, tentar seduzir profissionais dos sexo (garotas e programa, travetis...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.    Gratificação sexual: nessa etapa a pessoa já está muito envolvida com o prazer e dificilmente conseguirá parar antes de efetuar o ato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.    Desespero: após o ato a pessoa se sente fraca, com remorso, impotente por não ter conseguido evitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Epidemiologia&lt;br /&gt;De acordo com estudos realizados nos EUA, na década de 80 (Carnes, 1989), apontam que  de 3 a 6% da população americana apresentavam esse comportamento. Porém, com o advento da internet é muito provável que esse número tenha aumentado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, até o momento não temos pesquisas amplas falando dessa prevalência na população brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prevalência é maior nas pessoas do sexo masculino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Causas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pesquisas apontam para fatores multi causal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista neuroquímico, estudos não conclusivos apontam para aspectos relacionados a recaptação da serotonina (Hollander, E. Wong, 1995).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista das causas psicológicas há um leque de fatores que podem causar ou desencadear a compulsão sexual. Dentro desse leque, é comum encontrarmos pessoas com a auto-estima baixa, timidez, sentimentos de inferioridade, de menos valor perante a sociedade. Além disso, muitos apresentam dificuldades de se envolverem num relacionamento afetivo. Todos esses fatores, por exemplo, causam mal estar, sofrimento, angústia e ansiedade. Em algum momento, tais pessoas tiveram contado com alguma sensação que lhes causaram alívio (nesses casos, atividades envolvendo o sexo). Esse alívio representou um reforço positivo, que é um estímulo que leva a pessoa a buscar essa mesma sensação de prazer todas as vezes que ela tiver as sensações ruins, desencadeadas pelos exemplos acima. Desse modo, enquanto os fatores desencadeadores se mantiverem, essas pessoas continuarão se sentindo mal, e por não saberem lidar com essas emoções, voltam a buscar os mesmos recursos para amenizar o mal estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse mesmo mecanismo está presente nas pessoas que também buscam, por exemplo, o álcool, drogas para aliviar essa angústia. As escolhas de cada um dependem de fatores genéticos (predisposição) e de fatores ambientais (a interação da pessoa com o meio em que ela vive).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento pode ser feito em duas linhas de frente: medicamentoso e psicoterapia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro momento é necessário que um profissional (psicólogo e/ou psiquiatra) seja consultado para analisar o caso. Com base nessa análise, o paciente será orientado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem casos de sucessos que foram tratados apenas com a psicoterapia. Outros precisam fazer uso de medicamentos, que inclusive, vão ajudar no processo psicoterapêutico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na psicoterapia, a pessoa aprenderá a reconhecer os fatores que causam a dor, a angústia e o sofrimento. Perceberá também que muito do modo como ela se percebe no meio em que vive, está equivocado. Nesse processo a pessoa perceberá que existem outras maneiras de se ver, se relacionar, se envolver...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a evolução do processo da psicoterapia, a pessoa terá condições de identificar os fatores desencadeadores e a evitá-lo, bem como a se relacionar de modo saudável com as área antes afetadas (família, trabalho, social, relacionamentos...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No tratamento psicoterapêutico, de acordo com a avaliação do profissional, existe a possibilidade de ser tratado numa psicoterapia individual, casal, grupal ou familiar. Esse último, em especial, será muito importante no processo de ajuda na recuperação da pessoa que sofre com compulsão sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;ABDO, C.H.N. (Org.) Sexualidade humana e seus transtornos. 2. ed. São Paulo: Lemos; 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABREU, C. N. de. Manual clínico dos transtornos do controle dos impulsos / Cristiano Nabuco de Abreu, Hermano Tavares, Táki Athanassios Cordás, organizadores.  - Porto Alegre: Artmed. 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARNES, P. Contrary to love: helping the sexual addict. Minneapolis: CompCare: 1989.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HOLLANDER, E.; WONG, C. M. Body Dysmorphic disorder, pathological gambling, and sexual compulsions. Jurnal Clinical Psychiatry, v. 56, suppl. 4, p. 7-12, 1995.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RODRIGUES J., Oswaldo M. Objetos do desejo: das variações sexuais, perversões e desvios. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo, Iglu, 2000.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-2528233093376490349?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/2528233093376490349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=2528233093376490349' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/2528233093376490349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/2528233093376490349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2012/03/compulsao-sexual.html' title='Compulsão sexual'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-KM1u1EXZ4TM/T09aeD28B1I/AAAAAAAAAH0/_ATlYRAvUz0/s72-c/compulsao%2Bsexual.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-6085279645630990431</id><published>2011-08-24T07:06:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T11:11:57.040-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='d'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='disfunção sexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dificuldades sexuais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='disfuncao eretil'/><title type='text'>Entrevista Psicológica</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-r6Gd7G73pAc/TlUHvHzNpXI/AAAAAAAAAHs/Zaryn1qLWCg/s1600/vista.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 132px; height: 77px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-r6Gd7G73pAc/TlUHvHzNpXI/AAAAAAAAAHs/Zaryn1qLWCg/s200/vista.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644426214107882866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Entrevista Psicológica e suas Nuançes&lt;br /&gt;Fonte: http://www.algosobre.com.br/psicologia/a-entrevista-psicologica-e-suas-nuancas.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sobre Psicologia por Valdeci Gonçalves da Silva&lt;br /&gt;valdecipsi@hotmail.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - UM BREVE HISTÓRICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entrevista psicológica sofreu algumas modificações no início do século XIX, quando predominava o modelo médico. Naquela época, Kraepelin usava a entrevista com o objetivo de detalhar o comportamento do paciente, e, assim, poder identificar as síndromes e as doenças específicas que as classificavam segundo a nosografia vigente. Enquanto isso, Meyer, psiquiatra americano, se interessava pelo enfoque psicobiológico (aspectos biológicos, históricos, psicológicos e sociais) do entrevistado. A partir de Hartman e Anna Freud o interesse da entrevista se deslocou para as defesas do paciente. Isto é, a psicanálise  teve sua influência na investigação dos processos psicológicos, sem enfatizar o aspecto diagnóstico, antes valorizado.&lt;br /&gt;Nos anos cinqüenta, Deutsch e Murphy apresentaram sua técnica denominada Análise Associativa que considerava importante registrar não somente o que o paciente dizia, mas, também, em fornecer informações sobre o mesmo. Desse modo, desviou-se o foco sobre o comportamento psicopatológico para o comportamento dinâmico. Ainda nesta década, Sullivan concebeu a entrevista como um fenômeno sociológico, uma díade de interferência mútua. &lt;br /&gt;Após este período, a entrevista e o Aconselhamento Psicológicos se deixaram influenciar, entre outros, por Carl Rogers, cuja abordagem consiste em centrar no paciente. Ou seja, em procurar compreender, de acordo com o seu referencial, significados e componentes emocionais, tendo como base a sua aceitação incondicional por parte do entrevistador. &lt;br /&gt;II - DEFINIÇÃO DE ENTREVISTA PSICOLÓGICA &lt;br /&gt;A entrevista psicológica é um processo bidirecional de interação, entre duas ou mais pessoas com o propósito previamente fixado no qual uma delas, o entrevistador, procura saber o que acontece com a outra, o entrevistado, procurando agir conforme esse conhecimento (WIENS apud NUNES, In: CUNHA, 1993). Enquanto técnica, a entrevista tem seus próprios procedimentos empíricos através dos quais não somente se amplia e se verifica, mas, também, simultaneamente, absorve os conhecimentos científicos disponíveis. Nesse sentido, Bleger (1960) define a entrevista psicológica como sendo “um campo de trabalho no qual se investiga a conduta e a personalidade de seres humanos” (p.21). Uma outra definição caracteriza a entrevista psicológica como sendo “uma forma especial de conversão, um método sistemático para entrar na vida do outro, na sua intimidade” (RIBEIRO, 1988, p.154). Enfim, Gil (1999) compreende a entrevista como uma forma de diálogo assimétrico, em que uma das partes busca coletar dados e a outra se apresenta como fonte de informação (p.117). &lt;br /&gt;A entrevista psicológica pode ser também um processo grupal, isto é, com um ou mais entrevistadores e/ou entrevistados. No entanto, esse instrumento é sempre em função da sua dinâmica, um fenômeno de grupo, mesmo que seja com a participação de um entrevistado e de um entrevistador. &lt;br /&gt;III - OS OBJETIVOS DA ENTREVISTA&lt;br /&gt;Com base nos critérios que objetivaram a entrevista em saúde mental, pode-se classificar a entrevista quanto aos seguintes objetivos: &lt;br /&gt;a) Diagnóstica – Visa estabelecer o diagnóstico e o prognóstico do paciente, bem como as indicações terapêuticas adequadas. Assim, faz-se necessário uma coleta de dados sobre a história do paciente e sua motivação para o tratamento. Quase sempre, a entrevista diagnóstica é parte de um processo mais amplo de avaliação clínica que inclui testagem psicológica; &lt;br /&gt;b) Psicoterápica – Procura colocar em prática estratégia de intervenção psicológica nas diversas abordagens - rogeriana (C. Rogers), jungiana (C. Jung), gestalt (F. Perls), bioenergética (A. Lowen), logoterapia (V. Frankl) e outras -, para acompanhar o paciente, esclarecer suas dificuldades, tentando ajudá-lo à solucionar seus problemas; &lt;br /&gt;c) De Encaminhamento – Logo no início da entrevista, deve ficar claro para o entrevistado, que a mesma tem como objetivo indicar seu tratamento, e que este não será conduzido pelo entrevistador. Devem-se obter informações suficientes para se fazer uma indicação e, ao mesmo tempo evitar que o entrevistado desenvolva um vínculo forte, uma vez que pode dificultar o processo de encaminhar; &lt;br /&gt;d) De Seleção – O entrevistador deve ter um conhecimento prévio do currículo do entrevistado, do perfil do cargo, deve fazer uma sondagem sobre as informações que o candidato tem a respeito da empresa, e destacar os aspectos mais significativos do examinando em relação à vaga pleiteada, etc.; &lt;br /&gt;e) De Desligamento – Identifica os benefícios do tratamento por ocasião da alta do paciente, examina junto com ele os planos da pós-alta ou a necessidade de trabalhar algum problema ainda pendente. Essa entrevista também é utilizada com o funcionário que está deixando a empresa, e tem como o objetivo obter um feedback sobre o ambiente de trabalho, para providenciais intervenções do psicólogo em caso, por exemplo, de alta rotatividade de demissão num determinado setor; &lt;br /&gt;f) De Pesquisa – Investiga temas em áreas das mais diversas ciências, somente se realiza a partir da assinatura do entrevistado ou paciente, do documento: Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (Resolução CNS no 196/96), no qual estará explícita a garantia ao sigilo das suas informações e identificação, e liberdade de continuar ou não no processo. &lt;br /&gt;IV - A SEQUÊNCIA TEMPORAL DAS ENTREVISTAS DIAGNÓSTICAS&lt;br /&gt;Essa seqüência pode ser subdividida em: entrevista inicial; entrevistas subseqüentes e entrevista de devolução, caracterizadas de forma diferente, e mostrando objetivos distintos conforme o momento em que elas ocorram (GOLDER, 2000). &lt;br /&gt;a) Entrevista Inicial &lt;br /&gt;É a primeira entrevista de um processo de psicodiagnóstico. Semidirigida, durante a qual o sujeito fica livre para expor seus problemas. Segundo Fiorini (1987), o empenho do terapeuta nessa primeira entrevista pode ter uma influência decisiva na continuidade ou no abandono do tratamento (p.63). Pinheiro (2004) salienta que a mesma ocorre num certo contexto de relação constantemente negociada. O termo negociação se refere ao posicionamento definido como “um processo discursivo, através do qual [...] são situados numa conversação como participantes observáveis, subjetivamente coerentes em linhas de histórias conjuntamente produzidas”(DAVIES &amp; HARRÉ apud PINHEIRO, 2004, p.186). &lt;br /&gt;Essa entrevista, geralmente, inicia-se com a chamada telefônica de um outro técnico, encaminhando o entrevistado para a avaliação psicodiagnóstica, ou com a chamada do próprio entrevistado. Tem como objetivos discutir expectativas, clarear as metas do trabalho, e colher informações sobre o entrevistado, que não poderiam ser obtidas de outras fontes. As primeiras impressões sobre o entrevistado, sua aparência, comportamento durante a espera, são dados que serão analisados pelo entrevistador, e que podem facilitar o processo de análise do caso. Para Gilliéron (1996), a primeira entrevista deve permitir conhecer: &lt;br /&gt;- O modo de chagada do paciente à consulta (por si mesmo, enviado por alguém ou a conselho de alguém, etc.);&lt;br /&gt;- O tipo de relação que o paciente procura estabelecer com o seu terapeuta;&lt;br /&gt;- As queixas iniciais verbalizadas pelo paciente, em particular a maneira pela qual ele formula seu pedido de ajuda (ou sua ausência de pedido). &lt;br /&gt;A partir dessas impressões e expectativas, entrevistador e entrevistado constroem mutuamente suas transferências, contratransferências, e resistências que foram ativadas bem antes de ocorrer o encontro propriamente dito. Um clima de confiança proporcionado pelo entrevistador facilita que o entrevistando revele seus pensamentos e sentimentos sem tanta defesa, portanto, com menos distorções. No final dessa entrevista devem ficar esclarecidos os seguintes pontos: horários, duração das sessões, honorários, formas de pagamento (quando particular), condições para administrar instrumentos de testagem e para as condições de consulta a terceiros. &lt;br /&gt;b) Entrevistas Subseqüentes &lt;br /&gt;Após a entrevista inicial, em que é obtida uma primeira impressão sobre a pessoa do paciente, esclarecimentos sobre os motivos da procura, e realização do contrato de trabalho de psicodiagnóstico, via de regra são necessários mais alguns encontros. O objetivo das entrevistas subseqüentes é a obtenção de mais dados com riqueza de detalhes sobre a história do entrevistado, tais como: fases do seu desenvolvimento, escolaridade, relações familiares, profissionais, sociais e outros. &lt;br /&gt;c) Entrevista de Devolução ou Devolutiva &lt;br /&gt;No término do psicodiagnóstico, o técnico tem algo a dizer ao entrevistado em relação ao que fundamenta a indicação. Em 1991, Cunha, Freitas e Raymundo (apud NUNES, In: CUNHA, 1993), elaboraram algumas recomendações sobre a entrevista de devolução: &lt;br /&gt;- Após a interpretação dos dados, o entrevistador vai comunicar-lhe em que consiste o psicodiagnóstico, e indicar a terapêutica que julga mais adequada;&lt;br /&gt;- O entrevistador retoma os motivos da consulta, e a maneira como o processo de avaliação foi conduzido;&lt;br /&gt;- A devolução inicia com os aspectos menos comprometidos do paciente, ou seja, menos mobilizadores de ansiedade;&lt;br /&gt;- Deve-se evitar o uso de jargão técnico (expressões própria da ciência circulante entre os profissionais da área, em outras palavras “gíria profissional”), e iniciar por sintoma ligado diretamente à queixa principal;&lt;br /&gt;- A entrevista de devolução deve encerrar com a indicação terapêutica&lt;br /&gt;V - DIFERENÇA ENTRE ENTREVISTA, CONSULTA E ANAMNESE &lt;br /&gt;A técnica da entrevista procede do campo da medicina, e inclui procedimentos semelhantes que não devem ser confundidos e nem superpostos à entrevista psicológica. Consulta não é sinônimo de entrevista. A consulta consiste numa assistência técnica ou profissional que pode ser realizada ou satisfeita, entre as mais diversas modalidades, através da entrevista. A entrevista não é uma anamnese. Esta implica numa compilação de dados preestabelecidos, que permitem fazer uma síntese, seja da situação presente, ou da história de doença e de saúde do indivíduo. Embora, se faça a anamnese com base na utilização correta dos princípios que regem a entrevista, porém, são bem diferenciadas nas suas funções. &lt;br /&gt;Na anamnese,  o paciente é o mediador entre sua vida, sua enfermidade, e o médico. Quando por razões estatísticas ou para cumprir obrigações regulamentares de uma instituição, muitas vezes, ela é feita pelo pessoal de apoio ou auxiliar. A anamnese trabalha com a suposição de que o paciente conhece sua vida e está, portanto, capacitado para fornecer dados sobre a mesma. Enquanto que, a hipótese da entrevista é de que cada ser humano tem organizado a história de sua vida, e um esquema de seu presente, e destes temos que deduzir o que ele não sabe. Ou seja, “o que nos guia numa entrevista, do mesmo modo que em um tratamento, não é a fenomenologia reconhecível, mas o ignorado, a surpresa”(GOLDER, 2000, p.45). Nessa perspectiva, Bleger (1980) compreende que, diferentemente da consulta e da anamnese, a entrevista psicológica tenta o estudo e a utilização do comportamento total do indivíduo em todo o curso da relação estabelecida com o técnico, durante o tempo que essa relação durar (p.12). &lt;br /&gt;A entrevista psicológica funciona como uma situação onde se observa parte da vida do paciente. Mas, nesse contexto não consegue emergir a totalidade do repertório de sua personalidade, uma vez que não pode substituir, e nem excluir outros procedimentos de investigação mais extensos e profundos, a exemplo de um tratamento psicoterápico ou psicanalítico, o qual demanda tempo, e favorece para que possa emergir determinados núcleos da personalidade. Este tipo de assistência, também não pode prescindir da entrevista. Esta que apresenta lacunas, dissociações e contradições que levam alguns pesquisadores a considerá-la um instrumento pouco confiável. Mas, com diz Bleger (1980), essas dissociações e contradições, são inerentes à condição humana, e a entrevista oferece condições para que as mesmas sejam refletidas e trabalhadas. &lt;br /&gt;VI - TIPOS DE ENTREVISTA &lt;br /&gt;Segundo Gil (1999), as entrevistas podem ser classificadas em: informal, focalizada, por pautas e estruturada. &lt;br /&gt;a) Entrevista Informal (livre ou não-estruturada) – É o tipo menos estruturado, e só se distingue da simples conversação porque tem como objetivo básico a coleta de dados. O que se pretende é a obtenção de uma visão geral do problema pesquisado, bem como a identificação de alguns aspectos da personalidade do entrevistado; &lt;br /&gt;b) Entrevista Focalizada (semi-estruturada ou semidirigida) – É tão livre quanto a informal, todavia, enfoca um tema bem específico. Permite ao entrevistado falar livremente sobre o assunto, mas quando este se desvia do tema original o entrevistador deve se esforçar para sua retomada; &lt;br /&gt;c) Entrevista por Pautas (semi-estruturada ou semidirigida) – Apresenta certo grau de estruturação, já que se guia por uma relação de pontos de interesses que o entrevistador vai explorando ao longo do seu curso. As pautas devem ser ordenadas e guardar certa relação entre si. O entrevistador faz poucas perguntas diretas e deixa o entrevistado falar livremente à medida que se refere às pautas assimiladas. Quando este, por ventura, se afasta, o entrevistador intervém de maneira sutil, para preservar a espontaneidade da entrevista; &lt;br /&gt;d) Entrevista Estruturada (fechada) – Desenvolve-se a partir de uma relação fixa de perguntas, cuja ordem e redação permanecem invariável para todos os entrevistados, que geralmente são em grande número. Por possibilitar o tratamento quantitativo dos dados, este tipo de entrevista torna-se o mais adequado para o desenvolvimento de levantamentos sociais. &lt;br /&gt;VII – A ENTREVISTA QUANTO AO SEU REFERENCIAL TEÓRICO &lt;br /&gt;O processo de entrevista é orientado por seu referencial teórico. Aqui serão vistas, em síntese, algumas das perspectivas: &lt;br /&gt;a) Perspectiva Psicanalítica – Tem como base os pressupostos dos conteúdos inconscientes. O entrevistador busca avaliar a motivação inconsciente, o funcionamento psíquico e a organização da personalidade do entrevistado. A entrevista é orientada para a psicodinâmica da estrutura intrapsíquica ou das relações objetais1 e funcionamento interpessoal; &lt;br /&gt;b) Perspectiva Existencial-humanista – Não procura formular um diagnóstico, e sim, verificar se o interesse do indivíduo está auto-realizado ou não. Aqui não existe uma técnica específica de entrevista, estas são consideradas pelos existencialistas como manipulação. O entrevistador reflete o que ouve, pergunta com cuidado, e tenta reconhecer os sentimentos do entrevistado; &lt;br /&gt;c) Perspectiva Fenomenológica – Estuda a influência dos pressupostos e dos preconceitos sobre a mente, e que os acionam ao estruturar a experiência e atribuir-lhe um significado. Além de uma atitude aberta e receptiva, é necessário que o entrevistador atue como observador participante, e que, assim, seja capaz de avaliar criticamente, através de sua experiência clínica e conhecimento teórico, o que está ocorrendo na entrevista. &lt;br /&gt;VII – A ENTREVISTA QUANTO AO SEU MÉTODO &lt;br /&gt;Segundo Ribeiro (1988), a realização da entrevista psicológica segue diferentes enfoques: &lt;br /&gt;a) Psicométrico – O entrevistador faz uso constante de uma série de instrumentos: testes, pesquisas, controle estatístico, etc., predeterminados, enquanto dispositivos para a aquisição de conhecimentos sobre o entrevistado. Nessa situação, dificilmente o entrevistador conseguirá aprofundar a relação, o encontro permanece mais em nível formal e informativo do que espontâneo, criativo e transformador. Isto não quer dizer que seja menos válida ou mais superficial; &lt;br /&gt;b) Psicodinâmico – A relação poderá ser mais aprofundada devido ao fato do entrevistador contar com maior disponibilidade de tempo para questionar o entrevistado, e conduzir a situação de maneira “menos estruturada”. Sua atenção não está no aqui e no agora, ela atende a uma dinâmica de causa-efeito na qual submensagens poderão dificultar a comunicação; &lt;br /&gt;c) Antropológico – Abrange a relação ambiente-organismo na compreensão da comunicação. Qualquer dado será considerado, mas, nem sempre, é possível dizer em que momento ele está e onde será utilizado. Esse tipo de entrevista parece mais complexo, assim sendo, exige mais prática do entrevistador para analisar as informações. &lt;br /&gt;VIII - TÉCNICAS DE ENTREVISTA &lt;br /&gt;Um dos aspectos essenciais da entrevista está na investigação que se realiza durante o seu transcurso. As observações são registradas em função das hipóteses que o entrevistado emite. O entrevistador ordena na seguinte disposição: observação, hipótese e verificação. Uma boa observação consiste, de algum modo, em formular hipóteses que vão sendo reformuladas durante a entrevista em função das observações subseqüentes. No entender de Bleger (1980), o trabalho do psicólogo somente adquire real envergadura e transcendência quando coincidem a investigação e a tarefa profissional, porque estas são as unidades de uma práxis que resguarda a tarefa mais humana: compreender e ajudar os outros. Assim, indagação e atuação, teoria e prática, devem ser manejadas como momentos e aspectos inseparáveis do mesmo processo. &lt;br /&gt;8.1) Segundo Bleger (1980), a entrevista se diferencia de acordo com o beneficiário do resultado: &lt;br /&gt;- A entrevista que se realiza em benefício do entrevistado, a exemplo da consulta psicológica ou psiquiátrica;&lt;br /&gt;- A entrevista cujo objetivo é a pesquisa, valorizando, apenas, o resultado científico da mesma;&lt;br /&gt;- A entrevista que se realiza para terceiro, neste caso, a serviço de uma instituição.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Com exceção do primeiro tipo de entrevista, os demais exigem do entrevistador que desperte interesse ou motive a participação do entrevistado. &lt;br /&gt;8.2) Segundo Gil (1999), as entrevistas podem se dá em duas modalidades: Face a face e por Telefone. A entrevista tradicional tem sido realizada face a face. No entanto, nas últimas décadas vem sendo desenvolvida a entrevista por telefone. &lt;br /&gt;- Principais vantagens da entrevista por telefone, em relação à entrevista pessoal: custos mais baixos; facilidade na seleção da amostra; rapidez; maior aceitação dos moradores das grandes cidades, que temem abrir suas portas para estranhos; facilidade de agendar o momento mais apropriado para a realização da entrevista; &lt;br /&gt;- Limitações da entrevista por telefone: interrupção da entrevista pelo entrevistado; menor quantidade de informações; impossibilidade de descrever as características do entrevistado ou as circunstâncias em que se realizou a entrevista; parcela significativa da população que não dispõe de telefone ou não tem seu nome na lista. &lt;br /&gt;8.3) Segundo Erickson (apud SCHEEFFER, 1977), algumas recomendações devem ser aplicáveis ao processo de entrevista psicológica: &lt;br /&gt;- O entrevistador deve ter o cuidado para não transformar a entrevista numa conversa social. “Como posso ajudá-lo?”, é uma boa maneira de se iniciar uma entrevista;&lt;br /&gt;- O entrevistador não deve completar as frases do entrevistado. Devem-se evitar perguntas que induzam respostas do tipo “sim” ou “não”. Não interromper o fluxo do pensamento do entrevistado, a não ser que ele se perca em idéias que fogem dos tópicos da entrevista;&lt;br /&gt;- A atitude do entrevistador deve ser de aceitação completa das vivências do entrevistado. Não deve haver discussão de pontos de vista;&lt;br /&gt;- As pausas e silêncios são, quase sempre, embaraçosos para o entrevistador. Nesses momentos, possivelmente, o entrevistado está revivendo experiências que não consegue expressar verbalmente. Quando as pausas forem longas, o entrevistador poderá retomar um tópico anterior que estava sendo discutido;&lt;br /&gt;- O tempo de entrevista deve ser marcado, e o entrevistado será comunicado de quanto tempo dispõe. Se necessário, marca-se outra (s) entrevista (s). Deve-se limitar o número de assuntos em cada sessão para não confundir o entrevistado;&lt;br /&gt;- É necessário trocar o pronome pessoal “eu”, pelo uso de expressões2 mais vagas, tais como: “parece que ...”; “parece melhor ...”; etc.;&lt;br /&gt;- Recomenda-se fazer o resumo do que fora discutido em cada final de entrevista. E que o entrevistador faça uma síntese para o entrevistado do que foi abordado na sessão;&lt;br /&gt;- O término da entrevista não deve transformar-se numa conversa social, sem nenhuma relação com os problemas discutidos. Isto pode prejudicar o resultado da entrevista. &lt;br /&gt;8.4) Segundo Foddy (2002), é aconselhável o investigador ou entrevistador: &lt;br /&gt;- Adotar uma atitude comum e casual. Ex. “Por acaso você ...”;&lt;br /&gt;- Empregar a técnica “Kinsey” de olhar os inquiridos bem nos olhos, e colocar a pergunta sem rodeios de modo a que eles tenham dificuldade em mentir;&lt;br /&gt;- Adotar uma aproximação indireta de modo a que os inquiridos forneçam a informação desejada sem terem consciência disso, a exemplo das técnicas projetivas;&lt;br /&gt;- Colocar as perguntas perturbadoras na parte final do questionário ou da entrevista de modo a que as respostas não sofram qualquer conseqüência desse efeito. &lt;br /&gt;8.5) Segundo Gilliéron (1996), pode-se estudar os comportamentos do paciente praticamente em relação a dois eixos: &lt;br /&gt;- A anamnese do sujeito que permite a observação dos comportamentos repetitivos que dão uma idéia exata da sua personalidade: trata-se do ponto de vista histórico;&lt;br /&gt;- A observação do comportamento do paciente quando da primeira entrevista também fornece indicações muito precisas sobre a organização da sua personalidade. &lt;br /&gt;IX – DINÂMICA DA ENTREVISTA &lt;br /&gt;O entrevistador, no seu papel de técnico, não deve expor suas reações e nem sua história de vida. Não deve permitir em ser considerado como um amigo pelo entrevistado e, nem entrar em relação comercial, de amizade ou de qualquer outro benefício que não seja o pagamento dos seus honorários. Para Gilliéron (1996), a investigação repousará: &lt;br /&gt;- Na análise do comportamento do paciente com relação ao enquadre;&lt;br /&gt;- Num modelo preciso suscetível de evidenciar a dinâmica relacional que se estabelece entre o paciente e o terapeuta; modelo de apoio objetal.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O entrevistado deve ser recebido com cordialidade, e não de forma efusiva. Diante de informações prévias fornecidas por outra pessoa, se deixa claro que essas não serão mantidas em reserva. Em função de não abalar a confiança do entrevistado, estas lhe serão comunicadas. A reação contratransferencial deve ser encarada com um dado de análise da entrevista, não se deve atuar diante da rejeição, inveja ou qualquer outro sentimento do entrevistado. As atitudes deste não devem ser “domadas” ou subjugadas, não se trata de querer triunfar e nem se impor perante o mesmo.  Compete ao entrevistador averiguar como essas atitudes funcionam e como o afetam. O grau de repressão do entrevistado, de um certo modo, tem uma relação direta com o nível de repressão do entrevistador. &lt;br /&gt;Necessariamente, o entrevistado que fala muito não traz à tona aspectos relevantes das suas dificuldades. A linguagem que é um meio de transmitir informação, mas poderá ser também uma maneira poderosa de se evitar uma verdadeira comunicação (BLEGER, 1980). Nem sempre, uma carga emocional intensa significa uma evolução no processo. O silêncio é uma expressão não-verbal que muitas vezes comunica bem mais que as palavras. O silêncio é, geralmente, o fantasma do entrevistador iniciante. Ele pode ser também uma tentativa de encobrir a faceta de um momento o qual o sujeito não consegue enfrentar. Castilho (1995) cita uma série de tipos de silêncio que são comuns nas dinâmicas de grupo, mas que também ocorrem, com bastante freqüência, no processo de entrevista, etc. Para ilustrar foram destacados alguns tipos de silêncio: &lt;br /&gt;- Silêncio de Tensão – É a expressão da ansiedade. Facilmente observado através da postura corporal tensa ou inquieta do entrevistado, da sua respiração ofegante, do tamborilar dos dedos, etc.; &lt;br /&gt;- Silêncio de Medo – Deixa o entrevistado petrificado, na sua tentativa de fugir de uma situação psicologicamente ameaçadora. Esse silêncio suscita muita tensão e, como conseqüência, forte descarga psicossomática; &lt;br /&gt;- Silêncio de Reflexão – Surge normalmente após a intervenção do entrevistador, ou logo após um feedback, ou mesmo depois do entrevistador ter passado por algum tipo de vivência. Nele, observa-se a ausência de tensão, há um recolhimento introspectivo de elaboração mental; &lt;br /&gt;- Silêncio de Desinteresse – O indivíduo perde o foco da atenção, camufla resistência, se desinteressa pela situação externa porque interiormente ela o atinge. &lt;br /&gt;9.1) A Ansiedade na Entrevista &lt;br /&gt;A ansiedade é parte da existência humana, todas as pessoas a sentem em grau variado, por vezes consiste em uma resposta adaptativa do organismo (SIERRA, 2003). Para Bion (apud ALMEIDA &amp; WETZEL, 2001), se duas pessoas estão numa sala de análise sem angústia, não está havendo análise (p.272). Calligaris (apud GOLDER, 2000), percebe que em todo encontro, o outro está imediatamente implicado enquanto “semelhante imaginário”, o que se busca primeiro é uma tela, uma espécie de cumplicidade que supõe um sentido comum ao que estamos dizendo(p.151). Desse modo, a ansiedade é um indicativo do desenvolvimento de uma entrevista, e deve ser controlada pelo entrevistador, a sua própria, e a que aparece no entrevistado. &lt;br /&gt;Durante a situação de entrevista, tanto à ansiedade quando os mecanismos de defesa do entrevistado podem aumentar, não somente devido a esse novo contexto externo que ele enfrenta, mas também devido ao perigo, em potencial, daquilo que desconhece em sua  personalidade. O contato direto com seres humanos, coloca o técnico diante da sua própria vida, saúde ou doença, conflitos e frustrações. Considerando que o entrevistador é um agente ativo na investigação, sua ansiedade torna-se um dos fatores mais difíceis de lidar. Em sua tarefa, o psicólogo pode oscilar facilmente entre a ansiedade e o bloqueio, sem que isto o perturbe, desde que possa resolver na medida em que surja. &lt;br /&gt;Toda investigação implica a presença de ansiedade frente ao desconhecido, e o investigador deve ter a capacidade para tolerá-la, assim, poderá manter o controle da situação. Há casos em que o investigador, devido aos seus bloqueios e limitações, se vê oprimido pela ansiedade, e recorre a mecanismos de defesa para se sentir seguro, e assim, elimina a possibilidade de uma investigação eficaz, uma vez que conduz a entrevista de maneira estereotipada. Um outro problema freqüente diz respeito a uma certa compulsão do entrevistador focalizar seu interesse ou encontrar perturbações exatamente na esfera que ele nega os seus próprios conflitos. &lt;br /&gt;A manipulação técnica, de toda ansiedade, deve ser realizada com referência a personalidade do entrevistado, e o nível de timing (sincronização e ajustamento) que se tenha estabelecido na relação. Toda interpretação fora desse contexto implica em agressão ao paciente ou entrevistado. Cabe ao psicólogo saber calar, na proporção inversa da sua vontade compulsiva de interferir. Nessa ótica, Almeida &amp; Wetzel (2001, p.271) dizem que a interpretação algumas vezes vem de um desejo de intervenção com a finalidade de eliminar angústias (perda de continência), instados pela situação e autorizados pelo setting (grifo dos autores). &lt;br /&gt;Segundo Piaget (apud GIL, 1999), o bom entrevistador deve reunir duas qualidades: saber observar (não desviar nada, não esgotar nada); saber buscar (algo de preciso, ter a cada instante uma hipótese de trabalho, uma teoria, verdadeira ou falsa, para controlar) (grifo do autor). Douglas (apud FODDY, 2002) corrobora com essa idéia quando afirma que entrevistar criativamente é ter determinação atendendo ao contexto, em vez de negar, ou não conseguir compreender. O que se passa numa situação de entrevista é determinado pelo processo de perguntas e respostas, a entrevista criativa agarra o imediato, a situação concreta, tenta perceber de que modo esta afetação vai sendo comunicada e, ao compreender esses efeitos, modifica a recepção do entrevistador, aumentando, assim, a descoberta das verdades3. &lt;br /&gt;9.2) Transferência e Contratransferência &lt;br /&gt;a) Transferência &lt;br /&gt;Freud (1914-1969) entende que a transferência é (...) apenas um fragmento da repetição e que a repetição é uma transferência do passado esquecido (...) para todos os aspectos da situação atual (p.166). A transferência é designada pela psicanálise como um processo através do qual os desejos inconscientes se atualizam sobre determinados objetos, num certo tipo de relação estabelecida, eminentemente, no quadro da relação analítica. A repetição de protótipos infantis vividos com um sentimento de atualidade acentuada. Classicamente a transferência é reconhecida como o terreno em que se dá a problemática de um tratamento psicanalítico, pois são a sua instalação, as suas modalidades, a sua interpretação e a sua resolução que as caracteriza (LAPLANCHE &amp; PONTALIS, 2004). &lt;br /&gt;A transferência e a contratransferência são fenômenos que estão presentes em toda relação interpessoal, inclusive na entrevista. Na transferência o entrevistado atribui papéis ao entrevistador, e se comporta em função dos mesmos, transfere situações e modelos para a realidade presente e desconhecida, e tende à configurar esta última como situação já conhecida, repetitiva. No entender de Gori (2002), repetindo transferencialmente, evoca-se a lembrança e é somente por meio da lembrança que temos acesso á história [...] Por meio da transferência é forjado num lugar intermediário entre a vida real e um ensaio de vida, para que o drama humano possa ter um desfecho (p.78). &lt;br /&gt;A articulação do conceito de “momento sensível”(grifo da autora) passa pelo  posicionamento do terapeuta. Esse instante preciso determina os mecanismos que instalam a transferência. Com efeito, é o momento em que uma relação de trabalho se torna possível. A abertura ao outro, a espera de ajuda vinda do exterior é forte e expõe o paciente tanto ao melhor quanto ao pior dessa interação (GOLDER, 2000). &lt;br /&gt;Nessa perspectiva, Gilliéron (1996) diz que todo paciente procura obter alguma coisa do terapeuta. Ele não busca apenas a cura de um sintoma, mas também certa qualidade de relação (p.14). O entrevistado revela aspectos irracionais ou imaturos de sua personalidade, seu grau de dependência, sua onipotência e seu pensamento mágico. As transferências negativas e positivas podem coexistir num mesmo processo, embora, quase sempre com predomínio relativo, estável ou alterado, de uma delas. Segundo Sang (2001), é a situação analítica e não a sua pessoa o que levou a paciente a se apaixonar por ele, isto é, que o amor de transferência é essencialmente impessoal. [...] o analista não deve nem reprimir nem satisfazer as pretensões amorosas da paciente. Deve sim, tratá-las como algo irreal (pp.319-20). No que é confirmado por Yalom (2006), quando diz que os sentimentos que surgem na situação terapêutica geralmente pertencem mais ao papel que à pessoa, é um equívoco tomar a adoração transferencial como um sinal de sua atratividade ou charme pessoal irresistível (p.175). &lt;br /&gt;b) Contratransferência &lt;br /&gt;Na contratransferência emerge do entrevistador reações que se originam do campo psicológico em que se estrutura a entrevista. Porém, se constitui, quando bem conduzida, num indício de grande significação e valor para orientar o entrevistador no estudo que realiza. Seu manejo requer preparação, experiência e um alto grau de equilíbrio mental, para que possa ser utilizada com validade e eficiência. Na contratransferência, salienta Gilliéron (1996), as emoções vividas pelo analista são consideradas reativas às do paciente, vinculando-se, portanto, ao passado deste último, e não dizendo respeito diretamente à pessoa do analista. &lt;br /&gt;Manfredi (apud ZASLAVSKY &amp; SANTOS, 2005, p.296), distingue cinco tendências de abordagens desta questão: &lt;br /&gt;1 - A contratransferência não é mais considerada como uma criação unicamente do paciente, por ignorar a transferência do analista;&lt;br /&gt;2 - É problemático diferenciar a contratransferência normal da patológica (os dados á disposição do analista não permitem, quase sempre, uma diferenciação); &lt;br /&gt;3 - A tolerância à contratransferência já seria suficiente, dada, aqui, a dificuldade da diferenciação dos sentimentos envolvidos na dupla;&lt;br /&gt;4 - Devia-se, mais sábia e humildemente, fazer também a rota inversa: procurar no paciente, e não só procurar no analista;&lt;br /&gt;5 - A questão do confessar ou não, ou confessar/revelar até quando/quanto, os sentimentos contratransferenciais despertados. &lt;br /&gt;X – CONSIDERAÇÕES FINAIS &lt;br /&gt;Para que o instrumento Entrevista Psicológica, de fato, se efetive como auxiliar no trabalho do psicólogo, não é o bastante a sua compreensão ou domínio teórico e técnico que fundamenta e norteia sua prática, mas também de experiências que são adquiridas em rollyplays através de estágio, supervisão; laboratório ou oficinas de sensibilidade. É preciso desenvolver a sensibilidade para entrevistar, aprender ser empático, saber lidar com a própria subjetividade e com a subjetividade do outro (entrevistando), facilitando assim que seu universo, um tanto livre das “ameaças”, se descortine. O entrevistador precisa adquirir à habilidade da “dissociação instrumental”, e ser capaz de adentrar esse universo, sem juízo de valor, sem preconceito, para que assim possa estar com o Outro, conhecer, não temer, se perder e se achar e, finalmente, voltar à realidade do contexto. E agora, de posse de sua bagagem técnica tecer suas observações, ponderações e considerações, de modo axiomático, considerado que a utópica da neutralidade sempre deverá ser perseguida. Os princípios éticos serão avivados em cada encontro, e nenhum instrumento poderá adquirir uma aura de prevalência sobre a pessoa do entrevistado, que é mais importante e assim deve ser respeitado. O que não significa ser “meloso”, por demais solicito, muito menos autoritário. O entrevistador deve habilitar-se em se inscrever na virtualidade da distância e proximidades ótimas que o trabalho possa fluir. Ser a pessoa na figura do profissional imbuído da intenção singular de realizar uma atividade sem perder sua essência humana. Nesse investida, é fundamental que o profissional se “conheça”, e que faça de rotineiras as reflexões sobre suas atitudes, postura e comportamento, bem como de que tenha também flexibilidade em reformulá-los, quando a necessidade aponte. Muito do trabalho do psicólogo certamente vem em conseqüência do auto “mergulho” que lhe dará a base na qual se apóiam à sua atuação e intervenção com toda transparência. &lt;br /&gt;NOTAS &lt;br /&gt;1 - Expressão usada na psicanálise para designar o modo de relação do sujeito com seu mundo, relação que é resultado complexo e total de uma determinada organização da personalidade, de uma apreensão mais ou menos fantasística dos objetos e de certos tipos de defesa (LAPLANCHE &amp; PONTALIS, 2004).&lt;br /&gt;2 - Yalom (2006), diz que os terapeutas têm jeitinhos ardilosos, e se pergunta o que os terapeutas fariam sem recorrer ao recurso do “eu me pergunto”? “Eu me pergunto o que o impede de agir em relação a uma decisão que parece que você já tomou”.&lt;br /&gt;3 - Para Nietzsche, “Não existe verdade, só existe interpretação” (apud YALOM, 2006).&lt;br /&gt;XI - REFERÊNCIAS &lt;br /&gt;ALMEIDA, R. M. F &amp; WETZEL, S. G. Quando o esperar é um à-toa muito ativo: apreensão dos fenômenos emocionais na relação mãe-bebê, no observador e no pequeno grupo de discussão. Revista ALTER (SPB). Origens: mente e psicanálise. v. XX, Brasília-DF, n. 2, dez de 2001.&lt;br /&gt;BLEGER, José. Temas de psicologia: entrevista e grupos. Trad. Rita M. de Moraes. São Paulo: Martins Fontes, 1980.&lt;br /&gt;CASTILHO, Áurea. A dinâmica do trabalho de grupo. 2 ed. Rio de Janeiro: Qualitymark ed, 1995.&lt;br /&gt;CUNHA, Jurema Alcides e cols. Psicodiagnóstico-R. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.&lt;br /&gt;FIORINI, Hector J. Teoria e técnica de psicoterapias. Trad. Carlos Sussekind. 7 ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1987.&lt;br /&gt;FODDY, William. Como Perguntar: Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários. 2 ed. Trad. Luís Campos. Oeiras-PT: Celta, 2002.&lt;br /&gt;FREUD, Sigmund (1914).  Repetir, recordar e elaborar. Trad. J.O.A. Abreu. v. XII. Rio de Janeiro: Imago, 1969.&lt;br /&gt;GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999.&lt;br /&gt;GILLIÉRON, Edmond. A primeira entrevista em psicoterapia. Trad. M. S. Gonçalves &amp; A. U. Sobral. São Paulo: Loyola, 1996.&lt;br /&gt;GORI, C. Andréa. Forças Indômitas: considerações teóricas sobre a transferência em um fragmento de ópera. Revista Psicanálise e Universidade, n. 16, São Paulo, abr de 2002.&lt;br /&gt;GOLDER, E. M. Clínica da primeira entrevista. Trad. P. Abreu. Rio de Janeiro: Zahar, 2000.&lt;br /&gt;LAPLANCHE &amp; PONTALIS. Vocabulário da psicanálise. 4 ed. Trad. P. Tamen. São Paulo: Martins Fontes, 2004.&lt;br /&gt;PINHEIRO, O. G. Entrevista: uma prática discursiva. In: Práticas discursivas e produção no cotidiano: aproximações teóricas e metodológicas. SPINK, M. J. P. (Org.). 3 ed. São Paulo: Cortez, 2004.&lt;br /&gt;RIBEIRO, J. Ponciano. Teorias e técnicas psicoterápicas. 2 ed. Petrópolis: Vozes, 1988.&lt;br /&gt;SANG, E. René. Sobre o amor de transferência: um caso clínico. Revista ALTER (SPB). Origens: mente e psicanálise. v. XX, Brasília-DF, n. 2, dez de 2001.&lt;br /&gt;SCHEEFFER, Ruth. Aconselhamento psicológico. 6 ed. São Paulo: Atlas, 1977.&lt;br /&gt;SIERRA, Juan Carlos. Ansiedad, angustia y estrés: três conceptos a diferenciar. Revista Mal-Estar e Subjetividade. v. II, n. 1, Universidade de Fortaleza, mar de 2003.&lt;br /&gt;YALOM. Irvin D. Os desafios da terapia: reflexões para pacientes e terapeutas. Trad. Vera de Paula Assis. Rio de Janeiro: Ediouro, 2006.&lt;br /&gt;ZASLAVSKY, Jacó &amp; SANTOS, M. J. P. Contratransferência em psicoterapia e psiquiatria hoje. 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De fato, esses movimentos vêm alcançando uma repercussão enorme nos últimos tempos, não só no Brasil. No entanto, aqui as paradas GLBT têm audiência e participação massiva nas grandes cidades.&lt;br /&gt;Projetos de Lei e iniciativas governamentais, que deveriam ser levadas a um debate mais criterioso, acabam sendo tomados por uma discussão muitas vezes passional, ora eivada de preconceitos pelos que abominam o homossexualismo, ora tratada como tábua de salvação por seus idealizadores.&lt;br /&gt;A meu ver não existem os que estão corretos ou que se baseiam nas leis da Natureza. Primeiro, porque a Natureza, sábia, deu ao ser humano a capacidade para refletir sobre seus sentimentos e discernir o que deseja no seu íntimo. Segundo, porque uma breve observação das demais espécies pode dar conta que o homossexualismo está presente em todas elas.&lt;br /&gt;A preocupação de setores da sociedade de que haveria um incentivo para que as crianças adotem o homossexualismo como orientação para sua conduta sexual é frágil, visto que trata-se de algo que se manifesta naturalmente em cada ser humano com o passar da idade.&lt;br /&gt;Assim como não há possibilidade de um homossexual deixar de sê-lo, da mesma forma um heterossexual não mudará de orientação sexual por suposta pressão ou propaganda. O que se sabe por observação da História é que os homossexuais conformam uma minoria desde que se estuda as sociedades humanas, no entanto sempre presente em todas elas.&lt;br /&gt;Em algumas o homossexualismo foi encarado como uma dádiva, algo superior, admitido e incentivado entre determinados segmentos. Em outras, o homossexualismo é encarado naturalmente e os homossexuais tratados como iguais.&lt;br /&gt;Na sociedade capitalista ocidental, permeada por conceitos gerados a partir da Igreja Católica e suas derivadas de matriz protestante, o homossexualismo sempre foi encarado como pecado, coisa anormal. Isso porque a base de seu pensamento é a família como célula da sociedade, justamente para preservar a herança, perpetuando a propriedade privada da terra e depois dos meios de produção, além da necessidade de procriação para manter o exército proletário que toca esta mesma produção.&lt;br /&gt;Portanto, o debate na esfera da crença religiosa está necessariamente ligada à defesa da sociedade de classes, mesmo que a esmagadora maioria das pessoas não o saiba. E para os sectários religiosos é melhor que a maioria não saiba mesmo, porque se o soubesse poderia questionar os alicerces destas mesmas ordens religiosas, sobretudo as que se originaram dos pensamentos de Calvino e Martinho Lutero.&lt;br /&gt;Foram elas que, ao protestarem contra o conservadorismo feudal da antiga Igreja Católica Apostólica Romana, defenderam o direito de propriedade, de livre comércio, do trabalho assalariado e outros pontos fundamentais do capitalismo nascente na Europa Ocidental.&lt;br /&gt;Há que se ter cuidado com a passionalidade no debate, porque ela tende a camuflar outros interesses, que nada têm a ver com a polêmica em si. É o caso de parlamentares que se promovem junto a setores mais conservadores, como paladinos da defesa da família e dos bons costumes. A meu ver esses senhores só querem aparecer e representar esta fatia do eleitorado para se perpetuarem no parlamento.&lt;br /&gt;Outro setor que quer faturar com o debate é aquele que já compreendeu os homossexuais de todas as designações como nicho de mercado para a realização de negócios e lucros, abrindo lojas, boates e todo tipo de comércio dirigido especificamente a este público.&lt;br /&gt;Para enfrentar o preconceito da família é natural que os homossexuais precisem estudar mais, ter uma profissão, conquistar seu emprego, além do que não têm gastos com filhos. Portanto, é uma clientela de bom poder aquisitivo.&lt;br /&gt;Finalmente, externo uma opinião sobre o tema: creio que as pessoas têm o direito de buscar a felicidade, da forma que entendam ser a melhor para cada uma delas. Essa busca é pessoal, particular, e desde que acordada com outra pessoa, deve ser respeitada por todos.&lt;br /&gt;Se hoje certos grupos exageram em suas justificativas e reivindicações, é justamente porque os homossexuais foram mantidos em “cárcere coletivo” em nossa sociedade por séculos. É como uma panela de pressão que apita forte no fogo alto, ameaçando explodir.&lt;br /&gt;Passado o auge da fumaceira que escapa pelo pino, cuspindo os exageros, com o tempo a maioria tenderá a encarar a orientação sexual de cada um de forma muito mais natural. Mas este momento de extravasar precisa ser compreendido como fruto da repressão e da opressão que essa minoria sempre sofreu e ainda sofre na nossa sociedade.&lt;br /&gt;Importante observar que os homossexuais conformam uma minoria, mas que em seu meio também existem conservadores, relações conflituosas, problemas de caráter e tantas formas de manifestação que estão presentes entre os heterossexuais. Portanto, não há santos a seguir ou demônios a exorcizar, mas todo um debate a realizar com paciência e tempo.&lt;br /&gt;http://blogdoacker.wordpress.com/2011/06/29/atalhos-mascaram-e-empobrecem-o-debate-sobre-os-direitos-dos-homossexuais/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-1893881593446105297?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/1893881593446105297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=1893881593446105297' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1893881593446105297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1893881593446105297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2011/07/atalhos-mascaram-e-empobrecem-o-debate.html' title='Atalhos mascaram e empobrecem o debate sobre os direitos dos homossexuais'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-fTuze0zpcUk/ThSOxaUA6dI/AAAAAAAAAHk/dBx_DeL3uls/s72-c/casamento-gay%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-1717501101972977816</id><published>2011-06-21T19:10:00.000-07:00</published><updated>2011-06-21T19:19:24.716-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='hiv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ejaculacao precoce'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='depressao'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='impotência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vaginismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='impotencia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='disfuncao eretil'/><title type='text'>Endometriose</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-QxxouXtBqbQ/TgFRHkPMp0I/AAAAAAAAAHc/czlqJwSzOYo/s1600/images%255B7%255D.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 192px; height: 136px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-QxxouXtBqbQ/TgFRHkPMp0I/AAAAAAAAAHc/czlqJwSzOYo/s200/images%255B7%255D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5620863000363444034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Endometriose - Tratamento cirúrgico &lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A endometriose é definida histologicamente como a presença de glândulas e estroma endometriais fora da cavidade uterina. Estes depósitos ectópicos de endométrio são mais comumente encontrados em ovários, peritônio, ligamentos útero-sacros e fundo-de-saco de Douglas, mas implantes extra-pélvicos também podem estar presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prevalência nas mulheres em idade reprodutiva é estimada em 10%. Em mulheres com dor pélvica crônica essa prevalência pode chegar a até 82% e naquelas submetidas a investigação por infertilidade a até 20 a 50%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas mulheres com endometriose procuram tratamento em virtude de dor pélvica, infertilidade, ou ambas. Trata-se de uma condição em que mesmo doenças mínimas podem estar associadas com dor severa e doenças extensas podem ser clinicamente silenciosas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A laparoscopia se tornou tanto a ferramenta diagnóstica quanto a terapêutica para o manejo desta doença. A aparência macroscópica durante a laparoscopia é variada, podendo se apresentar como lesões enegrecidas ou avermelhadas, vesiculares, fibróticas ou nodulares. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENDOMETRIOSE PROFUNDA INFILTRATIVA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As formas infiltrativas penetram abaixo da superfície peritonial e, em algumas ocasiões, podem não ser visíveis. Os implantes que penetram mais do que 5mm são definidos como profundamente invasivos. Essas lesões são geralmente bastante ativas e fortemente correlacionadas com dor pélvica e dispareunia profunda. Além disso, devido à sua localização subperitonial, o diagnóstico pode não ser realizado mesmo durante laparoscopias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A endometriose profunda infiltrativa está localizada em vários locais na pele; 55% das lesões estão no fundo de saco de Douglas, 35% nos ligamentos útero-sacros, e 11% na reflexão peritonial anterior. Junto com os endometriomas, a doença profunda é considerada a forma mais severa de endometriose. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CLASSIFICAÇÃO DA ENDOMETRIOSE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante conhecer e entender o sistema de estadiamento da endometriose definido pela American Society for Reproductive Medicine (1985), chamado de Revised American Fertility Society (rAFS) classification, pois os resultados do tratamento cirúrgico são discutidos em termos dos diferentes estágios da doença. Os conceitos básicos envolvem a determinação da extensão da doença peritonial, o envolvimento dos ovários e a extensão das aderências. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRATAMENTO CIRÚRGICO DA ENDOMETRIOSE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento cirúrgico da endometriose inicia pela liberação das aderências pélvicas. Os implantes superficiais de endometriose podem ser excisados ou coagulados. Os endometriomas são identificados e o cisto pode ser aspirado e sua superfície interna, coagulada, ou o cisto pode ser removido (cistectomia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exame vaginal e retal intra-operatório guiado pela laparoscopia permite a identificação das lesões profundas. Geralmente os nódulos podem ser diferenciados dos tecidos sadios adjacentes; isto é um pouco mais difícil quando a lesão engloba a cérvice uterina. Em algumas ocasiões a doença pode ser extensa e englobar o ureter e a artéria uterina, ou invadir o reto e o septo reto-vaginal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento cirúrgico da doença severa freqüentemente necessita de uma equipe multidisciplinar, uma vez que o procedimento pode ser complexo, necessitando a integração com coloprocologistas e urologistas. Procedimentos complexos como ureterolise, ressecção ureteral, abertura vaginal, shaving retal e/ou ressecção intestinal podem ser necessários. Portanto, o tratamento dessas pacientes deve ser idealmente realizado em centros terciários de referência para a cirurgia de endometriose profunda. Carmona et al (2009) relataram o efeito da curva de aprendizado no tratamento conservador laparoscópico de pacientes com endometriose reto-vaginal, com uma redução significativa da taxa de recorrência após uma experiência individual de 30 cirurgias. Além disso, o aumento da experiência do cirurgião foi relatado como um fator que diminuiu a taxa de laparo-conversão, o tempo cirúrgico, a perda de sangue intra-operatória e a remoção incompleta das lesões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CIRURGIA LAPAROSCÓPICA PARA A INFERTILIDADE ASSOCIADA À ENDOMETRIOSE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escolha entre a laparoscopia e a laparotomia como via de acesso cirúrgica ainda é controversa. Não há estudos randomizados e prospectivos comparando as duas modalidades; portanto, as referências utilizadas são estudos retrospectivos não-controlados. Com relação à fertilidade, não há evidência clara favorecendo nenhuma das duas abordagens. A meta-análise de Adamson e Pasta (1994) mostrou pouca diferença nas taxas de gravidez quando a doença severa foi manejada por laparoscopia ou por laparotomia. Adamson et al (1993) observaram que em pacientes com endometriose como o único fator de infertilidade, a análise das taxas de gravidez não indicou diferenças entre as duas modalidades. Crosignani et al (1996), em um estudo prospectivo não randomizado de 216 pacientes com endometriose severa, encontraram que tanto a laparotomia quanto a laparoscopia foram comparáveis considerando a fertilidade em um seguimento médio de 24 meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOENÇA MÍNIMA E LEVE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há alguma controversa com relação aos efeitos da endometriose mínima e leve na infertilidade. Embora muitos acreditem que as endometrioses estágios I e II possam afetar negativamente a fertilidade, outros acreditam que o impacto seja mínimo. O Canadian Collaborative Group on Endometriosis examinou os efeitos da endometriose estágios I e II na fertilidade nos anos 90. Eles conduziram um amplo estudo prospectivo multicêntrico com 2 objetivos. O primeiro foi o de comparar a fecundidade de pacientes com infertilidade inexplicada e com endometriose estágios I e II não tratadas. Eles encontraram que a taxa de fecundidade foi de 2,52 por 100 pessoas-mês em mulheres com endometriose e de 3,48 por 100 pessoas-mês em mulheres com infertilidade inexplicada. Embora tenha ocorrido uma tendência à redução da fecundidade em mulheres com endometriose mínima e leve, esta diferença não foi estatisticamente significativa. O segundo objetivo foi de examinar os efeitos do tratamento das pacientes com estágios I e II de endometriose sobre as taxas de fecundidade. As mulheres com diagnóstico cirúrgico de endometriose estágios I e II foram randomizadas em dois grupos: excisão ou ablação das lesões ou apenas diagnóstico da lesão sem tratamento. As taxas de fecundidade foram de 4,7 por 100 pessoas-mês no grupo tratado e de 2,4 por 100 pessoas-mês no grupo não tratado. Este estudo mostrou uma melhora significativa das taxas de fertilidade após a remoção cirúrgica das lesões mínimas e leves de endometriose. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo randomizado controlado similar foi realizado na Itália, comparando o simples diagnóstico e o tratamento de pacientes com endometriose estágios I e II. Este estudo observou 96 mulheres por 1 ano e não observou uma diferença significativa na taxa de nascimentos entre os 2 grupos. O grupo submetido a ressecção/ablação apresentou uma taxa de nascimento em 1 ano de 20% (10 de 51 mulheres) e o grupo não tratado, de 22% (10 de 45 mulheres).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A remoção laparoscópica das lesões pode ser realizada utilizando técnicas ablativas ou excisionais. Ambas as técnicas parecem fornecer resultados semelhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há recente evidência que sugere que a cirurgia para endometriose antes de fertilização in vitro não melhora os resultados. Um estudo retrospectivo de Bedaiwy et al (2008) analisando 105 mulheres tratadas cirurgicamente para endometriose não observou relação entre o intervalo de tempo entre a cirurgia e a fertilização in vitro e a probabilidade de uma gravidez com a fertilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOENÇA MODERADA E SEVERA &lt;br /&gt;A endometriose estágios III e IV pode ter efeitos significativos na fertilidade devido à distorção anatômica e às aderências resultantes da doença. A excisão laparoscópica da doença pode ser usada para tratar mulheres inférteis. Vários estudos têm examinado o efeito da remoção cirúrgica da doença sobre as taxas de fertilidade. Busacca et al (1999) avaliaram prospectivamente mulheres com doença moderada a severa e encontraram taxas de fertilidade aumentadas mais notadamente em mulheres com doença estágio III. Embora essas mulheres tenham demonstrado melhora nas taxas de fertilidade, a taxa de fecundidade mensal ainda permaneceu baixa (2,4%). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os efeitos da remoção cirúrgica parecem ser mais significativos nos meses imediatamente após o procedimento. Se um período de tempo prolongado passou e a paciente não obteve gravidez, deve-se considerar uma reoperação ou tentar fertilização in vitro. Se o tratamento é apenas para fertilidade e não há sintomas de dor, então a realização de uma nova cirurgia não parece ser a terapia mais efetiva. Taxas superiores de gravidez têm sido documentadas em pacientes com doença moderada a severa que optam por fertilização in vitro comparadas àquelas que são reoperadas. No entanto, se a paciente tem tanto infertilidade quanto dor pélvica, a reoperação pode ajudar no tratamento de ambas as condições. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma parcela das mulheres com endometriose severa apresenta envolvimento intestinal pela doença. Os efeitos da remoção de endometriose intestinal sobre a fertilidade das mulheres é uma área de interesse atualmente. Vercellini et al (2006) demonstraram que a excisão de lesões reto-vaginais não melhorou a probabilidade de gravidez e não reduziu o tempo para concepção em mulheres com infertilidade relacionada à endometriose. Eles compararam os resultados reprodutivos em mulheres operadas com mulheres submetidas a tratamento expectante. Quinze de 44 mulheres (34,1%) que foram submetidas à ressecção de endometriose reto-vaginal por laparotomia obtiveram uma gestação, comparado com 22 de 61 mulhres (36,1%) que escolheram o tratamento expectante. A probabilidade cumulativa de concepção em 12 meses foi de 20,5% no primeiro grupo e de 34,7% no segundo (p=0,12). Darai et al (2005) avaliaram a fertilidade após ressecção colo-retal segmentar laparoscópica em 34 mulheres com um seguimento médio de 24 meses e a taxa de gravidez foi de 45,5%. Stepniewska et al (2009) sugeriram que a presença de infiltração intestinal pela endometriose afeta negativamente o prognóstico reprodutivo em mulheres com infertilidade relacionada à endometriose e eles foram capazes de demonstrar melhores resultados em termos de fertilidade pós-operatória quando a remoção completa da endometriose com ressecção colo-retal foi realizada. Avaliando 46 mulheres sintomáticas com endometriose intestinal necessitando de ressecção colo-retal, Ferrero et al (2009) relataram taxas de gravidez diminuídas quando o procedimento foi realizado por laparotomia (23,1%) comparado com laparoscopia (57,6%).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENDOMETRIOMAS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos debates que tentam correlacionar a endometriose e a infertilidade é o efeito dos endometriomas e sua remoção cirúrgica na fertilidade e nos tratamentos de fertilidade. Vários estudos têm demonstrado que a remoção dos endometriomas melhoram as taxas de fertilidade. Em contraste, a cirurgia pode afetar negativamente a resposta ovariana às gonadotrofinas uma vez que menos folículos são recrutados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um risco teórico da remoção cirúrgica dos endometriomas seria a perda inadvertida de tecido ovariano normal. Além disso, existe o potencial de reduzir o fluxo sangüíneo ovariano durante a cirurgia, acarretando perda de tecido ovariano funcionante. No entanto, apesar destes riscos, tem sido demonstrado que taxas de gravidez espontânea podem ser melhoradas após a remoção laparoscópica de endometriomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma revisão da Cochrane tentou avaliar o tratamento cirúrgico dos endometriomas utilizando cirurgia excisional ou ablativa. Três estudos clínicos randomizados compararam estas 2 técnicas cirúrgicas. Um resultado primário avaliado foi a fertilidade subseqüente, espontânea ou resultante de tratamentos de fertilidade. A conclusão do estudo foi que a taxa geral de gravidez espontânea favorece a excisão dos endometriomas, com um odds ratio de 5,21. O mesmo estudo analisou a resposta folicular ovariana durante hiperestimulação ovariana controlada após fenestração ovariana e coagulação ou cistectomia ovariana. Este estudo teve 3 grupos de comparação. O primeiro apresentava endometriomas unilaterais que foram tratados com fenestração e coagulação laparoscópicas; o segundo grupo apresentava endometriomas unilaterais que foram tratados com cistectomia laparoscópica; o terceiro grupo apresentava endometriomas bilaterais que tiveram um endometrioma removido por cistectomia e o outro por fenestração e coagulação. O número de folículos documentados após hiperestimulação ovariana controlada foi comparado entre o ovário normal e o ovário tratado nos grupos 1 e 2. Não houve diferença significativa entre esses grupos. Além disso, o terceiro grupo não mostrou diferença estatisticamente significativa no número de folículos que foi produzido. A conclusão do estudo foi que existe evidência insuficiente até o presente momento para declarar qual seria a melhor técnica cirúrgica para o tratamento de endometriomas antes da estimulação ovariana controlada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CIRURGIA LAPAROSCÓPICA PARA A DOR PÉLVICA ASSOCIADA À ENDOMETRIOSE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dor pélvica continua sendo uma queixa constante no consultório dos ginecologistas. A endometriose parece ser uma das causas principais de dor pélvica crônica em mulheres em idade reprodutiva. Os sintomas dolorosos atribuídos à endometriose incluem dismenorréia, dispareunia e dor pélvica não menstrual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o escore da rAFS para a endometriose seja comumente utilizado para graduar a extensão da doença, parece não haver uma correlação acurada com a severidade dos sintomas dolorosos. Sabe-se que a profundidade da lesão se correlaciona mais diretamente com os sintomas dolorosos. Em um estudo observacional prospectivo, Porpora et al (1999) examinaram 69 mulheres submetidas à laparoscopia por dor pélvica crônica. Eles encontraram que a severidade da dor se correlacionou com a endometriose profunda nos ligamentos útero-sacros e a extensão das aderências pélvicas. Como a profundidade da endometriose não necessariamente afeta o escore da rAFS, o estadiamento e os sintomas dolorosos podem não estar bem correlacionados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chapron et al (2003) avaliaram 209 mulheres submetidas a cirurgia por endometriose infiltrativa profunda posterior com o intuito de tentar correlacionar a severidade do sintoma de dismenorréia e os indicadores de extensão da doença. Eles observaram que apenas a presença de infiltração retal ou vaginal pela endometriose infiltrativa posterior e a extensão das aderências anexiais se correlacionaram à severidade da dismenorréia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação da eficácia dos tratamento na endometriose é difícil uma vez que a história natural da doença é ainda desconhecida, e algumas pacientes demonstram regressão natural das lesões. Além disso, a maioria das séries cirúrgicas são não-controladas ou retrospectivas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação da dor é problemática pois tem uma natureza subjetiva, além de haver uma grande variação nas escalas que tentam graduá-la. A dor pélvica crônica pode ter uma série de diferentes origens orgânicas, incluindo ginecológica, urológica e músculo-esquelética. A dor também pode ser influenciada por outros fatores como a personalidade, desordens psiquiátricas (depressão, transtorno bipolar, etc.), fatores psico-sociais e abuso sexual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento clínico tem um papel no manejo da dor associada à endometriose. No entanto, nenhuma droga até o momento demonstrou ser curativa. O tratamento medicamentoso leva a uma estabilização ou regressão das lesões, que geralmente recorrem após a parada da medicação. A maioria das drogas modernas, incluindo os análogos do GnRH e o danazol, têm eficácia similar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a taxa de recorrência dos sintomas é alta após a parada do tratamento clínico, o manejo mais definitivo desta doença normalmente necessita de um tratamento cirúrgico. No passado, o tratamento cirúrgico da endometriose severa era a histerectomia e salpingo-ooforectomia bilateral. Atualmente há uma tendência mais conservadora por meio da ressecção apenas da doença, deixando o útero saudável intacto. Parece que o grau de melhora da dor se correlaciona com o quão completa foi a ressecção cirúrgica. No entanto, a histerectomia isolada sem a remoção das lesões profundas de endometriose parece promover pouca melhora clínica. Conseqüentemente, o objetivo primário do cirurgião é de remover todas as lesões visíveis e as aderências, restaurando a anatomia pélvica normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o controle da dor, a ressecção da endometriose por laparoscopia ou laparotomia tem demonstrado ser altamente efetiva. Similarmente, os dados avaliando a recorrência após a cirurgia conservadora por laparotomia ou laparoscopia parece similar, com aproximadamente 19% de recorrência após 5 anos. No entanto, a laparoscopia pode oferecer várias vantagens comparada à laparotomia, apesar da escassez de estudos comparativos de qualidade. Permite uma melhor visualização das estruturas, com magnificação da imagem, e tem a vantagem de menor dor pós-operatória e alta precoce. Comparada com a cirurgia aberta, oferece melhor acesso e visualização de áreas como o septo reto-vaginal. Diferentes métodos de remoção laparoscópica de endometriose infiltrativa têm sido descritas, incluindo vaporização a laser, ressecção a laser e ressecção eletro-cirúrgica. Embora a vaporização seja possível, as técnicas excisionais têm a vantagem de produzir espécime histológico e portanto, fornecer melhor avaliação das dimensões da lesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENDOMETRIOSE (TODOS OS ESTÁGIOS) E SINTOMAS DOLOROSOS&lt;br /&gt;A laparoscopia é o padrão ouro para o diagnóstico de endometriose. Há vários estudos que têm analisado o sucesso da intervenção laparoscópica para a dor decorrente da endometriose. Embora esses estudos classifiquem as mulheres baseados no estadiamento da endometriose, os resultados não são necessariamente estágio-específicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem vários estudos descrevendo a eficácia da cirurgia laparoscópica nos escores de dor em mulheres com endometriose mínima e leve. Wright et al (2005) randomizaram mulheres com endometriose estágios I e II para receber terapia excisional ou ablativa. Eles estudaram 24 mulheres com dor pélvica e, após a cirurgia, os sintomas foram significativamente reduzidos de um escore médio de 25,2 para 18,1 no grupo ablação, e de 24,7 para 16,9 no grupo excisão. Em contraste, comparando os sinais de doença no exame físico, o grupo excisão mostrou redução estatisticamente significativa da dor (de 9 para 5,7), enquanto que o grupo ablação não mostrou redução significativa (de 9,7 para 8,1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sutton et al (1994) conduziram um estudo prospectivo, randomizado, duplo cego e controlado incluindo 63 mulheres com endometriose (estágios I, II e III) e dor (dismenorréia, dor pélvica ou dispareunia). Essas mulheres foram randomizadas para serem submetidas a laparoscopia diagnóstica ou tratamento cirúrgico. No seguimento de 6 meses, 22,6% das pacientes do grupo controle relataram melhora dos sintomas dolorosos, enquanto que 62,5% das pacientes tratadas relataram melhora. Os autores notaram que quando as mulheres com endometriose estágio I foram excluídas da análise, os resultados foram ainda mais favoráveis: 73,7% das pacientes apresentaram alívio da dor. No seguimento de 1 ano, as pacientes sintomáticas receberam tratamento cirúrgico independentemente do procedimento inicial. Das 20 pacientes que foram submetidas ao tratamento e apresentaram alívio da dor no seguimento de 6 meses, 10% relataram recorrência da dor. Das 31 pacientes do grupo controle, 24 continuaram relatando dor. Dessas 24 mulheres, 7 (29%) apresentavam progressão da doença, 7 (29%) regressão da doença e 10 (42%) nenhuma alteração da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abbott et al (2004) randomizaram prospectivamente 39 mulheres com endometriose comprovada histologicamente para serem submetidas a laparoscopia diagnóstica ou excisão cirúrgica, seguida de nova laparoscopia em 6 meses. Mulheres com endometriose em todos os estágios foram incluídas no estudo. Melhora sintomática foi observada em 80% (16 de 20) das mulheres do grupo tratamento, comparado com apenas 32% (6 de 19) do grupo controle. Na laparoscopia em 6 meses, 45% das mulheres no grupo controle apresentaram progressão da doença, 33% permaneceram inalteradas e 22% melhoraram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Donnez et al (1997) relataram boas taxas de sucesso no controle da dor em uma série de 500 pacientes submetidas a ressecção de nódulos reto-vaginais. O procedimento foi realizado por laparoscopia em 497 pacientes. Resultados satisfatórios foram obtidos em 242 mulheres com seguimento de 2 anos ou mais. Dor pélvica recorrente severa foi notada em 3,7% das pacientes, e apenas 1,2% apresentou dispareunia recorrente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chapron e Dubuisson (1996), em um estudo retrospectivo de 21 pacientes com lesões profundas de endometriose localizadas nos ligamentos útero-sacros e tratadas cirurgicamente, também relataram resultados favoráveis. O seguimento de pelo menos um ano revelou 84,2% de melhora na dismenorréia. Dezesseis de 17 pacientes com dispareunia profunda (94,1%) melhoraram, e 7 de 9 mulheres (77,7%) com dor crônica pélvica apresentaram melhora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENDOMETRIOMAS E SINTOMAS DOLOROSOS&lt;br /&gt;O endometrioma também é uma causa comum de dor pélvica. Há várias técnicas cirúrgicas para o tratamento de endometriomas. A maioria dos casos é tratada por laparoscopia. A simples drenagem de um endometrioma com ou sem tratamento médico supressivo pós-operatório resulta em taxas inaceitáveis de recorrência e não é recomendada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fayez e Vogel (1991) randomizaram prospectivamente 104 mulheres para excisão do endometrioma, remoção da cápsula, ablação da cápsula por laser ou drenagem laparoscópica isoladamente. Todas as mulheres foram tratadas com 8 semanas de danazol após o primeiro tratamento cirúrgico laparoscópico e foram submetidas a uma segunda laparoscopia para avaliar a formação de aderências 2 meses após o fim do tratamento com danazol. Foi observado que todas as mulheres, independentemente do tipo de intervenção, apresentaram resolução completa da dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No estudo de Alborzi et al (2004), 100 mulheres com endometriomas foram randomizadas em 2 grupos para serem submetidas a cistectomia ou fenestração e coagulação laparoscópicas. O grupo submetido a cistectomia apresentou menor taxa de recorrência dos sintomas (dor e dismenorréia) e de reoperação. Em 2 anos, 15,8% das mulheres do grupo cistectomia manifestaram recorrência dos sintomas, comparado com 56,7% no grupo fenestração e coagulação. A taxa de reoperação foi de 5,8% no grupo cistectomia e de 22,9% no grupo fenestração e coagulação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beretta et al (1998) também analisaram os sintomas de dor comparando excisão laparoscópica e drenagem e ablação laparoscópicas. Foi encontrado que as pacientes submetidas a cistectomia apresentaram menor taxa de recorrência de dor, incluindo dismenorréia (15,8% vs. 52,9%), dispareunia profunda (20% vs. 75%) e dor pélvica não menstrual (10% vs. 52,9%). O intervalo médio entre a cirurgia e a recorrência de dor pélvica severa a moderada foi maior no grupo cistectomia (19 vs. 9,5 meses).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NEURECTOMIA PRÉ-SACRAL E ABLAÇÃO DO NERVO ÚTERO-SACRO LAPAROSCÓPICAS&lt;br /&gt;A neurectomia pré-sacral laparoscópica e a ablação do nervo útero-sacro laparoscópica (LUNA, laparoscopic uterosacral nerve ablation) são usados como procedimentos adjuvantes à cirurgia conservadora para o tratamento da dor pélvica associada com a endometriose. Zullo et al (2003) randomizaram 141 mulheres com dismenorréia severa decorrente de endometriose para receber cirurgia laparoscópica conservadora com ou sem neurectomia pré-sacral. A freqüência e a severidade da dismenorréia, da dispareunia e da dor pélvica crônica, assim como a qualidade de vida, foram avaliadas antes da cirurgia e em 6, 12 e 24 meses de pós-operatório. A taxa de cura foi significativamente superior no grupo submetido à neurectomia pré-sacral (83,3%) comparado ao grupo controle (53,3%). A freqüência e a severidade dos sintomas dolorosos foram significativamente menores em ambos os grupos após o procedimento cirúrgico quando comparadas com os valores de base, e apenas a severidade foi significativamente menor no grupo neurectomia pré-sacral. Uma melhora significativa na qualidade de vida foi observada após a cirurgia em ambos os grupos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro estudo (TJADEN et al, 1990) também randomizou mulheres com endometriose estágio III e IV e dismenorréia moderada a severa para tratamento cirúrgico com e sem neurectomia pré-sacral. Os autores endontraram que todas as mulheres que foram submetidas à ressecção da endometriose sem neurectomia pré-sacral (n=9) não melhoraram da dor na linha média. No entanto, 15 de 17 mulheres submetidas à neurectomia pré-sacral apresentaram alívio. Candiani et al (1992) randomizaram 71 mulheres com endometriose estágio III e IV e dismenorréia na linha média para receber cirurgia conservadora com ou sem neurectomia pré-sacral. Os autores concluíram que embora a neurectomia pré-sacral tenha reduzido substancialmente o componente doloroso na linha média durante a menstruação, não houve diferença estatisticamente significativa entre os 2 grupos na freqüência e severidade da dismenorréia, dor pélvica e dispareunia no seguimento a longo prazo. É importante lembrar que apesar desses resultados encorajadores, a neurectomia pré-sacral está associada a possíveis complicações pós-operatórias como disfunção urinária e intestinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consenso geral sobre o papel da LUNA no tratamento da dor pélvica é que este procedimento não fornece nenhum benefício no tratamento da dor associada à endometriose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento da endometriose deve ser individualizado, considerando as evidências existentes em relação à eficácia dos diferentes regimes terapêuticos e as variáveis determinantes do sucesso terapêutico. Ainda existe grande controversa com relação ao melhor tratamento para as mulheres com infertilidade relacionada à endometriose. O tratamento cirúrgico parece ser a terapia definitiva para as mulheres com sintomas dolorosos exacerbados. O objetivo final de todos os tratamentos é a promoção de uma melhora na qualidade de vida das mulheres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABBOTT, J.; et al. Laparoscopic excision of endometriosis: a randomized, placebo-controlled trial. Fertil Steril 2004;82(4):878-84.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ADAMSON, G. D.; et al. Laparoscopic endometriosis treatment: is it better? Fertil Steril 1993;59(1):35-44.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ADAMSON, G. D.; PASTA, D. J. Surgical treatment of endometriosis-associated infertility: meta-analysis compared with survival analysis. Am J Obstet Gynecol 1994;171(6):1488-504; discussion 1504-5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALBORZI, S.; et al. A prospective, randomized study comparing laparoscopic ovarian cystectomy versus fenestration and coagulation in patients with endometriomas. Fertil Steril 2004;82(6):1633-7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AMERICAN SOCIETY FOR REPRODUCTIVE MEDICINE. 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Fertil Steril 1998;69(2):229-31.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VERCELLINI, P.; et al. Reproductive performance in infertile women with rectovaginal endometriosis: is surgery worthwhile? Am J Obstet Gynecol 2006;195(5):1303-10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VERCELLINI, P.; et al. Surgery for endometriosis-associated infertility: a pragmatic approach. Hum Reprod 2009;24(2):254-69.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VERKAUF, B. S. Incidence, symptoms, and signs of endometriosis in fertile and infertile women. J Fla Med Assoc 1987;74(9):671-5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WHEELER, J. M.; MALINAK, L. R. Recurrent endometriosis. Contrib Gynecol Obstet. 1987;16:13-21.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WRIGHT, J.; et al. A randomized trial of excision versus ablation for mild endometriosis. Fertil Steril 2005;83(6):1830-6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ZULLO, F.; et al. Effectiveness of presacral neurectomy in women with severe dysmenorrhea caused by endometriosis who were treated with laparoscopic conservative surgery: a 1-year prospective randomized double-blind controlled trial. Am J Obstet Gynecol 2003;189(1):5-10.&lt;br /&gt;Fonte http://drwilliamkondo.site.med.br/index.asp?PageName=Endometriose-20-2D-20Tratamento-20cir-FArgico &lt;br /&gt;CONTATOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Centro Médico Hospitalar Sugisawa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Av. Iguaçu, 1236 sala 114&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rebouças - CEP 80250-190&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tel.: (41) 3259-6772&lt;br /&gt;Tel.: (41) 3259-6655&lt;br /&gt;Tel.:               (41) 7814-4780         (41) 7814-4780 &lt;br /&gt;CEMEXX&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rua Itupava, 701&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tel.:               (41) 3362-3863         (41) 3362-3863&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;williamkondo@yahoo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-1717501101972977816?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/1717501101972977816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=1717501101972977816' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1717501101972977816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1717501101972977816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2011/06/endometriose.html' title='Endometriose'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-QxxouXtBqbQ/TgFRHkPMp0I/AAAAAAAAAHc/czlqJwSzOYo/s72-c/images%255B7%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-8990120610278621585</id><published>2011-05-19T06:29:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T06:35:02.079-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='impotencia sexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='disfunção sexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dificuldades sexuais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='disfuncao eretil'/><title type='text'>Fantasias sexuais e Internet</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-YEVyM6yVPWo/TdUcRZO8avI/AAAAAAAAAHQ/Vl7SD68qkNc/s1600/thumbnail%255B6%255D.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 160px; height: 144px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-YEVyM6yVPWo/TdUcRZO8avI/AAAAAAAAAHQ/Vl7SD68qkNc/s200/thumbnail%255B6%255D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608419996116740850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Psicólogo e Sexólogo Paulo Bonanca&lt;br /&gt;www.paulobonanca.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Em todo o mundo, a procura por sites eróticos cresce a cada dia. É a democratização do sexo, que garante o anonimato dos navegadores e serve para dar mais emoção à vida sexual de pessoas de todas as idades. Entretanto, o limiar entre um comportamento saudável e uma atitude de vício pode ser estreito. Os especialistas recomendam terapias para aqueles que já se tornaram dependentes". &lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;Basta apenas um clique para que homens e mulheres, de todas as idades e classes sociais, possam realizar suas fantasias mais inconfessáveis. Estimulantes não faltam. Shows eróticos ao vivo, fotografias que há alguns anos só poderiam ser olhadas em revistas especializadas, diálogos recheados de apelo sensual. &lt;br /&gt;A Internet ajudou a democratizar o sexo. Pressionando algumas teclas, entra-se num mundo sem censura, do desejo expresso em imagem, som e movimento, dentro da intimidade dos lares. É a forma que diz não à repressão do desejo e que alia erotismo com uma pitada de realidade. &lt;br /&gt;Por tudo isso, o número de adeptos dessa nova ''fórmula mágica'' de explorar o desejo cresce a cada dia. Com situações e cenas eróticas capazes de estimular o mais convicto dos celibatários, os sites viraram uma espécie de subterfúgio moderno, para dar vazão às fantasias sexuais. Na opinião dos especialistas, entretanto, o problema surge quando o que deveria ser apenas um trampolim para uma vida sexual saudável e ''apimentada'' se transforma em vício, desvendando psicopatologias sexuais, ou panafilias, como também são chamadas. &lt;br /&gt;Pesquisas Apontam Preferência por Site de Sexo&lt;br /&gt;Em todo o mundo, os endereços mais visitados são os de sexo. Segundo pesquisa realizada recentemente pela Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana, 20 a 25% das pessoas que interagem com a internet freqüentam páginas eróticas. Nos Estados Unidos o número é maior. São nove milhões de freqüentadores, dos quais quatro milhões podem ser considerados viciados. Dos nove milhões, 8,5% freqüentam os sites por mais de 11 horas semanais. &lt;br /&gt;Outra pesquisa demonstrou que 70% das pessoas que dialogavam em chats se encontravam na vida real. Destes, 80% tiveram envolvimento sexual também fora da Internet. &lt;br /&gt;Possibilidade de Anonimato Estimula Procura&lt;br /&gt;Neste contexto, a Internet transformou-se numa oportunidade para as pessoas liberarem o que está sendo reprimido. Antigamente, dar vazão a esse tipo de fantasia significava se expor. Hoje, ao contrário, conta-se com a vantagem do anonimato e até de maior segurança, tanto para quem procura quanto para quem presta os serviços sexuais via Net. O que a Internet fez foi dar margem para as pessoas expressarem a sua sexualidade, oferecendo estímulo para que a fantasia se desenvolva. &lt;br /&gt;Perfil dos Adeptos do Sexo Virtual&lt;br /&gt;De frente para o computador, o grau de ousadia depende do ''voyeur'' eletrônico que se comunica pelo teclado. A conversa pode oscilar da delicadeza romântica, que agrada mais às mulheres e às vezes aos casais, até a afetuosidade carente dos solitários. Também dando espaço, é claro, para a vulgaridade ou escatologia. &lt;br /&gt;Mulheres lançam mão do recurso para apimentar sua vida sexual. Ou matar o tempo com um belo colírio que está ali na tela para realizar seus desejos mais secretos. &lt;br /&gt;Distúrbios Provocam Vício&lt;br /&gt;Os malefícios do sexo virtual e do excesso de erotização pela Internet estão justamente na parcela que se torna viciada. O vício pode vir de um distúrbio prévio e a pessoa que acessa os sites não consegue viver sua vida real preferindo, exclusivamente, a Internet. É como se ela passasse a ser a única fonte possível de prazer do indivíduo. Essa situação pode levá-lo, inclusive, a abandonar qualquer possibilidade de relacionamento ou contato físico real. &lt;br /&gt;Tratamento&lt;br /&gt;Para os terapeutas sexuais, as fantasias são importantes para manter a sexualidade em alta e a erotização cotidiana pela Net é um estímulo que pode ser positivo, importante para a vida. O que acontece é que a Internet funciona como válvula de escape. É o lugar mais permitido e de fácil acesso. As pessoas se dão mais permissão. É saudável desde que os navegantes que procuram esse estímulo se relacionem com outras pessoas, orientam os terapeutas.&lt;br /&gt;Para quem só se utiliza do sexo virtual como forma de ter desejo e prazer, os terapeutas recomendam tratamento. No namoro virtual você é tudo o que quer ser e pode idealizar o outro da sua maneira. Os viciados são pessoas com dificuldade de relacionamento, têm timidez excessiva, dificuldade de se expor. Neste caso, devem procurar ajuda. Um psicoterapeuta pode indicar uma terapia em grupo, de casal ou individual para resolver o problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=3994&amp;ReturnCatID=1784&lt;br /&gt;Copyright © 2006 Bibliomed, Inc.               Revisado 23 de Outubro de 2006&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-8990120610278621585?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/8990120610278621585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=8990120610278621585' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/8990120610278621585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/8990120610278621585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2011/05/fantasias-sexuais-e-internet.html' title='Fantasias sexuais e Internet'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-YEVyM6yVPWo/TdUcRZO8avI/AAAAAAAAAHQ/Vl7SD68qkNc/s72-c/thumbnail%255B6%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-5553595117305696814</id><published>2011-02-14T07:55:00.000-08:00</published><updated>2011-02-14T09:21:47.560-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ejaculacao precoce'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vaginismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='impotencia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>A Diferença entre Psiquiatra, Psicólogo e Psicanalista</title><content type='html'>Paulo Bonança; Psicólogo e sexólogo&lt;br /&gt;www.paulobonanca.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo “psi”, bastante utilizado pelas pessoas, muitas vezes pode ser permeado de confusão quanto aos significados, principalmente quando se refere aos profissionais indicados por este termo: psiquiatra, psicólogo ou psicanalista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O psiquiatra é um profissional da medicina que após ter concluído sua formação, opta pela especialização em psiquiatria, esta é composta de 2 ou 3 anos e abrange estudos em neurologia, psicofarmacologia e treinamento específico para diferentes modalidades de atendimento, tendo por objetivo tratar as doenças mentais. Ele é apto a prescrever medicamentos, habilidade não designada ao psicólogo. Em alguns casos, a psicoterapia e o tratamento psiquiátrico devem ser aliados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O psicólogo tem formação superior em psicologia, ciência que estuda os processos mentais (sentimentos, pensamentos, razão) e o comportamento humano. O curso tem duração de 4 anos para o bacharelado e licenciatura e 5 anos para obtenção do título de psicólogo. No decorrer do curso a teoria é complementada por estágios supervisionados que habilita o psicólogo a realizar psicodiagnóstico, psicoterapia, orientação, entre outras. Pode atuar no campo da psicologia clínica, escolar, social, do trabalho, entre outras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O profissional pode optar por um curso de formação em uma abordagem teórica, como a gestalt-terapia, a psicanálise, a terapia cognitivo-comportamental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O psicanalista é o profissional que possui uma formação em psicanálise, método terapêutico criado pelo médico austríaco Sigmund Freud, que consiste na interpretação dos conteúdos inconscientes de palavras, ações e produções imaginárias de uma pessoa, baseado nas associações livres e na transferência. Segundo a instituição formadora, o psicanalista pode ter formação em diferentes áreas de ensino superior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:http://www.brasilescola.com/curiosidades/psiquiatra-psicologo-psicanalista.htm&lt;br /&gt;Por Patrícia Lopes&lt;br /&gt;Equipe Brasil Escola&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-5553595117305696814?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/5553595117305696814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=5553595117305696814' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/5553595117305696814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/5553595117305696814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2011/02/diferenca-entre-psiquiatra-psicologo-e.html' title='A Diferença entre Psiquiatra, Psicólogo e Psicanalista'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-673944606302702532</id><published>2011-02-14T04:57:00.000-08:00</published><updated>2011-02-14T05:03:08.856-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ejaculacao precoce'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='impotencia sexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='impotência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vaginismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>Vaginismo e tratamento</title><content type='html'>Paulo Bonança Psicólogo e Sexólogo&lt;br /&gt;www.paulobonanca.com   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é vaginismo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   É a impossibilidade de penetração vaginal, devido à contração involuntária dos músculos perivaginais, ao se tentar qualquer tipo de penetração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   De acordo com o DSM-IV-TR, a característica essencial do vaginismo é a contração involuntária, recorrente ou persistente do períneo adjacente ao terço inferior da vagina, quando é tentada a penetração vaginal com pênis, dedo, tampão ou espéculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Nas pacientes vagínicas, normalmente o desejo, excitação e a capacidade orgásmica, não estão prejudicados. Ou seja, sua capacidade de sentir o desejo sexual, se excitarem ou mesmo atingir o orgasmo pela masturbação, normalmente estão normais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O vaginismo tem diferentes graus de intensidades, nos mais leves, é possível que ocorra a penetração parcial. Elas também apresentam a capacidade de resposta sexual inalterada, têm boa lubrificação vaginal e normalmente conseguem se entregar a uma relação sexual, sem penetração vaginal, e desfrutar esses momentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Rodrigues Jr. e Protti (1996) caracterizam o vaginismo como uma dificuldade que algumas mulheres possuem para viver de forma plena a sua sexualidade, sendo este resultante de específicas interações biopsicosocial e que se expressa por espasmos dos músculos que estão ao redor do intróito vaginal impedindo de maneira parcial ou total o coito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O Vaginismo se caracteriza por contrações involuntárias da musculatura do terço externo da vagina não permitindo a entrada do pênis e o intercurso (Kaplan e Sadock, 1993).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Masters e Johnson (1985) definem o vaginismo como uma “síndrome psicofisiológica que afeta a liberdade de resposta sexual feminina impedindo severamente ou totalmente a prática do coito”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Qual a origem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Normalmente se percebe essa dificuldade nas primeiras tentativas de penetração de um parceiro ou durante o primeiro exame ginecológico. Porém, é comum a mulher desenvolver o vaginismo repentinamente, ou seja, teve atividades sexuais normais, e por alguma questão passa a ter o vaginismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Existem diversas fatores que podem desencadear essa disfunção. Entre elas, trauma sexual (muitas mulheres violentadas passaram a desenvolver esse quadro), crenças infundadas, conceitos morais e religiosos aceitos sem a menor contestação, traumas psíquicos na infância, erros severos da educação familiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O tratamento é psicoterápico. Porém, antes é necessário descartar qualquer possibilidade de ser algum problema orgânico, e isso é papel do ginecologista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Durante o tratamento o psicoterapeuta especializado em sexualidade, fará um apanhado da história de vida dessa paciente, detectar os possíveis focos que desencadearam essa disfunção e propor diversos exercícios que serão feitos pela paciente em casa, nunca no consultório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Assim, o tratamento abrangerá os aspectos psicológicos com base no histórico de vida da paciente, o social, as crenças e o treino com atividades (relaxamento, reconhecimento do corpo, dessensibilização sistemática, exercícios Kegel e outros) que serão sugeridas pelo profissional quando forem necessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Bibliografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Jr.,O. M. R.; Protti,F.A.M.; Silva, V.G. (1996): Vaginismo e Dispareunia: prevalências parciais brasileiras. In: VIII Congreso Latinoamericano de Sexologia Y Educacion Sexual (VIII Clases), Montevidéo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   DSM-IV-TR - Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. trad. Cláudia Dornelles; - 4.ed. ver. – Porto Alegre: Artmed, 2002. p. 530.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Kaplan, H.I.; Sadock, B.J. (1993): Compêndio de Psiquiatria. Porto Alegre: Artes Médicas, 6a.edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Masters, W.H.; Johnson, V.E. (1985): A Inadequação Sexual Humana. São Paulo: Livraria Roca,1a.edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.claudecy.psc.br&lt;br /&gt;Dr. Claudecy de Souza&lt;br /&gt;Psicólogo - CRP 06/69861&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-673944606302702532?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/673944606302702532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=673944606302702532' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/673944606302702532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/673944606302702532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2011/02/vaginismo-e-tratamento.html' title='Vaginismo e tratamento'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-3386563046712871558</id><published>2011-01-15T05:40:00.000-08:00</published><updated>2011-02-06T18:47:52.079-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ejaculacao precoce'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='disfunção sexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='disfunção eretil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>Ejaculação precoce</title><content type='html'>Paulo Bonanca, psicólogo e sexólogo&lt;br /&gt;www.paulobonanca.com&lt;br /&gt;A ejaculação precoce é um dos problemas sexuais mais freqüentes nos homens. De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, o descontrole na ejaculação afeta de 22% a 38% do universo masculino, em alguma fase da vida, sendo a maioria formada por homens casados ou com parceira fixa e que procuram o médico cerca de quatro anos após os primeiros sintomas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora sejam mais comuns na juventude, distúrbios ejaculatórios podem ocorrer em qualquer fase da vida &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender a ejaculação precoce é preciso saber o que compõe o clímax sexual masculino: emissão espermática - momento no qual o homem tem a sensação de ejaculação iminente; a ejaculação - expulsão do sêmen por meio de contrações fortes; e o orgasmo - sensação prazerosa, vinda de um evento psíquico influenciado por emoções. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o urologista Sérgio Levy, esta disfunção sexual está relacionada a alterações psicológicas e, nesses casos, o problema deve ser solucionado preferencialmente pelo casal e com a ajuda de médicos e psicólogos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No tratamento médico, o urologista pode atuar coadjuvantemente prescrevendo medicamentos, especialmente, antidepressivos, que atuam inibindo e retardando a emissão espermática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Cerca de um terço dos indivíduos obtém expressiva melhora e manifesta o desejo de continuar o tratamento", explica. Já a terapia visa identificar as causas. O objetivo específico é fazer com que o homem aprenda a reconhecer os sinais da emissão e se capacite ao autocontrole. Deve trabalhar ainda a ansiedade e a baixa auto-estima. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico destaca ainda que é importante que todos saibam que os distúrbios ejaculatórios podem ocorrer em qualquer fase da vida do homem. Embora sejam mais comuns na juventude, homens maduros podem apresentar o quadro como reação a problemas comuns da vida moderna como estresse, problemas de relacionamento com a parceira e depressão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Dr. Sérgio Levy &lt;br /&gt;http://www.sitemedico.com.br/sm/materias/index.php?mat=907&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-3386563046712871558?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/3386563046712871558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=3386563046712871558' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/3386563046712871558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/3386563046712871558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2011/01/ejaculacao-precoce.html' title='Ejaculação precoce'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-1533062359460121247</id><published>2011-01-14T05:42:00.000-08:00</published><updated>2011-02-06T18:50:30.720-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='impotencia sexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='impotência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>A impotência sexual</title><content type='html'>Paulo Bonanca, psicólogo e sexólogo&lt;br /&gt;www.paulobonanca.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impotência quase sempre tem cura e para curá-la o homem tem à sua disposição vários recursos que vão desde a psicoterapia até injeções e próteses sofisticadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impotência dá medo, mas a recíproca também é verdadeira: medo causa impotência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este medo tem enorme base cultural, a impotência sempre foi um assunto cercado de tabus. Mas, o que realmente significa a impotência? é uma disfunção erétil que incapacita o homem a obter ou manter ereções suficientemente rígidas para a penetração vaginal impedindo a satisfação sexual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns urologistasacreditam que, de um modo geral, as causas da impotência são 70% dos casos por problemas psicológicos (atinge 95% dos casos com 20 anos;70% aos 48 anos; 30% entre os 60 e 70 anos) e 30% por problemas orgânicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impotência sexual é definida também como disfunção erétil. A impotência é um problema muito comum que atinge muitos homens ao menos uma vez, durante a vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo um estudo realizado em USA, a incidência da impotência varia com a idade e se incrementa em proporção aos homens afetados: de 7 a 8%, de 20 a 39 anos; de 55-60%, em homens acima dos 70 anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais vasto incremento é verificado em homens de idade entre 60-69 anos. É estimado que, somente em USA, ao menos 10 milhões de homens sofrem de impotência crônica e que ao menos outros 20 milhões de homens sofrem de forma menos severa de disfunção erétil associados a idade, a problemas crônicos de saúde ou problemas psicológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impotência pode se traduzir em disfunção sexual ocasional ou na ausência total de ereção, devido a algumas complexas causas de origem psicológica e fisiológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes as causas psicológicas são a origem de uma impotência: medo, ira, frustrações e ânsia pelo desempenho, são as razões mais frequentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fator psicológico é sempre importante, porque a disfunção erétil pode afetar gravemente a auto-estima, provocar ansiedade e depressão e piorar o problema a causa da combinação dos fatores físicos com aqueles orgânicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses problemas podem resguardar indiretamente o partner, particularmente quando existe problemas interpessoais ou desentendimento entre o casal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bonanca; psicólogo e sexólogo&lt;br /&gt;www.paulobonanca.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes: &lt;br /&gt;http://www.virilplant.com/impotencia.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.saudevidaonline.com.br/impot.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-1533062359460121247?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/1533062359460121247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=1533062359460121247' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1533062359460121247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1533062359460121247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2011/01/impotencia-sexual.html' title='A impotência sexual'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-1875569492545948047</id><published>2010-11-11T01:06:00.000-08:00</published><updated>2010-11-11T01:17:33.137-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='hiv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aids'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>Sobre HIV e Aids;  dúvidas e respostas</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TNu0F-m3imI/AAAAAAAAAG4/QqJzlDOnAec/s1600/d353f88e88484b44%255B1%255D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 145px; DISPLAY: block; HEIGHT: 117px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538218181580524130" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TNu0F-m3imI/AAAAAAAAAG4/QqJzlDOnAec/s200/d353f88e88484b44%255B1%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Psicólogo e Sexólogo Paulo Bonanca&lt;br /&gt;www.paulobonanca.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Aids e HIV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Aids existe mesmo?&lt;br /&gt;Sim. A Aids não é uma invenção da imprensa. É uma doença relativamente nova, conhecida desde a década de 80, que já provocou milhares de mortes no mundo inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é a Aids e o que a provoca?&lt;br /&gt;Aids (em inglês) ou Sida (em português) quer dizer: Síndrome (conjunto de sinais e sintomas) da Imuno (termo relativo ao sistema imunológico do corpo, a defesa contra os germes) Deficiência (enfraquecimento) Adquirida (não hereditária). Ela é causada pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH, em português, ou HIV, em inglês), que entra no corpo e, após um período de tempo, destrói o sistema imunológico do organismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pessoa tem aids quando o vírus já causou dano suficiente ao sistema imunológico, permitindo que outras infecções e alguns tipos de câncer se desenvolvam. Essas doenças debilitam a pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é a origem da Aids?&lt;br /&gt;Existem muitas hipóteses sobre o surgimento da aids, da criação em laboratório ao uso de sangue de macaco em rituais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O certo é que ela foi registrada primeiramente nos Estados Unidos, no início da década de 80 (1981), a partir do surgimento de doenças graves, como sarcoma de Kaposi e pneumonia por Pneumocystis carinii, e diminuição das defesas do organismo em pacientes do sexo masculino com comportamento homossexual.&lt;br /&gt;Em 1983 foi identificado o agente que causava essas manifestações, hoje conhecido como vírus da imunodeficiência humana, HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe-se que o HIV é um retrovírus, da mesma família do SIV, ou vírus da imunodeficiência dos símios, que acomete o macaco-verde, que vive na África. É improvável que tenha havido uma mutação (transformação) do vírus do macaco (SIV) para o vírus que acomete os humanos (HIV). A teoria mais aceitável é que os dois tipos de vírus evoluíram de uma origem comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é o HIV?&lt;br /&gt;O HIV, como diversos tipos de vírus, é muito pequeno, pequeno demais para ser visto através de um microscópio comum. Os outros vírus causam todo tipo de doença, de gripe a herpes, passando por sarampo, rubéola, poliomielite e até alguns tipos de câncer. Existem dois grupos de HIV, o 1 e o 2, e vários subgrupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o HIV entra no corpo humano?&lt;br /&gt;Para entrar no corpo humano o HIV precisa utilizar as chamadas "portas de entrada", que são vias de acesso que permitem que o vírus penetre na corrente sangüínea de outra pessoa. Essas vias de acesso podem surgir durante as relações sexuais, pelo uso de agulhas e seringas contaminadas, por meio de feridas ou cortes em pele ou mucosas, pelo recebimento de sangue contaminado (a doação de sangue não traz risco algum).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se reproduzir, o HIV deve entrar em uma célula do organismo neste caso, uma célula do sistema de defesa. Ele interfere no funcionamento das células que nos protegem contra infecções. E deixa o organismo indefeso, sem proteção contra alguns tipos de doença que essas células geralmente combatem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O HIV tem uma vida muito curta fora do corpo humano. Devido a esse fato, ao sair do corpo de uma pessoa ele precisa entrar rapidamente no de outra para sobreviver e continuar se multiplicando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o HIV causa a diminuição das defesas do organismo?&lt;br /&gt;Cada vírus tem "afinidade" por um tipo de célula para se instalar e se multiplicar. Por exemplo: o vírus que causa hepatite tem afinidade pelas células do fígado, o que provoca caxumba, pelas glândulas parótidas e o HIV sente uma "atração" especial pelo linfócito T, célula do sangue que é responsável pelo comando do sistema imunológico (sistema de defesa). Ele também tem atração pelos monócitos (outras células do sangue) e pelas células do sistema nervoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se reproduzir, o HIV entra no linfócito T, auxiliado por uma proteína chamada CD4, que se encontra em volta da célula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proteína CD4 abre a passagem para que o HIV entre no linfócito. Após penetrar no linfócito, o HIV transformado em fábrica de novos vírus. Depois de produzir os novos vírus, os linfócitos são destruídos e os vírus, liberados, o que permite que ataquem outros linfócitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como muitos linfócitos são destruídos para que os vírus se multipliquem, o sistema de defesa se desequilibra e enfraquece, deixando o organismo sem condição de reconhecer os agentes invasores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são os primeiros sintomas da Aids?&lt;br /&gt;Após o contágio é possível que se passem até mais de dez anos sem que apareça nenhum sintoma. Porém, quando a doença começa a se manifestar, os primeiros sintomas mais freqüentes são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Sudorese noturna: suor intenso durante a noite.&lt;br /&gt;• Febre diária: pode não ser muito alta (até 38 graus), porém aparece todos os dias.&lt;br /&gt;• Cansaço: sensação constante de cansaço, mesmo estando em repouso.&lt;br /&gt;• Diarréia: que não pára com nada e pode durar muito tempo.&lt;br /&gt;• Gânglios: ínguas embaixo do braço, no pescoço e na virilha, que podem durar muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas atenção! Como se pode ver, estes sintomas e sinais são comuns a muitas doenças. É fundamental que um médico seja consultado para esclarecer quaisquer dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que são doenças oportunistas?&lt;br /&gt;As infecções que se desenvolvem porque o HIV enfraqueceu o sistema imunológico são chamadas "doenças oportunistas". Entre elas estão a tuberculose, as pneumonias, as diarréias, candidíase na boca, infecções do sistema nervoso, como, por exemplo, a toxoplasmose e as meningites.&lt;br /&gt;Algumas pessoas também podem desenvolver alguns tipos de câncer, como o sarcoma de Kaposi, que muitas vezes aparece como manchas na pele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é um "aidético" saudável?&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, não se deve utilizar o termo "aidético" porque é uma palavra que discrimina. A pessoa portadora do vírus que é assintomática, ou seja, que não tem os sintomas da aids, pode ser considerada saudável, uma vez que não desenvolveu a doença, mas essa "pessoa saudável" tem possibilidade de transmitir o vírus. É aconselhável utilizar os termos "portador do HIV" ou "pessoa HIV positivo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como posso saber se uma pessoa tem Aids?&lt;br /&gt;Não é possível saber. Não dá para perceber quem tem ou não aids. A pessoa pode estar infectada com o vírus e ter uma aparência completamente normal; há casos em que a doença demora muitos anos para começar a se manifestar. Só o teste anti-HIV pode confirmar se uma pessoa é ou não portadora do vírus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais as precauções que um portador do HIV ou doente de Aids&lt;br /&gt;deve tomar?&lt;br /&gt;• Usar camisinha em todas as relações sexuais, para não infectar os outros e para não se infectar novamente com outro tipo de vírus da Aids.&lt;br /&gt;• Não doar sangue.&lt;br /&gt;• Para melhorar as defesas que o vírus destrói, deve alimentar-se bem; as pessoas bem nutridas pegam menos infecções oportunistas.&lt;br /&gt;• Parar de usar drogas e de consumir bebidas alcoólicas.&lt;br /&gt;• Dormir bastante (ao menos oito horas diárias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Como se transmite o HIV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se contrai o HIV?&lt;br /&gt;O HIV poder ser encontrado em fluidos do organismo, como sangue, sêmen (esperma), secreções vaginais e leite materno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer prática que permita o contato desses fluidos com as mucosas e a corrente sangüínea de outra pessoa pode causar a infecção pelo HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são as formas mais importantes de transmissão do HIV?&lt;br /&gt;O HIV é transmitido de pessoa para pessoa de três maneiras importantes:&lt;br /&gt;• Quando o sêmen ou fluido vaginal de uma pessoa infectada entra em contato com a mucosa (membrana) da vagina, do pênis ou do reto e o vírus penetra na corrente sangüínea.&lt;br /&gt;• Quando a pele é perfurada por uma agulha ou outro objeto cortante (lâmina de barbear, instrumento de tatuagem) em que há restos de sangue de uma pessoa infectada pelo HIV É muito arriscado compartilhar a mesma agulha e a mesma seringa com usuários de drogas. Quaisquer seringa e agulha não esterilizadas podem transmitir o vírus. Recomenda-se a utilização de seringas descartáveis.&lt;br /&gt;• Quando a gestante está infectada, pois o HIV pode ser transmitido por meio da placenta antes de o bebê nascer, na hora do parto ou durante o aleitamento materno após o nascimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto tempo o vírus sobrevive no meio ambiente?&lt;br /&gt;O HIV resiste pouco tempo no meio externo. Ele é inativado por agentes físicos (calor) e químicos (hipoclorito de sódio, glutaraldeído, entre outros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a infecção pode ser evitada?&lt;br /&gt;Pessoas que usam preservativos corretamente em todas as relações sexuais protegem-se da infecção pelo HIV e por germes causadoras de outras doenças sexualmente transmissíveis (DST).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um indivíduo que não tem relações sexuais e não se injeta drogas (ou usa agulhas e seringas esterilizadas para tais ocasiões) não tem probabilidade de contrair o HIV ou outras DST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas que são mutuamente fiéis (isto é, só fazem sexo entre si) não estão expostas ao risco de contrair HIV e DST por via sexual desde que ambas sejam HIV negativo e não tenham sido infectadas posteriormente por sangue contaminado (por meio de transfusão, drogas injetáveis com agulhas e seringas usadas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas pessoas têm maior probabilidade de contrair o HIV?&lt;br /&gt;Sim. Depende de sua conduta. Alguns comportamentos ou atividades representam um risco maior de contrair o HIV do que outros e incluem:&lt;br /&gt;• Pessoas que não usam preservativos em todas as relações sexuais.&lt;br /&gt;• Indivíduos que já têm outras DST e continuam mantendo relações sexuais sem proteção.&lt;br /&gt;• Usuários de drogas injetáveis que compartilham agulhas e seringas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Determinadas situações que estão fora do controle da pessoa podem colocá-la em risco. São elas:&lt;br /&gt;• Receber injeções com agulhas usadas ou não esterilizadas adequada, mente.&lt;br /&gt;• Receber uma transfusão de sangue sem que este tenha sido testado.&lt;br /&gt;• Nascimento de crianças de mães HIV positivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1. Transmissão sexual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relação sexual é a forma mais comum de transmissão do HIV em nosso país. Entretanto os riscos de infecção variam conforme o tipo de relação sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relação sexual anal - penetração do pênis no reto. É a forma de relação sexual que apresenta maior risco de infecção, tanto para homens quanto para mulheres. A mucosa do ânus não apresenta lubrificação própria, como a da vagina, sendo portanto mais frágil e fácil de apresentar ferimentos pelo traumatismo provocado pela penetração do pênis. A mucosa anal também possui uma grande capacidade de absorção (permite que os líquidos passem com facilidade), como se fosse uma esponja, aumentando o risco de contrair o HIV e outras DST. O risco existe também para quem penetra, isto é, quem introduz o pênis no (a) parceiro (a), caso o pênis e a mucosa anal tenham algum ferimento. Mesmo que esses ferimentos sejam tão pequenos que não possam ser percebidos, podem permitir a passagem do vírus de uma pessoa para outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relação sexual vaginal - penetração do pênis na vagina. Esse tipo de relação sexual oferece um risco de infecção muito maior para as mulheres do que para os homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a mulher o risco de infecção é grande porque:&lt;br /&gt;• a mucosa vaginal (película que reveste a vagina), mesmo sendo lubrificada, pode ser lesada durante a penetração do pênis, permitindo que o vírus entre pelos ferimentos causados;&lt;br /&gt;• a secreção da ejaculação fica muito tempo em contato com a mucosa vaginal;&lt;br /&gt;• a mucosa vaginal também pode absorver a secreção da ejaculação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem também corre o risco de infectar-se durante uma relação vaginal porque o atrito da penetração pode causar ferimentos que não são percebidos mas permitem a entrada do vírus caso a mulher esteja infectada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relação sexual oral - contato da boca com o órgão genital masculino ou o feminino. Mesmo que a mucosa da boca e a da garganta tenham uma capacidade de absorção pequena (menor que a do ânus e a da vagina), podem permitir a passagem de secreções e também do HIV O risco de infecção aumenta muito caso existam ferimentos ou inflamações nessas áreas. Das formas citadas o sexo oral é o que apresenta menor risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que significam "sexo seguro" e "sexo protegido"?&lt;br /&gt;A prática de atividades como masturbar-se, massagear-se, roçar-se, abraçar-se e fazer carícias genitais irá evitar que o sangue, o sêmen ou secreções vaginais de um parceiro entrem em contato com o sangue do outro e, dessa forma, prevenirá a transmissão do HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso correto e constante de preservativo (camisinha) na relação reduz o risco de infecção com HIV e outras DST Foi demonstrado que preservativos de látex são eficazes na proteção contra HIV, DST e gravidez, mas a utilização incorreta diminui sua eficácia porque, por exemplo, pode fazer com que eles se rompam. A relação sexual com preservativo é chamada de "sexo protegido".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora apenas um pequeno número de pessoas tenha contraído HIV por esses meios, as práticas seguintes apresentam algum risco:&lt;br /&gt;• felação (introdução do pênis na boca);&lt;br /&gt;• sexo oral vaginal (boca na vagina);&lt;br /&gt;• sexo oral anal (boca no ânus).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As seguintes práticas representam, sem dúvida, alto risco:&lt;br /&gt;• sexo anal (introdução do pênis no reto) sem preservativo;&lt;br /&gt;• sexo vaginal (introdução do pênis na vagina) sem preservativo;&lt;br /&gt;• qualquer prática sexual que cause sangramento;&lt;br /&gt;• esperma ou sangue levado à boca durante sexo urogenital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher pode transmitir o HIV quando transa com outras mulheres?&lt;br /&gt;Existem alguns poucos casos no mundo de mulheres que pegaram Aids porque transaram com outras mulheres. Sabe-se que o líquido vaginal e o sangue menstrual contêm quantidades suficientes do vírus para contaminar. O importante é não transar quando uma das duas estiver menstruada. Se usarem vibradores ou outros objetos, eles não podem ser compartilhados, a menos que se coloque camisinha neles. O contato entre a boca e o clitóris NÃO traz nenhum risco. É importante evitar o contato com o sangue e o líquido vaginal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível uma mulher se contaminar se o esperma de um homem infectado tocar alguma parte de seu corpo?&lt;br /&gt;O esperma que tiver o vírus da aids pode contaminar, sim, se entrar pela vagina, pelo ânus ou pela boca; se pegar em qualquer outra parte do corpo que não tenha uma ferida aberta, o perigo de transmissão pratica- mente não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível uma mulher se infectar se tiver relação apenas uma vez com um homem que tem Aids?&lt;br /&gt;Sim. Ainda que seja somente uma vez, se a relação se der sem camisinha é possível se contaminar com o vírus da aids. É como ficar grávida: existe possibilidade de engravidar transando uma única vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos parceiros são necessários para infectar-se com HIV ou doenças sexualmente transmissíveis (DST)?&lt;br /&gt;Um único contato com uma pessoa infectada pelo HIV ou por DST é suficiente para que haja transmissão. Entretanto, a probabilidade de contrair HIV aumenta de acordo com a quantidade de parceiros sexuais e com o número de relações sexuais desprotegidas. A presença de uma DST eleva o risco de transmissão do HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homens e mulheres têm o mesmo risco de infecção pelo HIV?&lt;br /&gt;As mulheres são mais vulneráveis à infecção pelo HIV do que os homens. A área de mucosa da vagina é maior que a do pênis e, portanto, fica mais exposta durante a relação sexual, podendo ser mais facilmente penetrada pelo vírus. Além disso, após a ejaculação o esperma, que pode conter muitos vírus, fica por algum tempo na vagina e no próprio útero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a mulher estiver menstruada, o risco de infectar-se é maior?&lt;br /&gt;O sangue menstrual de mulheres infectadas contém o vírus. Tanto a mulher quanto o homem correm um risco muito maior de contrair o HIV através da relação sexual durante a menstruação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2. Transmissão sangüínea&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível se infectar por transfusão de sangue ou seus derivados?&lt;br /&gt;Receber transfusão de sangue que não tenha sido testado é muito perigoso. Atualmente, entretanto, todos os bancos de sangue oficiais testam o sangue para transfusão e, assim, os riscos de contaminação são bem mais reduzidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível se infectar doando sangue?&lt;br /&gt;Não é possível contrair o HIV doando sangue desde que o material usado (agulha de injeção) seja esterilizado ou descartável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se contrai o HIV através de agulhas ou seringas de injeção?&lt;br /&gt;Uma pequena quantidade de sangue fica na agulha ou na seringa após alguém utilizá-las. Se outra pessoa usar essa mesma agulha ou seringa, tem esse sangue injetado em sua corrente sanguínea. Se o primeiro usuário estiver infectado, o segundo também ficará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas uma quantidade mínima de sangue é necessária para que ocorra a transmissão. Compartilhar agulhas ou seringas para qualquer propósito (medicamentos, drogas como heroína ou cocaína) pode transmitir o HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3. Transmissão mãe-filho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A transmissão pode ocorrer durante a gestação, na hora do parto ou pela amamentação. Durante a gravidez, as trocas de substâncias e sangue entre a mãe e o bebê acontecem através da placenta. Caso a mulher esteja infectada com o HIV, é possível que ela o passe para o bebê junto com essas substâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No parto, há risco de a criança ter ferimentos (pelo uso de fórceps, para sua retirada, ou por ocasião do corte do períneo – episiotomia –, para facilitar sua passagem). O contato desses ferimentos com o sangue materno infectado possibilita a passagem do HIV para a criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que acontece com um bebê nascido de uma mulher com infecção por HIV?&lt;br /&gt;O bebê pode nascer infectado com o vírus. A mãe infectada também pode transmitir a infecção ao bebê durante a amamentação, após o nascimento. Até cerca de três anos atrás, 20% a 40% dos bebês nascidos de mães infectadas adquiriam o vírus HIV e alguns desenvolviam a aids no primeiro ano de vida. A partir da indicação de tratamento para a gestante soropositiva e para o bebê logo após o nascimento, os níveis de infecção se reduziram para até 8%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É pouco útil testar bebês nascidos de mães infectadas com HIV logo após o nascimento. O resultado positivo significa que os anticorpos da mãe ainda estão circulando na corrente sangüínea do bebê. A partir dos 18 meses o teste pode ser considerado confiável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aleitamento materno pode transmitir o HIV?&lt;br /&gt;Sim. A possibilidade de ocorrer transmissão do HIV da mãe para a criança pela amamentação é de aproximadamente 14% quando a mãe já estava infectada pelo HIV e de 29% caso ela se infecte durante o período de amamentação.&lt;br /&gt;Portanto, não se recomenda que mães infectadas amamentem ou que as crianças recebam leite de outras mulheres, exceto se existir a certeza de que elas não estejam infectadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.4. Transmissão por outros meios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O HIV pode penetrar pela pele?&lt;br /&gt;Não. A pele serve normalmente como barreira para a penetração, porém essa barreira poderá ser quebrada quando acontecerem cortes, escoriações, úlceras, feridas, sangramento ou surgirem situações em que possa haver a absorção de fluidos contaminados pelo HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O HIV pode ser transmitido ao se fazer tatuagens?&lt;br /&gt;O sangue pode aderir a qualquer instrumento que corte ou perfure a pele e, se outra pessoa usá-lo sem que ele tenha sido esterilizado, correrá o risco de contaminação. Deve-se evitar fazer tatuagens, furar a orelha, barbear-se, compartilhar escova de dentes, fazer acupuntura ou participar de cerimônias de sangramento ou sangria, a menos que se tenha certeza absoluta de que os instrumentos utilizados foram esterilizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O HIV pode ser transmitido pela tosse ou espirro?&lt;br /&gt;O HIV não é transmitido por tosse, espirro, copos, xícaras e alimentos, piscinas, toalhas, assentos sanitários, animais caseiros, mosquitos e outros insetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomar água no copo ou comer com os mesmos talheres de um porta, dor do HIV é perigoso?&lt;br /&gt;Não. Podemos tomar água, cerveja ou qualquer bebida no mesmo copo de uma pessoa que tem aids porque a saliva não transmite o vírus. Sendo assim, também não há problema algum em comer com os mesmos talheres e pratos de uma pessoa com aids.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há risco em dormir (sem transar) com uma pessoa que esteja&lt;br /&gt;com o vírus?&lt;br /&gt;Não. Dormir na mesma cama, compartilhar os mesmos lençóis de uma pessoa com aids não contamina porque o vírus não é passado por meio de objetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são os riscos de viver perto de alguém que tem aids?&lt;br /&gt;Viver perto de alguém que tem aids, ou de alguém infectado pelo HIV, não fará com que você tenha HIV Você pode viver absolutamente seguro, na mesma casa, com alguém que tem aids.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há perigo de contágio através dos aparelhos e instrumentos usados pelos dentistas?&lt;br /&gt;Os instrumentos utilizados nos consultórios de dentista são submetidos a esterilização em temperaturas superiores às necessárias para destruir o HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às anestesias, elas são aplicadas com agulhas descartáveis e, com esse cuidado, não existe nenhum risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, todos os pacientes têm o direito de questionar os dentistas quanto aos cuidados existentes no consultório, e alguns deles podem ser observados, por exemplo: se o profissional usa luvas, se descarta a agulha utilizada, se tem estufa para esterilização etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É perigoso usar a mesma escova de dentes de um portador?&lt;br /&gt;Todos os objetos que ocasionem algum sangramento durante o uso podem transmitir o HIV se não tiverem sido esterilizados. Recomenda-se que não se compartilhe escova de dentes com ninguém, independentemente de ser ou não portador do HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível pegar o HIV através de esportes de contato?&lt;br /&gt;É possível que a transmissão ocorra se um atleta infectado tiver um ferimento e seu sangue entrar em contato com um corte na pele ou membrana da mucosa de outro atleta. Mesmo assim, o risco de contaminação é muito pequeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existe evidência de que algum participante de qualquer atividade esportiva tenha se infectado com HIV ou tenha transmitido o HIV a outros participantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido a essa baixa probabilidade, seria prudente adotar os procedimentos a seguir em práticas desportivas em que possa ocorrer sangramento.&lt;br /&gt;• Limpar qualquer corte com anti-séptico e cobrí-lo bem.&lt;br /&gt;• Se ocorrer sangramento, interromper a atividade até o estancamento e limpar e tratar o ferimento com anti-séptico, cobrindo-o de forma segura.&lt;br /&gt;• Usar sempre luvas de látex ao tratar de pessoas feridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mosquitos e insetos transmitem o HIV?&lt;br /&gt;Há provas evidentes de que o HIV não é transmitido por mosquitos ou demais insetos, como pulgas, piolhos, percevejos e outros que possam estar presentes na residência de doentes com Aids; eles não transmitem o vírus a outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os mosquitos fossem responsáveis pela transmissão do HIV, indivíduos de todas as idades estariam infectados. De fato, crianças antes da puberdade raramente são infectadas, a menos que tenham nascido de mães infectadas ou recebido transfusão de sangue contaminado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe-se que o HIV vive em algumas células do organismo humano, mas que não vive nas células dos insetos. Portanto, mosquitos e outros insetos não podem ser hospedeiros do HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O HIV não é como o parasita da malária, que vive muito bem no mosquito e é transmitido às pessoas que são picadas pelo inseto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Testes para Aids&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer exame de sangue mostra se uma pessoa está infectada com o HIV?&lt;br /&gt;Não. Num exame de sangue normal, o hemograma, não é possível saber. Para ter certeza de que está infectada, a pessoa tem de fazer um exame de sangue específico para aids.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são os exames para Aids mais comuns?&lt;br /&gt;O teste mais comum para detectar anticorpos contra o HIV é chamado Elisa. Existem outros que são menos utilizados ou utilizados apenas para confirmar o resultado do Elisa, que são o Western-Blot e a imunofluorescência indireta para HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente já existe um exame que serve para medir a quantidade de vírus que existe no sangue de uma pessoa. Ele se chama exame da carga viral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que são anticorpos?&lt;br /&gt;O sistema de defesa do organismo (sistema imunológico) produz substâncias que circulam no sangue e servem para combater e destruir diversos vírus e germes que invadem o organismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presença de anticorpos específicos no sangue de uma pessoa indica que ela esteve exposta àquela infecção, ou seja, quando um exame de sangue revela que existem anticorpos para o HIV, significa que a pessoa está infectada pelo HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é o "período da janela imunológica"?&lt;br /&gt;É o tempo que o organismo leva para produzir, depois da infecção, certa quantidade de anticorpos que possa ser detectada pelos exames de sangue. Para o HIV, esse período é normalmente de duas a doze semanas; em algumas circunstâncias, pode ser mais prolongado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso significa que, se um teste para anticorpos de HIV for feito durante o "período da janela imunológica", é provável que dê um resultado negativo, embora a pessoa já esteja infectada pelo HIV e possa transmiti-lo a outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de o teste ser negativo, as pessoas devem retornar para realizar outro dentro de um período de três meses; caso a pessoa tenha sido infectada, os anticorpos se desenvolverão durante esse período (essas pessoas têm de evitar comportamentos de risco durante os três meses).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando uma pessoa deve fazer o teste para o HIV?&lt;br /&gt;Sempre que a pessoa sentir que pode ter se exposto ao HIV. As implicações tanto do resultado positivo quanto do negativo devem ser encaradas e discutidas antecipadamente com um profissional de saúde ou orientador em HIV/Aids.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que são CTA?&lt;br /&gt;Os Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) são serviços que contam com profissionais de saúde treinados para oferecer o teste anti-HIV de forma gratuita e confidencial, acompanhado de aconselhamento pré e pós-teste e apoio psicológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os objetivos dos CTA são:&lt;br /&gt;• Contribuir para a redução dos riscos de infecção pelo HIV e outras DST.&lt;br /&gt;• Ampliar o acesso da população ao diagnóstico da infecção pelo HIV.&lt;br /&gt;• Estimular a adoção de comportamentos e práticas seguras em relação à transmissão do HIV e outras DST.&lt;br /&gt;• Facilitar a busca de serviços assistenciais aos portadores de HIV/Aids.&lt;br /&gt;• Reduzir a procura por bancos de sangue por parte de pessoas que desejam realizar o teste anti-HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são as vantagens de fazer o teste para o HIV?&lt;br /&gt;Se você não estiver infectado, ficará aliviado em saber o resultado e poderá proteger-se no futuro. Se você estiver infectado com o HIV, poderá:&lt;br /&gt;• Receber tratamento precoce e viver mais tempo com melhor qualidade de vida.&lt;br /&gt;• Usar novos medicamentos, à medida que forem sendo descobertos.&lt;br /&gt;• Informar seu (s) parceiro (s) de que você tem o HIV, evitando que sejam infectados.&lt;br /&gt;• Prevenir-se de nova infecção e de infectar outras pessoas usando preservativo em toda relação sexual.&lt;br /&gt;• Evitar compartilhar objetos que têm contato com sangue, como agulhas e seringas.&lt;br /&gt;• Decidir não doar sangue ou outros tecidos.&lt;br /&gt;• Desenvolver um bom sistema de apoio emocional nos primeiros estágios da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fazer e o que não fazer se o resultado for positivo?&lt;br /&gt;• Uma pessoa com HIV tem oportunidade de conscientizar outras pessoas da doença e de lutar pelos direitos dos doentes de aids.&lt;br /&gt;• Entretanto, as pessoas que têm aids devem pensar com cuidado sobre revelar seu estado, uma vez que a incompreensão e a discriminação existem e podem afetá-las, e àqueles que amam.&lt;br /&gt;• Em muitas situações, as famílias são a maior fonte de cuidado e apoio, e o tipo de cuidado e apoio para pessoas infectadas com HIV pode mudar, dependendo do estágio da infecção. Esta situação requer aconselhamento para membros da família, bem como para a pessoa infectada.&lt;br /&gt;• Toda informação médica, incluindo a condição de HIV/Aids, deve ser confidencial.&lt;br /&gt;• A infecção provocara pelo HIV não deve ser a causa para que se deixe de trabalhar ou estudar.&lt;br /&gt;• No trabalho ou na escola, como em qualquer lugar, a pessoa infectada pelo HIV tem a responsabilidade de comportar-se de maneira a não colocar os outros em situações de risco de infecção.&lt;br /&gt;• Doar sangue é uma maneira irresponsável de verificar se alguém tem o HIV Se você quiser fazer o teste, consulte quem cuida de sua saúde, que o encaminhará a um orientador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é aconselhamento?&lt;br /&gt;Em um CTA ou em Serviço Especializado em aids, o aconselhamento é um processo no qual a pessoa ou cliente estabelece uma relação de confiança com o profissional de saúde; ao conversar sobre o teste anti-HIV, recebe apoio emocional, avalia sua necessidade de realizar o teste e também é orientado sobre outros serviços de saúde necessários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de realizado o teste anti-HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o resultado for negativo, o orientador discutirá a importância da prevenção de HIV/Aids em detalhe com a pessoa, a fim de diminuir riscos futuros de infecção. A conversa será não apenas sobre os métodos disponíveis, mas também sobre a situação individual de cada pessoa, preocupações e atitudes que podem influenciar sua opinião sobre a possibilidade e aceitabilidade desses métodos e se pretende utilizá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o resultado for positivo, o orientador falará com a pessoa a respeito de tudo o que foi dito anteriormente, a fim de que ela evite infeccionar o parceiro (ou filhos) e também reinfectar-se (o que pode acelerar a progressão da doença). Além disso, a principal tarefa do orientador será oferecer compaixão, apoio e informação prática, incluindo encaminhamento aos serviços médicos adequados, à pessoa que poderá habilitá-la a enfrentar a depressão e a ansiedade e a tomar decisões pessoais. Sessões de acompanhamento serão necessárias, para assegurar apoio significativo, consistente, e a longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Vacinas para a Aids&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já existem vacinas para a Aids?&lt;br /&gt;Não. Há instituições científicas que trabalham no desenvolvimento de vacinas que poderão proteger contra a infecção pelo HIV no futuro. No entanto há muitas dificuldades, e a principal está no fato de que há diversos tipos de HIV O trabalho prossegue nesse campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Tratamento para a Aids&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já existem medicamentos capazes de curar a aids?&lt;br /&gt;Não. Há medicamentos apenas para tratar a aids. Alguns têm sido capazes de inibir a multiplicação do HIV em pessoas infectadas. Eles não eliminam o vírus do organismo, mas são úteis para prolongar a vida de pacientes infectados por HIV e melhorar sua qualidade de vida.&lt;br /&gt;Existem diversos medicamentos eficazes contra muitas das infecções oportunistas relacionadas à Aids.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é o "coquetel" de tratamento da Aids?&lt;br /&gt;Consiste na utilização de uma combinação de medicamentos que podem atuar em fases diferentes do ciclo do vírus, diminuindo a multiplicação do vírus e fazendo com que seus ataques ao sistema imunológico sejam atenuados, o que prolonga a vida do portador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Prevenindo HIV/Aids&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A camisinha é segura para evitar a transmissão do HIV e das outras DST?&lt;br /&gt;O preservativo (camisinha), quando usado de forma correta, é o meio mais eficaz de impedir a transmissão sexual do HIV e de outros agentes que causam as DST O envelope só deve ser aberto na hora de usá-lo, ou seja, logo depois de obtida a ereção. A penetração deve ser feita apenas depois de colocado o preservativo. O reservatório da ponta deve ser apertado durante a colocação para que todo o ar saia de seu interior, já que ele servirá para armazenar o esperma quando houver ejaculação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A camisinha feminina é segura?&lt;br /&gt;A camisinha feminina, assim como a masculina, se utilizada corretamente, é 100% eficaz na prevenção da transmissão sexual do HIV e das outras DST, além de dar maior poder à mulher – que, em muitas situações, não tem como negociar com o parceiro a colocação da camisinha masculina – pois pode ser colocada antes do início das preliminares (carícias que antecedem à penetração).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é possível reduzir o risco de transmissão sexual do HIV?&lt;br /&gt;Usando preservativo em todas as relações sexuais e tratando as outras DST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como evitar que os usuários de drogas injetáveis se contaminem com o HIV através de agulhas ou seringas?&lt;br /&gt;Se uma pessoa não tiver condições de usar uma agulha ou uma seringa limpas, poderá ferver os instrumentos ou lavá-los da seguinte forma:&lt;br /&gt;• Enxágüe a seringa com água fria e limpa pelo menos duas vezes e jogue fora a água usada.&lt;br /&gt;• Enxágüe a seringa com água sanitária comum pelo menos duas vezes e jogue fora a água sanitária.&lt;br /&gt;• Enxágüe novamente com água limpa e fria, pelo menos duas vezes, para tirar a água sanitária.&lt;br /&gt;Algumas cidades realizam programas de troca de agulhas e seringas (agulhas ou seringas usadas são substituídas por novas) para usuários de drogas injetáveis. Aqueles que não conseguem interromper o uso de drogas injetáveis podem aderir a esses programas para, ao menos, evitar a transmissão do HIV e outras doenças, como hepatite, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Direitos do portador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O portador do HIV deve ser afastado do trabalho?&lt;br /&gt;Nem o portador nem o doente de aids devem ser afastados do trabalho, a menos que sua condição física não permita que continuem trabalhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pessoa com HIV não pode mais ter relações sexuais?&lt;br /&gt;Tanto o portador quanto o doente de aids podem exercer plenamente sua sexualidade, desde que o parceiro (ou parceira) seja previamente comunicado e se utilize preservativo em todas as relações sexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se um aluno for HIV positivo é obrigatório comunicar a escola?&lt;br /&gt;Não. É um direito do portador não querer falar para as pessoas do seu convívio social sobre sua condição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O teste do HIV pode ser realizado sem a pessoa saber?&lt;br /&gt;Não. O teste só deve ser realizado com o consentimento da pessoa e de forma voluntária, a menos que tenha como objetivo selecionar doadores de sangue e doadores de órgãos para transplante ou que seja feito com material anônimo (sem identificação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O teste do HIV pode ser obrigatório para admissão em um novo emprego?&lt;br /&gt;Não. O teste não pode nunca ser compulsório (obrigatório). As leis brasileiras proíbem essa obrigatoriedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Programa Nacional de DST / AIDS do Ministério da Saúde&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-1875569492545948047?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/1875569492545948047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=1875569492545948047' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1875569492545948047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1875569492545948047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2010/11/sobre-hiv-e-aids-duvidas-e-respostas.html' title='Sobre HIV e Aids;  dúvidas e respostas'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TNu0F-m3imI/AAAAAAAAAG4/QqJzlDOnAec/s72-c/d353f88e88484b44%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-4384485483522656082</id><published>2010-09-27T09:13:00.000-07:00</published><updated>2010-09-27T09:25:38.666-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='depressao'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mito'/><title type='text'>Mitos da Depressão</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TKDFLyK0l_I/AAAAAAAAAGw/2X62nTM94Yk/s1600/depressao2%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 143px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5521629949392623602" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TKDFLyK0l_I/AAAAAAAAAGw/2X62nTM94Yk/s200/depressao2%5B1%5D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Psicólogo e Sexólogo Paulo Bonanca&lt;br /&gt;www.paulobonanca.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mitos da Depressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que você já sabe um pouco mais sobre por que e como a depressão ocorre, é hora de derrubar alguns mitos sobre a depressão. Todos nós já ouvimos algumas dessas frases:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Depressão é sinal de fraqueza, se ela realmente quisesse, ela poderia sair dessa depressão"', ou "Ela tem um caráter forte. Vai sair dessa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem força de caráter nem situação social protegem alguém contra a depressão. Ela pode acontecer com qualquer um, a qualquer hora e em qualquer idade. Como a depressão é causada por um desequilíbrio no cérebro, é pouco provável que ela "saia sozinha" de uma depressão. Medicamentos e outras terapias são geralmente necessários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É melhor não perguntar sobre a depressão. Só piora as coisas. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando estamos deprimidos, um ouvinte solidário pode ajudar muito. Mesmo que a intenção seja boa, se os amigos e parentes ignoram nossa depressão, podem nos fazer ficar mais retraídos e envergonhados de nossos sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se ele sair mais, logo vai se sentir melhor", ou "Se me envolver no trabalho, a depressão vai embora."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte das pessoas com depressão não gosta mais das atividades que antes as faziam felizes. Sem tratamento, sair tem um efeito mínimo no estado mental de um deprimido. Da mesma forma, envolver-se no trabalho não ajuda a se livrar da depressão. A depressão sem tratamento pode durar nove meses ou mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não sei por que ela está deprimida. Ela tem um ótimo emprego e um marido maravilhoso. A vida dela é bem mais fácil que a minha. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a depressão é uma doença, pode afetar a todos por melhor que seja a vida da pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sei que ele está muito deprimido e falou em morte, mas ele não vai se suicidar. Ele não é disso."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A depressão pode mudar as pessoas. Qualquer deprimido que pense em morte ou suicídio precisa de auxílio médico IMEDIATAMENTE.&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.bristol.com.br/depres1.htm&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-4384485483522656082?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/4384485483522656082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=4384485483522656082' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/4384485483522656082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/4384485483522656082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2010/09/mitos-da-depressao.html' title='Mitos da Depressão'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TKDFLyK0l_I/AAAAAAAAAGw/2X62nTM94Yk/s72-c/depressao2%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-1871001734185241353</id><published>2010-09-04T07:11:00.000-07:00</published><updated>2010-09-04T07:53:56.492-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='disfunção sexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologia'/><title type='text'>35% das mulheres brasileiras sofrem com disfunção sexual</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIJXEUolAVI/AAAAAAAAAGo/WRxkTd06bFw/s1600/feminino+simbolo+mimo%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5513064625624908114" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIJXEUolAVI/AAAAAAAAAGo/WRxkTd06bFw/s200/feminino+simbolo+mimo%5B1%5D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pesquisa mostra que 35% das mulheres no Brasil sofrem com disfunção sexual Médicos orientam o que deve ser feito para evitar traumas&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Participação: Psicólogo e Sexólogo Paulo Bonanca&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;01/09/2010 10:45&lt;br /&gt;Silvia Pacheco&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Correio Braziliense&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nunca se falou tanto de sexo. Jamais ele foi considerado tão importante. O dinheiro que se gasta com isso não para de crescer. E nunca se faz tanto sexo como agora. Boa parte das mulheres, porém, parece não aproveitar a festa como poderia. Dados da mais ampla pesquisa feita sobre sexo já realizada no país — o estudo Mosaico Brasil —, em 2008, mostram que 35% das mulheres adultas sofrem de algum tipo de disfunção sexual. Os estudiosos no assunto revelam que, a cada 100 mulheres, 35 nunca atingiram o orgasmo e uma em 10 tem problemas de desejo sexual. Na vida de cada uma, isso torna-se um problema que atrapalha não só a relação conjugal, mas também a saúde mental e física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo especialistas, as causas das disfunções sexuais femininas podem ser tanto orgânicas — como doenças e uso de drogas — quanto psicológicas. É consenso nos consultórios, contudo, que grande parte dos problemas sexuais são provocados justamente por razões emocionais. “Isso envolve as várias nuances do relacionamento a dois e a construção da sexualidade individual”, diz o psicólogo e sexólogo Paulo Bonança. São traumas, culpas e até desentendimentos com o parceiro que acabam agravando o quadro de disfunção sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os fatores orgânicos, há elementos como a fisiologia da mulher — má formação congênita, questões hormonais e até doenças como o diabetes, a hipertensão e a depressão — e o uso de remédios. Já os fatores emocionais passam pelo âmbito cultural, influenciado pela sociedade — com seus valores e preconceitos —, pela herança herdada dos pais e até mesmo pela religião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gérson Lopes, ginecologista e presidente da Comissão de Sexologia da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), destaca que, primeiro, é necessário a mulher conhecer e entender o seu corpo e, principalmente, não ignorar os problemas que surgem. Ou seja, a mulher deve procurar um médico quando aparecer qualquer tipo de problema que a incomode em relação ao sexo. “Esses problemas são muito mais comuns do que se imagina. O melhor de tudo é que eles têm tratamento. Se forem orgânicos e fisiológicos, o ginecologista resolve. Se for na esfera emocional, o sexólogo trata rápido, dependendo dos fatores causadores. Se não for tratado, a mulher pode entrar em depressão”, esclarece Lopes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Libido&lt;br /&gt;As duas maiores queixas que o ginecologista recebe em seu consultório são a falta de desejo sexual e a falta de excitação, ou ausência de prazer. “Isso afeta, principalmente, mulheres a partir dos 40 anos, que começam a ter a libido reduzida(1) por conta do início do climatério”, esclarece. O médico explica que essa ausência se dá de duas formas: quando a mulher tem desejo, mas não sente prazer, o que, possivelmente, está associado a fatores emocionais; e quando ela consegue ter prazer, mas não há lubrificação vaginal adequada, o que faz com que a relação sexual se torne dolorida. Essa segunda situação, de acordo com Lopes, na maioria da vezes, está relacionada à deficiência na produção do hormônio estrogênio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sabendo das consequências decorrentes da menopausa, a comerciante Maria*, 50 anos, se assustou quando começou a sentir dor no ato sexual. “Ficava me perguntando o que havia de errado, pois eu sentia desejo, mas o sexo me machucava. Procurei o médico e ele me disse que minha lubrificação vaginal havia diminuído e que iria diminuir mais com a idade — na época, tinha 42 anos. Ele me passou alguns remédios, para acertar meus hormônios, e me receitou lubrificantes. A partir daí, retomei minha vida sexual e não tive mais dores”, relata a comerciante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, uma disfunção chama a atenção dos especialistas: a falta de orgasmo. Esse problema, segundo Lopes, atinge mulheres jovens de 20 anos a 30 anos e, possivelmente, é causado pela “ditadura” do orgasmo e pela ansiedade do desempenho sexual. Paulo Bonança acrescenta que a pressão sobre a mulher para que ela se enquadre nos padrões de beleza e para que ela corresponda à imagem da “mulher dos sonhos” — a mais bonita, a melhor de cama, a que está sempre com vontade e tem prazer o tempo todo. “Se espera que as pessoas sigam os padrões de comportamento. Isso é negar o que ela sente de verdade. Esses aspectos são externos e não representam o que a pessoa sente e quer”, diz o sexólogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe das nuvens&lt;br /&gt;A publicitária Mônica*, 36 anos, afirma nunca ter tido um orgasmo. “Adoro sexo, sinto prazer, mas nunca fui até ‘as nuvens’, como minhas amigas dizem sentir-se quando têm orgasmo”, brinca. A publicitária alega que o fato de ter sido gorda na adolescência reflete-se hoje. “Sempre acho que o meu parceiro não vai me achar gostosa e isso me atrapalha, porque fico prestando atenção se ele está observando alguma coisa no meu corpo”, conta. Mônica revela que a obrigação que ela sente de estar sempre bonita para o prazer do outro a incomoda. “Não é todo dia que estamos bem, mas me sinto na obrigação de estar.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que a publicitária vive é a realidade de muitas mulheres. Bonança ressalta, porém, que o sexo não é algo pensado, mas sim sentido. Segundo ele, quando uma pessoa faz sexo se observando, ela está fora do ato, não está em contato com o prazer. Por outro lado, fingir que não está acontecendo nada e não conversar sobre o problema só agrava o quadro. “É a fantasia de que, se não se tocar no assunto, não se vai passar pela angústia e ansiedade. Essa própria disfunção é um sintoma de que a pessoa encobre algo”, analisa o sexólogo. “O ideal é que a pessoa busque ajuda. Uma terapia específica com sessões no consultório e com possíveis tarefas de casa — atividades de autoconhecimento.” Bonança insiste, contudo, que a mulher deve conversar com o parceiro. “O companheiro pode até pensar que não há nenhum problema, mas sente que algo está errado. O corpo fala.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nomes fictícios a pedido das entrevistadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Estrogênio em queda&lt;br /&gt;A menopausa é um dos fatores que podem desencadear uma redução da libido. Quando começa, na meia-idade, o corpo diminui a produção do estrogênio — que inicia na adolescência, quando é responsável pelo aparecimento dos sinais sexuais secundários na mulher. A diminuição desse hormônio é a causa da falta de lubrificação vaginal, que acaba por afetar as relações sexuais, ao tranformá-las em algo desagradável e doloroso. O tratamento é feito com a reposição hormonal indicada por um ginecologista. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/09/01/cienciaesaude,i=210882/PESQUISA+MOSTRA+QUE+35+DAS+MULHERES+NO+BRASIL+SOFREM+COM+DISFUNCAO+SEXUAL.shtml&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-1871001734185241353?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/1871001734185241353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=1871001734185241353' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1871001734185241353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1871001734185241353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2010/09/35-das-mulheres-brasileiras-sofrem-com.html' title='35% das mulheres brasileiras sofrem com disfunção sexual'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIJXEUolAVI/AAAAAAAAAGo/WRxkTd06bFw/s72-c/feminino+simbolo+mimo%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-1521370927832184427</id><published>2010-09-02T11:17:00.000-07:00</published><updated>2010-09-02T11:25:37.955-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='travestis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lesbica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='transexuais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gay'/><title type='text'>Brasil regulamenta cirurgia que permite mudança de sexo às mulheres</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TH_rsoDbQ0I/AAAAAAAAAGA/_GsAyGu9bbw/s1600/lesbicas%5B1%5D.gif"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5512383620823335746" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TH_rsoDbQ0I/AAAAAAAAAGA/_GsAyGu9bbw/s200/lesbicas%5B1%5D.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Psicólogo e sexólogo Paulo Bonanca&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio de Janeiro, 2 set (EFE).- A cirurgia que permite às mulheres transexuais remover seus órgãos sexuais femininos deixou de ser experimental no Brasil a partir de hoje com a publicação no Diário Oficial da União de uma resolução do Conselho Federal de Medicina que regulamenta a intervenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resolução estabelece normas para o procedimento cirúrgico de "adequação do fenótipo feminino ao masculino" consistente na remoção do útero, do ovário e das mamas, mas ainda não o da construção de pênis, que seguirá sendo experimental.&lt;br /&gt;"Consideramos que esse procedimento (de construção de pênis) procura resultados estéticos e funcionais ainda questionáveis e por isso será mantido como experimental", segundo o relator da resolução do conselho, Edvard Araújo, citado em comunicado divulgado pelo organismo.&lt;br /&gt;De acordo com a entidade, a partir de hoje qualquer hospital público ou privado poderá fazer a cirurgia desde que a interessada demonstre que atende aos critérios estabelecidos, entre os quais sentir-se incômoda com seu corpo feminino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cirurgia de mudança de sexo para mulheres era realizada apenas por clínicas particulares e em caráter experimental.&lt;br /&gt;Para os homens, esse tipo de procedimento já é regulamentado há vários anos e desde 2008 é oferecida gratuitamente nos hospitais públicos.&lt;br /&gt;Segundo as normas estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina para o caso das mulheres, a interessada no procedimento precisa ter 21 anos de idade e um diagnóstico médico que indique que é portadora de transgenitalismo (rejeita seus órgãos sexuais femininos) e que está em condições físicas de realizar a operação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como no caso dos homens, as mulheres poderão submeter-se ao procedimento depois de passarem por um processo de acompanhamento médico de dois anos com uma equipe médica multidisciplinar, formada por um cirurgião, um endocrinologista, um psicólogo e um assistente social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho Federal de Medicina entende que a mulher transexual tem um desvio psicológico que a impede de aceitar seu corpo e essa rejeição pode levá-la a praticar mutilações e até o suicídio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resolução permite superar um impedimento jurídico que considera as cirurgias de remoção de órgãos genitais pode configurar crime de mutilação.&lt;br /&gt;O presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, lembrou a decisão e disse que evitará novos casos de mulheres que se mutilavam por rejeitar seu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A medicina pode ajudar a construir a cidadania independentemente de sua identidade de gênero", segundo Reis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério da Saúde aprovou em agosto de 2008 um decreto que permite a realização gratuita de cirurgias de mudança de sexo para homens transexuais em hospitais públicos. EFE&lt;br /&gt;fonte: &lt;a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/02092010/40/mundo-brasil-regulamenta-cirurgia-permite-mudanca.html"&gt;http://br.noticias.yahoo.com/s/02092010/40/mundo-brasil-regulamenta-cirurgia-permite-mudanca.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-1521370927832184427?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/1521370927832184427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=1521370927832184427' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1521370927832184427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1521370927832184427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2010/09/brasil-regulamenta-cirurgia-que-permite.html' title='Brasil regulamenta cirurgia que permite mudança de sexo às mulheres'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TH_rsoDbQ0I/AAAAAAAAAGA/_GsAyGu9bbw/s72-c/lesbicas%5B1%5D.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-3077854583739000064</id><published>2010-09-01T12:12:00.000-07:00</published><updated>2010-09-02T06:45:02.697-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ciume'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ciumes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>Seu ciúme é obsessivo?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TH6m0RuV-QI/AAAAAAAAAFw/__38cDhM65s/s1600/ciumes.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 172px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5512026410989254914" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TH6m0RuV-QI/AAAAAAAAAFw/__38cDhM65s/s200/ciumes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Participação psicólogo e sexólogo Paulo Bonança&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;www.paulobonanca.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A secretária Ana Paula A., 37 anos, estava casada com o empresário Carlos A. há três anos quando, motivada por excesso de ciúme, teve o seu pior surto. Depois de muitas brigas e discussões sem fundamentos, ela perdeu o controle de vez quando o marido chegou muito tarde do trabalho. “O celular dele estava desligado e logo comecei a imaginar besteiras. Rasguei todas as roupas dele, destruí livros, quebrei as bebidas que ele guardava no bar. Parecia que estava tomada por algo maior que eu. Não me reconheci”, conta ela. O casamento? Terminou, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa paranoia geralmente aparece quando a pessoa sente que um rival (real ou imaginário) passa a receber as atenções da pessoa amada. E aí, qualquer motivo simples pode ser o estopim para um descontrole. “O ciúme está relacionado com fantasias negativas, o que pode gerar certo nível de paranoia”, explica o psicólogo e especialista em sexualidade humana Paulo Bonança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o limiteA vendedora Regina*, 32 anos, precisou chegar ao limite extremo para procurar ajuda. Sentada com o namorado em um bar na Zona Leste de São Paulo, ela se descontrolou quando, após voltar do banheiro, encontrou o namorado conversando com uma vizinha do bairro. “Não lembro direito o que aconteceu. Minha vista escureceu e só percebi o que fiz depois que o nervosismo passou. Agredi violentamente a mulher, feito um bicho. Eu já era extremamente ciumenta. Com a bebida, tudo ficou pior”. A vendedora deu duas facadas que, por sorte, não atingiram a vítima fatalmente. A pena foi de cinco anos de prisão e toda uma vida de culpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O ciúme pode mostrar sua face horrenda, pode irromper a fúria e os conflitos se tornam&lt;br /&gt;praticamente inevitáveis”, explicam os psicólogos Masters e Jonhson, autores do livro Relacionamento Amoroso (Ed. Nova Fronteira). E saber o que leva a essa demonstração horrível e doentia é o primeiro passo para procurar ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ser infiel e extremamente insegura, a dentista Rosa Maria, 28 anos, projetou a sua vida na relação que mantinha com o médico Luís Souza, 33 anos. Diante dos seus pulinhos extraconjugais e suas encanações pessoais, Rosa passou a ter ciúme de todas as ações do namorado. Reclamava de falta de atenção, não permitia saídas com os amigos e controlava emails e a agenda do celular.&lt;br /&gt;“O estopim foi quando, completamente descontrolada, proibi que ele saísse de casa para trabalhar. Retalhei os pneus do carro num acesso de fúria e ainda contratei um detetive para me manter informada de cada passo. A nossa relação terminou após esses episódios, durante uma discussão marcada por muita violência física”, relembra ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É doença?O histórico de cada um e os anseios pessoais são excelentes mapas para diagnosticar a origem do ciúme patológico. “Pode ser que ele surja devido à insegurança, baixa autoestima, imaturidade emocional ou outros aspectos emocionais relacionados à história afetiva de um ou ambos os sujeitos da relação” , explica Paulo Bonança. “Depois, pode surgir pelo medo do abandono, da solidão, da sensação de perda emocional, de controle, da forma como o casal construiu seu espaço de intimidade e diálogo e, sobretudo, a forma como o casal enfrenta suas dificuldades”, completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é o alvo desses destemperos emocionais também sofre com os ataques. Mas nem sempre consegue segurar a barra em tempo de salvar a relação e a vida de cada um. Depois de ver a mãe ser agredida pela ex-mulher, o feirante João Ramalho, 34 anos, não teve mais forças para ajudar a esposa.&lt;br /&gt;“Presenciei cenas horríveis da minha mulher. Em casa, no meu trabalho, na frente dos amigos. Percebi que ela precisava de ajuda e tentei até o meu limite. Até o dia em que ela agrediu minha mãe fisicamente por achar que ela encobria alguma coisa minha. Foi muito triste pra mim, porque eu amava muito aquela mulher”, desabafa o feirante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O antídotoO processo de melhora não é fácil e geralmente precisa de acompanhamento profissional. A auto-avaliação emocional é super importante, mas nem sempre há coragem de fazê-la. “Pode se instalar o desejo de mudar para não perder a pessoa amada e, por outro lado, pode se instalar o medo de analisar, de se olhar, de deixar a superficialidade da “flor da pele” e buscar afetos, sentimentos e emoções mais profundos, de trabalhar as causas e não somente os efeitos”, explica o psicólogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulheres que amam demaisPara dar uma força e ajudar a se descobrir é que grupos como o MADA (www.grupomada.com.br) (Mulheres que Amam Demais) recebem com frequência casos de mulheres que se descontrolam por ciúmes. Lá, provavelmente alguém falará de alguma situação que se assemelhe à sua.&lt;br /&gt;Mesmo que não encontre ninguém nas mesmas condições, você poderá se identificar com a forma com que muitas das mulheres sentem os efeitos que a dependência de pessoas produz em suas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você acha que tem um problema, invista em si mesma e tenha coragem para resolvê-lo, com ou sem ajuda. “Acredito sempre na capacidade que as pessoas têm de crescer, de aprender de seus atos, palavras e sentimentos, mesmo que seja um processo difícil” conta Paulo.&lt;br /&gt;fonte: &lt;a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/seu+ciume+e+obsessivo+descubra+e+saiba+como+sair+dessa/n1237504664122.html"&gt;http://delas.ig.com.br/comportamento/seu+ciume+e+obsessivo+descubra+e+saiba+como+sair+dessa/n1237504664122.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-3077854583739000064?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/3077854583739000064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=3077854583739000064' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/3077854583739000064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/3077854583739000064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2010/09/seu-ciume-e-obsessivo.html' title='Seu ciúme é obsessivo?'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TH6m0RuV-QI/AAAAAAAAAFw/__38cDhM65s/s72-c/ciumes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-4476838465074827636</id><published>2010-08-25T08:55:00.000-07:00</published><updated>2010-08-25T12:28:27.835-07:00</updated><title type='text'>Menopausa</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/THVt8g3GptI/AAAAAAAAAFo/urt6CURAKfI/s1600/meno.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 98px; DISPLAY: block; HEIGHT: 118px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509430605538305746" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/THVt8g3GptI/AAAAAAAAAFo/urt6CURAKfI/s200/meno.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Psicólogo e sexólogo Paulo Bonanca&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Menopausa&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando o assunto é menopausa, vale a pena fazer uma reflexão: será que as mães e avós das mulheres de hoje, que nem faziam reposição hormonal, eram mais felizes ou já estavam habituadas ao sofrimento e não reclamavam? Será que a vida moderna complicou a questão da menopausa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que não se pode negar é que a menopausa, para muitas mulheres é apesar da orientação médica, tem se constituído num período cheio de incertezas e desconforto que vão desde a transpiração excessiva, irritabilidade fácil, cansaço inexplicável, baixa de desejo sexual, e até as mudanças repentinas de humor e uma sensação de vazio, tristeza e depressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa fase, muitas vezes a mulher tem um companheiro pouco atraente, que não corresponde as suas expectativas, seja pela perso&amp;shy;nalidade, seja por temperamento. O marido apesar de ter sido trabalhador e bom caráter, a vida toda apresentou enormes dificuldades para se manifestar afetivamente. Pouco carinhoso, mau ouvinte e um tanto frio, nem sempre se revelou um bom amante,&amp;shy; pois assim como muitos outros homens da sua geração são ansio&amp;shy;sos, apressa&amp;shy;dos, de poucas carícias, mais chegado a um sexo rápido seguido ime&amp;shy;diatamente pelo sono profundo e barulhento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casados há muitos anos, se acomodaram na relação morna, sem atrativos e repetitiva, mas agora, com a chegada da menopausa, essa mulher começa a fazer reavaliações inevitáveis.&lt;br /&gt;Quem está experimentando essa etapa da vida não pode ter medo dessas reavaliações. Elas são necessárias e devem ser encaradas, mas é preciso saber pesar com equilíbrio, rever o lado bom e nunca pensar que as coisas estão perdidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher não precisa buscar apenas a reposição hormonal como solução para as dificuldades vivenciadas na menopausa. Ela pode procurar uma boa e saudável reposição afetiva, buscando&amp;shy; um entendimento melhor com seu companheiro e reavivando a própria sexua&amp;shy;lidade. Como sexo é feitos a dois, eles podem tranquilamente buscar o prazer. Atualmente a terapia psicológica e ou medicamentosa pode restaurar o desejo da mulher e recuperar a potência do homem, contribuindo para uma intimidade sem pressa e com muito mais prazer.&lt;br /&gt;O mais importante é ter em mente que a faixa dos 50/60 anos tambêm pode ser um período extremamente útil e prazeroso,&amp;shy; porque já não existem aquelas naturais preocupações com a possibi&amp;shy;li&amp;shy;dade de uma gravidez ou mesmo problemas com a educação dos filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas e outras conquistas fazem da menopausa uma fase em que se pode tirar um maior proveito da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;Dr. Moacir Costa.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.projetoamarbem.com.br/"&gt;http://www.projetoamarbem.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-4476838465074827636?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/4476838465074827636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=4476838465074827636' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/4476838465074827636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/4476838465074827636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2010/08/menopausa.html' title='Menopausa'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/THVt8g3GptI/AAAAAAAAAFo/urt6CURAKfI/s72-c/meno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-1462096695892384782</id><published>2010-08-24T12:06:00.000-07:00</published><updated>2010-08-26T14:04:50.658-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ejaculação precoz'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ejeculacao precoce'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='impotencia sexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='disfunção eretil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ejaculacao'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='impotência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ejaculacao precoz'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vaginismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ejaculação precoce'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='impotencia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='disfuncao eretil'/><title type='text'>Impotência Sexual</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/THQliEpGHeI/AAAAAAAAAFQ/SUskCe3nAhY/s1600/masculino.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 150px; DISPLAY: block; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509069511472848354" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/THQliEpGHeI/AAAAAAAAAFQ/SUskCe3nAhY/s200/masculino.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Psicólogo e sexólogo Paulo Bonanca&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um fantasma que não assusta mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impotência quase sempre tem cura e para curá-la o homem tem à sua disposição vários recursos que vão desde a psicoterapia até injeções e próteses sofisticadas. A impotência dá medo, mas a recíproca também é verdadeira: medo causa impotência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este medo tem enorme base cultural, a impotência sempre foi um assunto cercado de tabus. Mas, o que realmente significa a impotência? é uma disfunção erétil que incapacita o homem a obter ou manter ereções suficientemente rígidas para a penetração vaginal impedindo a satisfação sexual. Alguns &lt;a href="http://www.saudevidaonline.com.br/espec.htm"&gt;urologistas&lt;/a&gt;acreditam que, de um modo geral, as causas da impotência são 70% dos casos por problemas psicológicos (atinge 95% dos casos com 20 anos;70% aos 48 anos; 30% entre os 60 e 70 anos) e 30% por problemas orgânicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja qual for a natureza, orgânica ou psicológica, a impotência tem cura e o primeiro passo para a cura é, obviamente,o diagnóstico correto. Um dos exames realizados para estes diagnósticos é eletroneuromiografia, ou teste de intumescência peniana noturna, realizada com auxílio de um equipamento denominado Rigiscan, em laboratório de sono. Como todo homem tende a ter ereção dormindo, o aparelho mede a sua qualidade e a quantidade durante a fase do sono chamada REM (sigla inglesa para RAPID EYES MOVIMENT, ou movimento ocularrápido). O equipamento possui dois anéis conectados a eletrodos, colocados em volta do pênis, que analisam a qualidade das ereções noturnas e traçam um gráfico completo. Se as ereções espontâneas forem satisfatórias, isto significa que o sangue chega ao pênis e é corretamente represado. O distúrbio, portanto, tem fundo psicológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro recurso usado para o diagnóstico é o Duplex scan ou ecodoplerpeniano, usado para medir o fluxo arterial e identificar eventuais obstruções no membro masculino.&lt;br /&gt;Não se sabe exatamente por que ocorrem as ereções noturnas e matinais. Determinados especialistas sugerem que a noturna acontece provocada por sonhos eróticos, enquanto as matutinas pelo acumulo de urina na bexiga. Alguns métodos populares é o de tomar sucessivos copos d'água antes de deitar, para acordarem "em ponto de bala" na manhã seguinte. Este método não é certo mas, muitas vezes dá certo, pois a bexiga cheia pode provocar um estímulo nervoso reflexo que favorece a ereção. Outro método menos popular são as injeções intracavernosas (isto é, dentro do corpo cavernoso do pênis) de substâncias como a prostaglandina E1 efentolamina, que aumentam o fluxo sangüíneo das artérias, diminuem o calibre das veias e relaxam a musculatura local, produzindo a ereção. O exame é feito no consultório e o remédio faz efeito em 10 a 20 minutos, quem tem problemas psicológicos responde positivamente a este exame.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a suspeita é a qualidade da musculatura, recorre-se à biópsia do tecido peniano.&lt;br /&gt;Outros fatores orgânicos que podem provocar a impotência.&lt;br /&gt;Entre eles estão:&lt;br /&gt;as doenças vasculares, que causam entupimento das artérias e veias, prejudicando a chegada do sangue ao pênis;&lt;br /&gt;as patologias que comprometem o sistema nervos, como a Diabetes melitus;&lt;br /&gt;a falta do hormônio masculino testosterona, que começa a declinar a partir dos 45 anos de idade, mas é essencial para o funcionamento do mecanismo de ereção;&lt;br /&gt;disturbios como o priapismo, que provoca a coagulação do sangue dentro do corpo cavernoso, levando à impotência irreversível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impotência orgânica pode ainda ser decorrente de rompimento da estrutura, uma espécie de fratura do pênis, devido a acidentes;&lt;br /&gt;insuficiência veno-oclusiva, existente quando o corpo cavernoso se enche de sangue mas não distende o bastante para comprimir as veias contra a parede do pênis. Com isso, o sangue não é represado o suficiente para garantira ereção;&lt;br /&gt;assimetrias do corpo cavernoso, decorrentes de má formação congênita;&lt;br /&gt;o fumo, o álcool e alguns medicamentos também são apontados como prováveis causadores da função erétil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as causa psicológicas?&lt;br /&gt;Depois de excluídas as causa orgânicas, o que leva o homem a não conseguir a ereção, principalmente os jovens, é a ansiedade, misturada à insegurança e ao medo de não "cumprir direito o seu papel". O homem é educado para ser "macho" e sua auto-estima está diretamente ligada a sua capacidade sexual. Por isso, quando o homem falha na cama, ele se sente um fracassado. Neste caso o próprio medo do fracasso faz descarregar na corrente sangüínea grande volume de adrenalina, hormônio secretado pela glândula supra-renal que ativa certos neurotransmissores, mas inibe outros, entre os quais aqueles responsáveis pelo mecanismo da ereção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falha também pode estar relacionada a dificuldades em criar vínculos afetivos ou ainda a conflitos relacionados à figura paterna. A liberação da mulher moderna também contribui para o aumentar a insegurança do homem.&lt;br /&gt;A impotência causada por problemas psicológicas, especialmente na faixa etária entre os 35 e 40 anos, também podem ser resultados em crises existenciais. Essa é uma fase de reavaliação da vida, da profissão e do casamento. Se ele tem problemas, corre o risco de se tornar depressivo e a depressão leva o homem a comer demais, beber demais e autilizar de drogas ou tranqüilizantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fator importante e que pode interferir na ereção, é o medo de contrair AIDS ou mesmo a culpa, nos casos dos homosexuais em relação conflituosa com a sua opção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns métodos que podem ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PSICOTERAPIA - Terapias breves, individuais ou de casal, centradas na vida afetiva e sexual, com duração de três meses a um ano.&lt;br /&gt;HORMÔNIOS DEPOIS DOS 45 ANOS - Somente pode ser usado para homens com deficiência comprovada na produção de testosterona, hormônio essencial no mecanismo da ereção e cuja concentração no sangue tende a declinar por volta dos 45 anos. Deve-se tomar cuidado, pois este hormônio mal empregado pode aumentar a probabilidade de incidência de &lt;a href="http://www.saudevidaonline.com.br/prosta.htm"&gt;câncer de próstata.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;AUTO-INJEÇÃO - a auto-injeção é uma técnica que beneficia impotentes que possuem corpos cavernosos saudáveis. Paralíticos e diabéticos costumam obter bons resultados. Existem no mercado 26 drogas indutoras de ereção, usadas em forma de injeção. Mas uma overdose de qualquer uma dessas substâncias pode provocar priapismo, ou seja, ereção prolongada e dolorosa do pênis, com risco de necrose.&lt;br /&gt;DILATADORES VIA URETRA - Lançado recentemente na Califórnia, esse recurso dispensa injeções e cirurgias. Através de um pequeno êmbolo, de aproximadamente 3 milímetros de diâmetro, inserido na uretra, são introduzidos relaxantes musculares e dilatadores de vasos sangüíneos que induzemà ereção. Uma vez que o medicamento é absorvido pela mucosa, o êmbolo é retirado.&lt;br /&gt;PRÓTESE - As próteses consistem em duas hastes implantadas dentro do corpo cavernoso. Podeser rígida, semiflexível ou flexível, esta última a mais usada hoje. As próteses são implantadas com anestesia local, em um pequeno corte na base do pênis. O paciente volta para casa no mesmo dia, e em um mês, retorna suas atividades sexuais.&lt;br /&gt;GÉIS E CREMES - Existe controvérsia em torno da utilização de géis e cremes à base de prostaglandina. Uns dizem que é psicológico, outros que os cremes são eficazes, sem risco de priapismo.&lt;br /&gt;ENRIJECIMENTO POR SUCÇÃO - Este aparelho de origem americana,produz enrijecimento peniano por meio da sucção a vácuo. Coloca-se opênis dentro de um cilindro e retira-se todo o ar do recipiente.Ao se criar o vácuo, o sangue enche os corpos cavernosos. Para manter este estado, comprime-se a base do pênis com anéis de borracha, que não devem ser usados por mais de 30 minutos. Embora aceito por alguns homens, o sistema apresenta vários inconvenientes: comprime a uretra, pode causar dor na ejaculação ou até impedir a saída do esperma. Além disso, a sucção eventualmente provoca hematomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Lúcia Helena Salvetti De CiccoDiretora de Conteúdo e Editora Chefe&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.saudevidaonline.com.br/impot.htm"&gt;http://www.saudevidaonline.com.br/impot.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-1462096695892384782?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/1462096695892384782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=1462096695892384782' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1462096695892384782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1462096695892384782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2010/08/impotencia-sexual.html' title='Impotência Sexual'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/THQliEpGHeI/AAAAAAAAAFQ/SUskCe3nAhY/s72-c/masculino.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-1413487805098814403</id><published>2009-07-02T19:30:00.000-07:00</published><updated>2010-08-23T14:57:49.869-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sensualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='familia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='casal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dificuldades sexuais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>Terapia  de casal e familiar</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/Sk1uT39NP6I/AAAAAAAAADo/5FbMY_TGwWo/s1600-h/images%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 137px; DISPLAY: block; HEIGHT: 110px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354056819730628514" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/Sk1uT39NP6I/AAAAAAAAADo/5FbMY_TGwWo/s200/images%5B3%5D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Psicólogo e Sexólogo Paulo Bonança&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;         Terapia familiar, também chamada de terapia de casal ou terapia familiar sistêmica, é um tipo de &lt;a title="Psicoterapia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicoterapia"&gt;psicoterapia&lt;/a&gt; que se aplica a casais ou &lt;a title="Família" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fam%C3%ADlia"&gt;famílias&lt;/a&gt;, onde os membros possuem algum nível de relacionamento. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;        A terapia familiar tende a compreender os problemas em termos de sistemas de interação entre os membros de uma família. Desse modo, os relacionamentos familiares são considerados como um fator determinante para a saúde mental e os problemas familiares são vistos mais como um resultado das interações sistêmicas, do que como uma uma característica particular de um indivíduo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;        Os terapeutas familiares costumam orientar o seu foco de intervenção mais para o modo como os padrões de interação sustentam um problema, do que propriamente para a identificação das suas causalidades. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;      Considera-se que a família como um todo é maior do que a soma das partes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: Wikipédia &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-1413487805098814403?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/1413487805098814403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=1413487805098814403' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1413487805098814403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1413487805098814403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2009/07/terapia-de-casal-e-familiar.html' title='Terapia  de casal e familiar'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/Sk1uT39NP6I/AAAAAAAAADo/5FbMY_TGwWo/s72-c/images%5B3%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-1788496387642440741</id><published>2009-06-26T07:26:00.000-07:00</published><updated>2009-06-26T07:34:02.317-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sensualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='feminina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dificuldades sexuais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>Sexualidade Feminina</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SkTbEOqwj1I/AAAAAAAAADg/DUrVu0fcdTE/s1600-h/sensua.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351643122926391122" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 56px; CURSOR: hand; HEIGHT: 101px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SkTbEOqwj1I/AAAAAAAAADg/DUrVu0fcdTE/s200/sensua.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Participação: Psicólogo e Sexólogo Paulo Bonança &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Artigo publicado no Jornal O Dia, RIO 15 de Março 2009 &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Rio - Saber o que excita a mulher na Hora H é o desejo de todo homem. E a resposta pode ser mais ampla do que acredita o Clube do Bolinha. Quer uma dica? Aposte nos filmes. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Especialistas garantem que as mulheres respondem tanto quanto os homens aos estímulos visuais e, por isso, cenas românticas e eróticas podem ser uma boa arma para esquentar ainda mais o relacionamento. É o caso da modelo e atriz Rhavine Chrispim, que interpreta a personagem Bárbara do programa pornô-soft ‘As Pegadoras’, do canal Multishow. “Aquele papo de que revistas, filmes e Internet são apenas excitação para homens, mudou. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As mulheres do século 21 adoram assistir a uma boa cena erótica antes do sexo”, afirma. A bióloga Fabiana Avellar, 38 anos, concorda. “O filme pornô é direto demais, ou seja, muito óbvio para a mulher. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O ideal é ver filmes em que aparece mais a fantasia com o sexo do que o ato em si”, sugere. O psicólogo e sexólogo Paulo Bonança explica que a grande vantagem da mulher em relação ao homem é a flexibilidade para se interessar por uma novidade visual. “As mulheres são mais versáteis do que os homens. Elas respondem a estímulos sexuais diversos, sejam filmes, fotos, sons ou até mesmo sonhos. Elas sempre desejaram ter mais prazer, especialmente com filmes, mas não admitiam devido à repressão social interna e externa”, diz. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pesquisa recente da Universidade Queen, do Canadá, mostra que a excitação feminina ocorre com mais variedades de cenas do que a do homem. O estudo reuniu 47 mulheres e 44 homens. Todos viram oito filmes curtos sobre sexo, enquanto seus órgãos genitais eram monitorados por sensores que mediam a ereção masculina e a lubrificação feminina. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Foi constatado que mulheres se estimulam com uma gama muito variada de cenas. O estudo sugere que elas são mais flexíveis do que os homens em sua capacidade de se interessar. O universo sexual é rico. Segundo o sexólogo Amaury Mendes Júnior, para os homens a excitação é voltada para algo específico: manter a ereção. Para as mulheres, o processo é muito mais diversificado. “O resultado, na prática, é que a mulher, se bem estimulada, pode ser capaz de ter vários orgasmos, enquanto o homem tem uma fase mais curta de estímulos sexuais”, afirma.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Publicado Jornal O DIA 15.03.2009&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-1788496387642440741?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/1788496387642440741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=1788496387642440741' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1788496387642440741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1788496387642440741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2009/06/sexualidade-feminina.html' title='Sexualidade Feminina'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SkTbEOqwj1I/AAAAAAAAADg/DUrVu0fcdTE/s72-c/sensua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-5531740613350302712</id><published>2009-01-06T04:12:00.000-08:00</published><updated>2009-01-06T04:50:48.971-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='hiv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aids'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='soropositivo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bareback'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gls'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gay'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>Barebacking cresce no Brasil</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;Roleta Russa: Barebacking cresce no Brasil e torna-se caso de saúde pública&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SWNO06gAaTI/AAAAAAAAADI/HWGCC69_kXw/s1600-h/ruleta.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5288157058426759474" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 142px; CURSOR: hand; HEIGHT: 55px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SWNO06gAaTI/AAAAAAAAADI/HWGCC69_kXw/s200/ruleta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Participação: Psicólogo e Sexólogo Paulo Bonança &lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Artigo de Vagner Fernandes, Publicado no Jornal do Brasil, RIO - Domingo 04 de Janeiro 2009 &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;“Procuram-se HIVs”. Impresso em um caderno de classificados dos jornais das grandes metrópoles, o anúncio não passaria despercebido. Do ponto de vista conceitual, HIV é uma sigla que desperta interesse e hostilidade, fascínio e medo, compaixão e ódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estigmatizada até então como o acrônimo da morte, ela vem ganhando novos contornos etimológicos devido a um grupo de homens que praticam sexo com homens (os HSH), absolutamente crentes na teoria de que o vírus da Aids, se contraído numa relação sexual, pode trazer benefícios para seu cotidiano, libertando-o, de uma vez por todas, do uso do preservativo, aumentando o prazer, proporcionado uma liberdade só experimentada no auge da revolução sexual, na década de 70.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teoria foi posta em prática. E tem nome: “barebacking” (derivado da palavra barebackers, usada em rodeios para designar os caubóis que montam a cavalo sem sela ou a pêlo).O termo ficou conhecido internacionalmente como uma gíria para o sexo sem camisinha, praticado de preferência em grupo, em festas fechadas, por homens sorodiscordantes (HIVs positivos e negativos).“Coisa de macho”, garantem os adeptos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O movimento cresce no Brasil, de forma assustadora, e tornou-se uma questão de saúde pública e motivo de preocupação social.O Jornal do Brasil teve passe livre em dois desses encontros, batizados de bare party (festa bare).É a primeira vez que um veículo de comunicação ingressa em reuniões nas quais o leitmotiv, ou fetiche, é praticar sexo com pessoas desconhecidas, que possam, acima de tudo, ser soropositivas. Às cegas, todos são guiados apenas pelo que sentem. E, para facilitar a comunicação, criaram um vocabulário próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Festa da conversão: As orgias são chamadas de conversion parties ou roleta-russa. Entre os convidados, há os bug chasers (caçadores de vírus), o HIV negativo, que se lança ao sexo sem camisinha, e os gift givers (presenteadores), os soropositivos que se dispõem a contaminar um negativo.São esses os responsáveis por entregar o gift (presente), o vírus. Quem participa de encontros bare confirma: o prazer sem barreiras é o que importa. Quanto à Aids, eles não encaram mais a doença como mortal, porém crônica, com tratamento à base do coquetel.A contaminação, portanto, elimina o medo e apresenta uma perspectiva futura da naturalidade do contato pleno.– Sou um barebacker assumido – dispara R. H., 31 anos, geógrafo e cientista social, com pós-graduação nas duas áreas.– Eu odeio camisinha. Acho uma m… É terrível interromper o sexo para colocá-la. Acaba com o meu prazer. No mais, o bare, para mim, é um fetiche. Eu gosto, apesar de ter contraído o vírus da Aids numa festa. Mesmo assim, faria tudo de novo. Não me arrependo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A declaração aterroriza, preocupa. E só mesmo ingressando no singular mundo dos barebackers para comprovar o que depoimentos, documentários, teses, livros e outros elementos que abordam o tema tentam desvendar ou explicar.Na maioria das vezes, não conseguem. O que se testemunha numa festa bare está além da imaginação humana, supera os delírios e o surrealismo de Fellini em obras como Satyricon, ultrapassa a sordidez e o ceticismo pasoliniano em Saló ou 120 dias de Sodoma. Não há limites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De verdade.A constatação pôde ser feita em encontros programados para homens de grupos sociais distintos. Na Ipanema da bossa nova, de gente chique “pulverizada” de Dior, Prada, Gucci, Kenzo, Gaultier e Armani, a reunião começa às 22h num casarão de uma das mais movimentadas e conhecidas ruas do bairro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mansão, de três andares, é fechada especialmente para a ocasião. O décor é sofisticado. No primeiro pavimento, paredes brancas contrastam com sofás vermelhos. TVs de plasma 42′ exibem clipes de Madonna, Beyoncé, Cher, Christina Aguilera ou filmes com astros e estrelas de Hollywood.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As luminárias brancas rebatem a luz dicróica contra a parede, gerando clima de aconchego, e o bar, com bebidas importadas em sua maioria, está sempre livre. Ninguém fica sobre balcão. Não há tumulto. Claro, é uma festa para pessoas escolhidas a dedo, para poucos, no máximo 60 convidados, informados por e-mail.Há regras, e elas são claras. É condição sine qua non ficar nu ou no, máximo, com uma toalha (cedida pela produção do evento) amarrada na cintura. Quem se recusa é convidado a se retirar.Outra exigência: o sexo tem de ser praticado nos ambientes comuns de convivência. Ou seja, nada de se trancar em banheiro, em cozinha, em quarto. Ali, todos estão para ver e serem vistos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o ritual começa na entrada, quando os participantes tiram a roupa e guardam as peças em um armário, trancado com chave numerada. O funcionamento é semelhante ao de termas, masculinas ou femininas.A medida, na verdade, serve para evitar a circulação com dinheiro e cartões de crédito. É precaução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que desejam consumir bebidas ou aperitivos, apenas transmitem ao barman o número assinalado na chave.Os itens são lançados no computador e, no fim da festa, a conta é paga no caixa. O mecanismo lembra o adotado por boates e bares do eixo Rio–São Paulo, com suas tradicionais cartelas de consumação mínima. Só que numa festa bare, a bebida ajuda, os petiscos “fortalecem”, mas não são peças-chave para o divertimento.Circulando pelos outros andares, a prova: na sala de vídeo, um jovem de cerca de 20 anos se entrega ao prazer, cercado por três homens.Nenhum deles usa preservativo. A cena é chocante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rodízio de papéis, durante o ato sexual, é comum nessas festas. Faz parte do jogo. O quarteto não frustra as expectativas dos voyeurs reunidos na porta da sala.Como “astros do sexo”, diante de câmeras e de uma equipe de produção, atuam com vontade em uma performance longa, nada convencional, sem limites. Quem se propõe a ficar sob os holofotes sabe o risco que corre.Mas é a sensação de perceber a adrenalina disparar e o coração bater aceleradamente devido ao unsafe sex (sexo inseguro) sem pudores e em público que os impulsiona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um deles podia ser gift giver e os outros bug chasers. Ou vice-versa. A probabilidade de o gift (o vírus) estar ali, entre eles, era grande. Ninguém se importava.Quando terminou a primeira das muitas rodadas de sexo, o boy toy lover (brinquedo sexual) do trio foi jogar paciência em um dos quatro computadores, com internet liberada, instalados no segundo andar.– As pessoas perdem a noção do perigo em busca do prazer – explica Jorge Eurico Ribeiro, 40 anos, coordenador de Estudos Clínicos da Fiocruz.– E o conceito de barebacking se perdeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Originária da Califórnia, a proposta é a de festas em que um ou mais participantes, sabidamente positivos, são convocados por um produtor para praticar sexo com os convidados sem o uso de preservativos. Todos têm ciência de que, na reunião, há portadores de HIV. O fetiche consiste exatamente na possibilidade de contrair ou não o vírus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que, atualmente, há quem acredite que as festas bare são simplesmente um evento para o sexo sem camisinha com participantes negativos, o que é um grande equívoco.Ribeiro analisa que os barebackers que não apresentam o raciocínio da conversão imaginam, de fato, que, uma vez soronegativos, se limitarem seus relacionamentos com pessoas igualmente soronegativas, estarão fora do risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definitivamente não estão.Há o espaço de tempo de variável (conhecido como janela imunológica) em que um indivíduo já contaminado pelo HIV pode ter resultados de exames laboratoriais de soronegatividade, ou seja, resultados falso-negativos. Testes HIV não são tão matemáticos como se supõe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, o obscuro universo do barebacking é pouco discutido publicamente por especialistas em sexualidade humana. Ainda não há estudo com precisão estatística sobre o número de praticantes, independente de orientação sexual.No entanto, os relatórios do Ministério da Saúde com dados de infectados pelo HIV, de 1980 a junho de 2008, dão a pista. Os casos acumulados de Aids no país nesse período foram 506.499. Desses, 333.485 (66%) são homens e 172.995 (34%), mulheres. Em 2007, registraram-se 33.689 novos portadores.Homo, bi ou hetero, todos praticaram sexo sem camisinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A irresponsabilidade tem preço. E alto. Dos cofres públicos do governo federal saem cerca de R$ 1 bilhão por ano para tratamento exclusivo de soropositivos. Um paciente consome de R$ 5.300 a R$ 26.700 por ano. Cerca de 20 mil pessoas infectadas iniciam tratamento com anti-retrovirais no país, anualmente.– Sinceramente, não me preocupo com essa questão e nem me sinto culpado. Não estou nem aí em ser um ônus para o governo – enfatiza R. H.O Federal Health Research (centro de pesquisas de saúde), órgão governamental americano, divulgou recentemente a informação de que muitos homens com comportamento homossexual, bem como agentes de prevenção contra o HIV, confirmaram que a prática de sexo inseguro está se tornando cada vez mais comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo com 554 homens assumidamente homo ou bissexuais, residentes na Califórnia, apontou que 70% estavam familiarizados com o termo barebacking e que 14% já o haviam praticado, muitos em relacionamentos extraconjugais.De acordo com a pesquisa, dos homens HIV positivos que participaram do estudo, 22% declararam ser barebackers e 10% dos negativos também tinham feito sexo inseguro nos últimos dois anos.Não há informações sobre qual o número de pessoas em geral (homo, bi ou hetero) que pratica sexo inseguro nem sobre que motivos as levariam à auto-exposição.Interesse dos jovensNas principais metrópoles, o fenômeno tem chamado a atenção de jovens. Comunidades sobre o tema se espalham por sites de relacionamento como o Orkut.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Rio e em São Paulo, a adesão ganha força.Na indústria pornô, os filmes bare são os mais procurados. No YouTube, as postagens com cenas de sexo sem o uso de preservativos lideram o ranking das mais assistidas. Muitos dos que não praticam ou não têm coragem para fazê-lo buscam o prazer lançando mão de DVDs ou de vídeos na internet. O conceito de barebacking se dissemina.–&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Colocar-se frente à possibilidade de contágio do HIV por meio do barebacking traz motivações psicológicas que podem ir do sadismo ao masoquismo. A possibilidade de uma relação sexual mais livre, com maior contato íntimo e afetivo pode estar encobrindo uma caráter suicida – avalia Paulo Bonança, sexólogo e psicólogo, membro da Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana e da Associação Brasileira para o Estudo da Inadequação Sexual.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Risco assumidoHIV positivo, o administrador T.W., 45 anos, ratifica a análise de Bonança. Para ele, os adeptos do movimento sabem os riscos da superexposição e, alguns, ressalta, desejam o contágio conscientemente:– Quem pratica sexo sem preservativo não pode ser considerado ingênuo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho um amigo casado com soropositivo. Ele pediu ao parceiro que o contaminasse. Disse que era por solidariedade, mas acho que é masoquismo.As observações de Bonança e T.W. foram comprovadas pelo JB em outra festa com a mesma proposta. Dessa vez, na Zona Oeste, a mais de 60 km da reunião em Ipanema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encontro, realizado mensalmente em um sítio, é batizado de Vale Tudo e está em sua 17ª edição. De sunga, de cueca ou nus, exigência para entrar, os participantes se divertem ao som de funk. Dos inocentes à la Perlla aos proibidões, compostos pela “galera da comunidade”. Agora não há TVs de plasma, luz ambiente, bebidas ou petiscos sofisticados. Computador?Nem pensar. É uma zona praticamente rural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bar improvisado oferece cerveja em latão, sopa de ervilha, salsichão na brasa, batata frita na hora e campari. O sexo, claro, também é praticado sem timidez.Na varanda do casarão, na sala, nos quartos, na piscina, na grama. O produtor avisa, na entrada, que os preservativos estão disponíveis.Percebe-se o zelo pela prevenção. A maioria, no entanto, dispensa, sobretudo em se tratando de sexo oral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As situações são muito parecidas com as da festa na Zona Sul. Geralmente, dois dão o sinal verde e, em poucos instantes, como num formigueiro, três, quatro, cinco ou dez estão reunidos em busca do prazer.Há um ano e meio, Igor (codinome de J.C., 42 anos, professor dos ensinos fundamental e médio) produz em sociedade com Renato (A.F, 40 anos, militar), a Vale Tudo.Garante que o encontro não incentiva o bare, é freqüentado só por maiores e que o uso de drogas é proibido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses são dois de cerca de 20 itens de uma espécie de manual enviado por e-mail aos convidados.Ainda está registrado na mensagem:- Sexo liberal entre todos. A formação de casais ou grupinhos é censurada. Estamos numa orgia e não num consultório matrimonial.– Menor, cocaína, ecstasy, crack, maconha ou qualquer outra droga são vetados. Mas sempre há os que usam discretamente. Como posso controlar o que os convidados fazem? Se eu vir, peço que se retirem. Mas não vou colocar seguranças. Isso desconfiguraria a proposta da festa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São adultos. Cada um é responsável por seus atos – frisa Igor.Mesmo sem ser em orgia, quem não usa proteção é ‘barebacker’A prática do sexo sem o uso de preservativo continua a conquistar novos adeptos. As campanhas milionárias do Ministério da Saúde sobre o tema não têm sido lá tão eficazes como deveriam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E apesar do conceito de barebacking estar associado a orgias freqüentadas por homens que praticam sexo com homens, qualquer pessoa, independentemente de orientação sexual, que busca o prazer sem lançar mão de camisinha é um barebacker.Também corre o risco de ser infectado, ainda que não seja um participante assíduo das conversion parties, as polêmicas e inconseqüentes festas de roleta-russa, nas quais os convidados brincam com a possibilidade de contrair o vírus HIV.- Como expliquei, a conceituação de barebacking se transformou ao longo dos anos – ressalta Jorge Eurico Ribeiro, coordenador de Estudos Clínicos da Fiocruz.– Todos os que praticam sexo sem preservativo, seja homo, bissexual ou hetero, podem ser considerados, atualmente, um bare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Risco permanenteRibeiro destaca a necessidade de de todos os que se lançam ao sexo sem camisinhas refletir sobre o polêmico tema e as conseqüências da prática. Os familiarizados com o termo e o movimento partem para o simples “sou contra” ou “sou a favor”, estabelecendo-se, assim, dois lados que se mostram inconciliáveis justamente pela falta de consenso sobre a inconseqüência com que muitos homens praticam o unsafe sex. A discussão vai além.- É importante se informar, pensar e decidir o que se pretende com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter uma vida saudável passa longe do exercício do bare. A decisão, claro, é exclusivamente pessoal. Da mesma forma que escolheram a orientação sexual, podem assim decidir o que fazer com o próprio corpo - assinalaNúmeros divulgados pelo Ministério da Saúde sedimentam a análise do pesquisador. Em 1996, no Brasil, o índice de heterossexuais com mais de 13 anos contaminados pelo HIV era da ordem de 22,4% do total de 16.938 infectados.Até junho deste ano, esse percentual saltou para 45,7%. Entre os homo/bissexuais houve uma redução de 32,5% (em 1996) para 27,4% (junho de 2008).Preço mais altoGaroto de programa desde 2005, Gabriel Chaves, 22 anos, afirma ser heterossexual e ter namorada. Mas assume que, quando um cliente oferece um valor maior do que o cachê estabelecido para praticar sexo sem preservativo, não pensa duas vezes:– Tem uns que dobram ou triplicam o valor. Eu não tenho como recusar. Com mulher também é assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há homens que pagam mais para transar com elas no pêlo. É um risco, mas eu, por exemplo, procuro conversar antes e, aos poucos, perceber a qualidade do cliente – conta.Gabriel não foge à regra dos barebackers e poderá fazer parte da estatística no futuro. Embora se autodenomine heterossexual, integra o grupo HSH (Homens que praticam sexo com Homens).Há 12 anos, o percentual de HSHs infectados era de 24%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma década depois, em 2006, eles já somavam 41% do total de soropositivos naquele ano.Aumento dos índicesEm 2004, a Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas Sexuais do Ministério da Saúde apontou que o índice estimado de HSHs no Brasil, entre 15 a 49 anos, era da ordem de 3,2 % da população, ou cerca de 1,5 milhão de pessoas.A partir dessa base populacional, a pesquisa calculou a taxa de incidência da Aids nesse grupo. Foram constatados 226,5 casos para cada 100 mil pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse índice é 11 vezes maior do que o da taxa da população geral (de heteros), que é de 19,5 casos por grupo de 100 mil.O crescimento no número de casos, sobretudo entre os homens, está relacionado ao fato de que toda uma geração, que jamais havia tido contato direto com a Aids, atingiu uma faixa etária sexualmente ativa. Bombardeados por campanhas em favor do uso do preservativo, acabaram desenvolvendo uma certa “imunidade” a elas, crendo que a doença não é um “bicho tão feito quanto pintam”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando remédio é desculpa para ficar doenteDifundida principalmente nos Estados Unidos (Califórnia, em primeiro lugar) e na Europa, a prática do barebacking é polêmica.Os adeptos do bare alegam que, em função dos avanços atuais relacionados ao tratamento anti-HIV e à facilidade de acesso a ele, caso sejam contaminados não perderão em qualidade de vida.- Temos os anti-retrovirais, medicamentos que inibem a reprodução do vírus e potencializam o sistema imunológico. Isso impede o surgimento de enfermidades oportunistas (Aids) - ressaltam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles ainda defendem como ponto positivo para não abrir mão da prática o fato de a ansiedade e a angústia frente ao possível contágio pelo HIV desaparecerem, assim que se descobrem soropositivos. Isso é sinônimo de libertação, pois que o uso do preservativo passa a ser descartado.O barebacker está à procura da relação sexual mais livre, com maior contato íntimo e afetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conseqüências, no entanto, relacionadas à prática nem sempre se traduzem de forma positiva, como supõem seus praticantes. Anti-retrovirais não são os únicos responsáveis pela qualidade de vida de um HIV.Quando expostos, de forma freqüente, a relações de alto risco, os soropositivos podem sofrer o que se chama de “recontágio”, uma nova contaminação, acarretando aumento da carga viral e desencadeamento de queda de imunidade e sintomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, têm grande chance de contrair outras DSTs, tais com sífilis. Isso, certamente, dificultará o tratamento.“Montar a pêlo”, a tradução literal para barebacking, seria uma lenda urbana se não houvesse comprovação real da prática.A terrível tendência de comportamento existe. Há, de fato, homens, na maioria homossexuais, que querem ser infectados pelo HIV e outros que têm o prazer de ajudá-los a tornar esse desejo realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Psicólogos, antropólogos e sociólogos teorizam sobre distúrbios de comportamento ou disfunção social. Para o resto do mundo, não passam de estúpidos ou patéticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bonança C.R.P 05-30190Psicólogo e SexólogoDiplomado em Sexualidade Humana pela Universidade Diego Portales- Chile-&lt;br /&gt;Autor da Tese “A AIDS entre os homossexuais; A confissão da soropositividade ao interior da família”.&lt;br /&gt;Membro da SBRASH: Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana&lt;br /&gt;Membro da ABEIS: Associação Brasileira para o Estudo da Inadequação Sexual&lt;br /&gt;Consultório Rio de Janeiro, Copacabana&lt;br /&gt;Telefone: (21) 2236-3899, 9783-9766&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:paulopsi2000@yahoo.com.br"&gt;paulopsi2000@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-5531740613350302712?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/5531740613350302712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=5531740613350302712' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/5531740613350302712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/5531740613350302712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2009/01/roleta-russa-barebacking-cresce-no.html' title='Barebacking cresce no Brasil'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SWNO06gAaTI/AAAAAAAAADI/HWGCC69_kXw/s72-c/ruleta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-7621203113093947326</id><published>2008-12-12T18:06:00.000-08:00</published><updated>2008-12-12T18:10:45.950-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gls'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gay'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>Homoerotismo feminino e visibilidade social</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMZCzCGhAI/AAAAAAAAADA/zIsgvu-Nd5k/s1600-h/lesbica.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279090724057809922" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 145px; CURSOR: hand; HEIGHT: 108px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMZCzCGhAI/AAAAAAAAADA/zIsgvu-Nd5k/s200/lesbica.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Homoerotismo feminino e visibilidade social &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Autor: Paulo Bonanca Psicologo e Sexologo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luta das mulheres por seus direitos, independência e autonomia faz parte de um processo histórico digno de estudos e teorias. Através da historia mulheres fortes, valentes e destemidas enfrentaram e ainda enfrentam a discriminação e o preconceito. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tópicos como: violência, abuso sexual, liberdade reprodutiva, orientação e assédio sexual hoje transcendem as cátedras universitárias e se perfilam como temas de abrangência social.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Matérias polêmicas - antes tratadas como temas distantes dos espaços de atuação social - começam a ser vistas em espaços de direito ocupados pela sociedade civil organizada e trabalhadas desde uma ótica mais ampla, direcionada para temáticas e relações mais íntimas, vinculadas ao corpo e aos afetos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estes processos de apoderamento e reivindicação visibilizam os espaços e os instrumentos de poder que influenciam a determinação do sujeito, sua sexualidade, sua moral e seus desejos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A luta dos movimentos que reivindicam a visibilidade da mulher de orientação sexual homolésbica enfrenta hoje uma dupla batalha: uma frente à sociedade patriarcal, determinista, estruturalista, centrada na figura da dona de casa submissa ao esposo, mãe dedicada , despojada de autonomia econômica e liderança social. A outra dificuldade dessas mulheres - que lutam por seus direitos ao amor e ao afeto -, é encontrar apoio e solidariedade junto a outros que lutam por direitos semelhantes, e que levam a mesma bandeira colorida do arco-íris como símbolo de unidade e diversidade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O processo de visibilidade das mulheres trás consigo a necessidade social de uma análise dos discursos e das práticas em todos os níveis. Os dogmatismos sexuais devem ser expostos, apontados, trabalhados e mobilizados para que a visibilidade seja plena, não somente na área pública, mais sim na sua representação mais importante; a que cada sujeito leva dentro de si, em seus atos e não somente em suas palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bonança C.R.P 05-30190&lt;br /&gt;Psicólogo e Sexólogo&lt;br /&gt;Diplomado em Sexualidade Humana pela Universidade Diego Portales- Chile-&lt;br /&gt;Autor da Tese “A AIDS entre os homossexuais; A confissão da soropositividade ao interior da família”.&lt;br /&gt;Membro da SBRASH: Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana&lt;br /&gt;Membro da ABEIS: Associação Brasileira para o Estudo da Inadequação Sexual&lt;br /&gt;Consultório Rio de Janeiro, Copacabana Telefone: (21) 2236-3899, 9783-9766 &lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;www.paulobonanca.com&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:paulopsi2000@yahoo.com.br"&gt;paulopsi2000@yahoo.com.br&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-7621203113093947326?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/7621203113093947326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=7621203113093947326' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/7621203113093947326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/7621203113093947326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2008/12/homoerotismo-feminino-e-visibilidade.html' title='Homoerotismo feminino e visibilidade social'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMZCzCGhAI/AAAAAAAAADA/zIsgvu-Nd5k/s72-c/lesbica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-1152382927763598865</id><published>2008-12-12T17:58:00.000-08:00</published><updated>2008-12-12T18:11:58.274-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='patriarcado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='soropositivo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='prevencao'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexo anal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gls'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gay'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='hiv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='preservativo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='familia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bareback'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>Psicoterapeuta e a causa GLS</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMXn8-gHCI/AAAAAAAAAC4/ZXHfnJlQkg4/s1600-h/rainbow.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279089163358968866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 145px; CURSOR: hand; HEIGHT: 96px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMXn8-gHCI/AAAAAAAAAC4/ZXHfnJlQkg4/s200/rainbow.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Indicações para a busca de um psicoterapeuta sintonizado com a causa GLS &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Autor: Paulo Bonanca Psicologo e Sexologo&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Como uma reação frente ao preconceito social, no meio GLS esta se tornando comum, a prática de buscar um terapeuta sintonizado com as necessidades dos seus membros, sejam elas individuais ou grupais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A busca de um profissional que aceite e acolha a orientação, a prática sexual e o objeto erótico-afetivo do cidadão (ã), GLS como uma expressão da capacidade afetiva dos seres humanos, ou uma expressão natural dos desejos, é fundamental para que ele não se encontre na difícil situação de ser discriminado por este profissional, ou seja, que reedite em seu trabalho o discurso homofóbico social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando trago o tema da “psicoterapia” ou “terapia para gays”, não estou colocando em discussão a homossexualidade ou bissexualidade como causa de transtornos psicopatológicos, já que independente do objeto de desejo, qualquer pessoa poderá apresentar em um determinado momento de sua vida dificuldades em seus relacionamentos, com sua auto-estima, auto-imagem ou outros problemas emocionais e afetivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos a APA (Associação Americana de Psicologia), divulgou uma lista com alguns critérios que devem ser observados pelo publico GLS no momento de buscar apoio psicológico. Devido às diferenças culturais, não sou a favor de nenhum tipo de tradução por mais bem intencionadas que sejam, mas enfim, abaixo seguem alguns itens, use seu próprio critério e assertividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com respeito à figura do terapeuta a associação americana recomenda:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø Que o psicólogo respeite e valorize como positivos os relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø Que o psicólogo seja consciente das dificuldades que os membros do grupo GLS enfrentam devido ao estigma social, a violência física e a homofobia, e que estas dificuldades podem colocar em risco o bem-estar e a saúde mental deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø Que para o psicólogo, a orientação sexual de tipo homossexual ou bissexual não configura indicadores de enfermidade mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø Que o psicólogo seja consciente de suas próprias dificuldades, limitações e preconceitos, e que esteja sempre alerta frente à possibilidade de atuar frente ao paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø Que a homofobia social é um fator relevante na auto-estima e na autopercepção do paciente, e podem afetar a forma com que ele chega a terapia, assim como o processo terapêutico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø Que o conceito de casal e família do psicólogo seja amplo, e não restrito a duas pessoas de sexo oposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø Que a revelação da orientação sexual pode vir a ter um impacto negativo na relação do individuo com sua família, compreendendo as possíveis dificuldades que podem surgir tanto para o individuo que informa quanto para os familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como saber se o psicólogo tem as características mencionadas anteriormente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em caso de necessitar apoio psicológico e não conhecer um profissional que trabalhe o homoerotismo de modo afirmativo, as ONG’s, revistas e jornais gays podem ser uma valiosa fonte de informação, assim como amigos que estão/estiveram em processo terapêutico também pode ser de boa valia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso não tenha a quem perguntar, utilize os itens mencionados anteriormente, transforme-os em perguntas. Não tenha medo de perguntar, seja franco e honesto com você mesmo e com as suas necessidades e não aceite menos por parte do psicólogo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bonança C.R.P 05-30190&lt;br /&gt;Psicólogo e Sexólogo&lt;br /&gt;Diplomado em Sexualidade Humana pela Universidade Diego Portales- Chile-&lt;br /&gt;Autor da Tese “A AIDS entre os homossexuais; A confissão da soropositividade ao interior da família”.&lt;br /&gt;Membro da SBRASH: Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana&lt;br /&gt;Membro da ABEIS: Associação Brasileira para o Estudo da Inadequação Sexual&lt;br /&gt;Consultório Rio de Janeiro, Copacabana Telefone: (21) 2236-3899, 9783-9766 &lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:paulopsi2000@yahoo.com.br"&gt;paulopsi2000@yahoo.com.br&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-1152382927763598865?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/1152382927763598865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=1152382927763598865' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1152382927763598865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1152382927763598865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2008/12/psicoterapeuta-e-causa-gls.html' title='Psicoterapeuta e a causa GLS'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMXn8-gHCI/AAAAAAAAAC4/ZXHfnJlQkg4/s72-c/rainbow.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-4990121545304409260</id><published>2008-12-12T17:51:00.000-08:00</published><updated>2008-12-12T17:55:48.349-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aids'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='soropositivo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='prevencao'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexo anal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gay'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='preservativo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='familia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bareback'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>HIV-AIDS</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMVmNPSQgI/AAAAAAAAACw/aITBvXR1PKA/s1600-h/hiv1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279086934341337602" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 120px; CURSOR: hand; HEIGHT: 115px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMVmNPSQgI/AAAAAAAAACw/aITBvXR1PKA/s200/hiv1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;HIV-AIDS&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Autor: Paulo Bonanca Psicologo e Sexologo&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Aids, “Síndrome de Imunodeficiência Adquirida” do inglês Acquired Immuno Deficiency Syndrome, e considerada pela Organização Mundial da Saúde uma enfermidade de caráter epidêmico, e ate o momento não foi encontrada uma vacina eficaz para o seu tratamento. A Aids é o resultado da infecções do organismo pelo vírus HIV, ele afeta o sistema imunológico que perde sua eficiência progressivamente abrindo caminho para infecções oportunistas e certos tipos de câncer. Em sistesis, a Aids e um conjunto de signos e sintomas que advertem a etapa mais avançada da infecção pelo HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A origem do vírus HIV “Vírus da Imunodeficiência Humana”, ainda e incerta, mas sua propagação teve inicio anos antes do surgimento dos primeiros casos devidamente registrados como tal. Como os sintomas da AIDS podem demorar anos em aparecer, neste espaço de tempo ele pode ser transmitido a outras pessoas, sem que o soropositivo, pessoa que vive com o vírus HIV, este consciente de seu estado de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro diagnostico de infecções oportunistas decorrentes do HIV foi publicado em junho de 1981 no boletim do Centro de Controle de Doenças na cidade de Atlânta nos Estados Unidos. Em 1983 o Instituto Pasteur da Franca e o instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos isolaram o vírus dando inicio a pesquisas que permitiram em 1996 o surgimento da terapias anti-retrovirais, mais conhecidas como “coquetel”. O eficácia destes novos medicamentos resultou em uma diminuição de 80% dos casos de internação hospitalar e diminuiu significativamente o numero de óbitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os medicamentos a disposição das pessoas portadoras do vírus HIV si por um lado tem conseguido diminuir a incidência das infecções oportunistas, por outro, ainda não são capazes de eliminar-lo do organismo .A AIDS ainda não tem cura, a informação e a prevenção ainda são as melhores armas contra o vírus, mais a informação não é tudo, é necessário fazer uso dela e encarar o HIV de maneira responsável . Existe um mundo de diferença entre o que eu sei, e o que eu faço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bonança C.R.P 05-30190&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Psicólogo e Sexólogo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diplomado em Sexualidade Humana pela Universidade Diego Portales- Chile- &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Autor da Tese “A AIDS entre os homossexuais; A confissão da soropositividade ao interior da família”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Membro da SBRASH: Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Membro da ABEIS: Associação Brasileira para o Estudo da Inadequação Sexual &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Consultório Rio de Janeiro, Copacabana Telefone: (21) 2236-3899, 9783-9766 &lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;www.paulobonanca.com&lt;/a&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="mailto:paulopsi2000@yahoo.com.br"&gt;paulopsi2000@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-4990121545304409260?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/4990121545304409260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=4990121545304409260' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/4990121545304409260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/4990121545304409260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2008/12/hiv-aids.html' title='HIV-AIDS'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMVmNPSQgI/AAAAAAAAACw/aITBvXR1PKA/s72-c/hiv1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-9191320030298062413</id><published>2008-12-12T17:43:00.000-08:00</published><updated>2008-12-12T17:45:40.136-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='familia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aids'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='soropositivo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='prevencao'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexo anal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>Dark-Room: Vamos acender a luz?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMTfjOj64I/AAAAAAAAACg/XwTZhjLeB5k/s1600-h/darkroom.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279084620961540994" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 108px; CURSOR: hand; HEIGHT: 145px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMTfjOj64I/AAAAAAAAACg/XwTZhjLeB5k/s200/darkroom.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dark-Room: Vamos acender a luz? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Autor: Paulo Bonanca Psicologo e Sexologo&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;....Quarto escuro, corpos desnudos ou quase, sussurros, mãos, pernas, bocas, pênis, sujeitos incógnitos, braços e abraços, beijos, sexo oral, anal, grupal. A situação privilegia o tato, a visão é descartada, vale o prazer sem limite, um , dois, três, quatro.... enfim, viemos para isto e não para outra coisa, façamos sem barreiras, limitações, juízos de valor ou repressões, afinal é imaginar que somos atores/personagens do teatro do desejo, encenando a peça: “nos domínios do baú do porão”....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos internamente levamos necessidades e desejos a serem satisfeitos, que necessitam ser atuados, praticados, precisam entrar no campo de possibilidades. Algumas destas necessidades e desejos além do prazer geram medo, susto, raiva, taquicardia, despertam angustia. Ser sexualmente visível, 100% presente, real, completo também é ser alvo de avaliações, preconceitos, padrões estéticos, além da possibilidade de ter o desempenho sexualmente avaliado. Uma solução? Refugiar-se no escuro, guardar-se no baú fechado e escondido no porão do seu ser ou de alguma sauna ou local noturno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poder ver o baú, poder olhar a si mesmo e o outro de frente é vencer o medo, enfrentar a fatalidade temida, é sair da negação. A negação é um grande incentivo a fazer o que se teme, é desviar do caminho mas subjetivamente, continuar trilhando no mapa. A morte, a doença, a falta de afeto, a solidão, o medo à rejeição e a discriminação entre outros são partes do escuro. Esconde-se no escuro, mas o escuro é o domínio do baú do porão; e aí está a ambivalência. É no escuro do quarto que se atua o que assusta, lá onde todos são incógnitos se encontram consigo mesmo e com os seus fantasmas, formas sem nome, sem identidade ou cobranças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que o sexo revoga a sexualidade? Ou é o anonimato que dá força e permite atuar o desejo? Permite-se somente o anonimato ou também ser visto e acima de tudo ver o seu reflexo nos olhos do outro? Existem outros modos de satisfação ou o anonimato se tornou uma camisa de força, uma prisão, os olhos que não vêem negam as mãos e os dedos que apontam? Para chegar ao baú é necessário descer ao porão, simbólicamente ir para trás, controlar a ansiedade, cada degrau que se desce é um encontro consigo mesmo, disfarçado mas reconhecido, a marca esta lá, em cada um deles, as necessidades e os desejos negados subindo os degraus, escapando do porão, fugindo do baú.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A natureza do impulso assusta e a ansiedade aumenta. Abrir ou não abrir, olhar ou não olhar? E então, vamos acender a luz?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bonança C.R.P 05-30190&lt;br /&gt;Psicólogo e Sexólogo&lt;br /&gt;Diplomado em Sexualidade Humana pela Universidade Diego Portales- Chile- Autor da Tese “A AIDS entre os homossexuais; A confissão da soropositividade ao interior da família”.&lt;br /&gt;Membro da SBRASH: Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana&lt;br /&gt;Membro da ABEIS: Associação Brasileira para o Estudo da Inadequação Sexual&lt;br /&gt;Consultório Rio de Janeiro, Copacabana Telefone: (21) 2236-3899, 9783-9766&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;www.paulobonanca.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:paulopsi2000@yahoo.com.br"&gt;paulopsi2000@yahoo.com.br&lt;/a&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-9191320030298062413?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/9191320030298062413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=9191320030298062413' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/9191320030298062413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/9191320030298062413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2008/12/dark-room-vamos-acender-luz.html' title='Dark-Room: Vamos acender a luz?'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMTfjOj64I/AAAAAAAAACg/XwTZhjLeB5k/s72-c/darkroom.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-2415197157136665754</id><published>2008-12-12T17:33:00.000-08:00</published><updated>2008-12-12T17:39:38.531-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='hiv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terceira idade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aids'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='soropositivo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bareback'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='penis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gay'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>A homossexualidade como uma construção da modernidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMRoHvov7I/AAAAAAAAACY/FCH753oBoD4/s1600-h/modernida1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279082569179643826" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 142px; CURSOR: hand; HEIGHT: 106px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMRoHvov7I/AAAAAAAAACY/FCH753oBoD4/s200/modernida1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A homossexualidade como uma construção da modernidade&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Autor: Paulo Bonanca Psicologo e Sexologo&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O caráter histórico das práticas sexuais, sua dimensão simbólica e seu caráter dialético, configuram elementos que nos permitem compreender a relação indivíduo/sociedade/sexualidade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até o final do século XVIII, o direito canônico, a lei civil e a pastoral cristã estabeleceram o lícito e o ilícito dos atos sexuais, colocando no núcleo do seu discurso a família e seu papel reprodutivo, objetivando deste modo a ordem e o controle social através da regulamentação das práticas sexuais. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com o inicio da modernidade e o avanço das ciências, o foco de atenção sexual deixou de ser o matrimonio e se concentrou nas sexualidades periféricas, ou seja: a sexualidade dos loucos, das crianças, dos criminosos e no prazer homoerótico. As sexualidades ditas periféricas não surgiram na modernidade: sempre estiveram presentes durante épocas anteriores, porém a diferença é que agora elas passam a ter uma visibilidade e são apresentadas como entidades específicas que devem ser estudadas, avaliadas e controladas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Através deste processo ocorreu a implementação das perversões pela ciência, que se encarrega de controlar, classificar e inseri-la dentro de uma realidade permanente e analítica. Estas novas classificações e especificações criaram uma nova identidade, um novo tipo de indivíduo: o "sujeito homossexual", diferente dos outros sujeitos da sociedade por estar fora da norma dominante. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esta construção moderna da homossexualidade como uma identidade, impossibilitou uma visão total do indivíduo, que passou a ser fragmentado com sua sexualidade predominando seus atos. O sodomita de épocas anteriores era um relapso, o homossexual do início da modernidade é uma espécie.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; Atualmente, as ciências e a sociedade civil organizada deram grandes passos no sentido de desmistificar o prazer homoerótico e o preconceito social que o acompanha. Mas o caminho é longo e difícil, pois a tolerância alcançada através de árduo trabalho não é a falta do preconceito, mas sim, o preconceito congelado, escondido, à espera de uma oportunidade para surgir e estabelecer suas normas e pautas de controle e normalidade sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bonança C.R.P 05-30190&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Psicólogo e Sexólogo &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diplomado em Sexualidade Humana pela Universidade Diego Portales- Chile- Autor da Tese “A AIDS entre os homossexuais; A confissão da soropositividade ao interior da família”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Membro da SBRASH: Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Membro da ABEIS: Associação Brasileira para o Estudo da Inadequação Sexual &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Consultório Rio de Janeiro, Copacabana Telefone: (21) 2236-3899, 9783-9766 &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;www.paulobonanca.com&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;a href="mailto:paulopsi2000@yahoo.com.br"&gt;paulopsi2000@yahoo.com.br&lt;/a&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-2415197157136665754?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/2415197157136665754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=2415197157136665754' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/2415197157136665754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/2415197157136665754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2008/12/homossexualidade-como-uma-construo-da.html' title='A homossexualidade como uma construção da modernidade'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMRoHvov7I/AAAAAAAAACY/FCH753oBoD4/s72-c/modernida1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-6353937945959684965</id><published>2008-12-12T17:26:00.000-08:00</published><updated>2009-06-07T10:21:45.707-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aids'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='soropositivo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='prevencao'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexo anal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gay'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='hiv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='familia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>A AIDS não tem cara</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMP2QnrOoI/AAAAAAAAACQ/JUbnFnU7AEo/s1600-h/hiv2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279080613057084034" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 146px; CURSOR: hand; HEIGHT: 131px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMP2QnrOoI/AAAAAAAAACQ/JUbnFnU7AEo/s200/hiv2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A AIDS não tem cara&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Autor: Paulo Bonanca Psicologo e Sexologo &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a sua identificação em 1984, o vírus causador da AIDS “Síndrome de Imunodeficiência Adquirida” vem sendo estudado e combatido com firmeza pela ciência. Na atualidade o portador do vírus HIV “Vírus da Imunodeficiência Humana”, encontra na terapia anti-retroviral um aliado, colocando o soropositivo “pessoa que vive com o vírus HIV” na situação de portador de uma enfermidade crônica tratável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, parte da população desinformada, acredita que a Aids mata mais do que qualquer outra doença, e de maneira vergonhosa, pois o soropositivo segundo eles seria uma "espécie", e tentam identificá-los por atributos corporais como: magreza tosse constante, pele amarelada, olhar fundo e melancólico, manchas na pele (Sarcoma de Kaposi), gânglios e caroços. Neste caso os atributos do indivíduo ficam submetidos à doença, de forma que tudo aquilo que ele possa ter e/ou representar para a sociedade é visto sob um olhar refratário, que impõe entre a sociedade e o soropositivo uma barreira, um sinal de diferenciação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este olhar refratário, alem de preconceituoso constitui uma dificuldade extra para a prevenção do HIV, pois para as pessoas desinformadas o aspecto físico seria um referencial seguro para a utilização ou não do preservativo em um encontro sexual. Corpos “sarados”, “rostos bonitos” não são barreiras para o HIV ou outras DST’S, ame com camisinha e coloque a prevenção em primeiro lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bonança C.R.P 05-30190&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Psicólogo e Sexólogo &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diplomado em Sexualidade Humana pela Universidade Diego Portales- Chile- &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Autor da Tese “A AIDS entre os homossexuais; A confissão da soropositividade ao interior da família”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Membro da SBRASH: Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Membro da ABEIS: Associação Brasileira para o Estudo da Inadequação Sexual&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Consultório: Rio de Janeiro, Copacabana Telefone: (21) 2236-3899, 9783-9766&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="mailto:paulopsi2000@yahoo.com.br"&gt;paulopsi2000@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-6353937945959684965?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/6353937945959684965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=6353937945959684965' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/6353937945959684965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/6353937945959684965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2008/12/aids-no-tem-cara.html' title='A AIDS não tem cara'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SUMP2QnrOoI/AAAAAAAAACQ/JUbnFnU7AEo/s72-c/hiv2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-6995967065778961380</id><published>2008-12-04T17:04:00.000-08:00</published><updated>2008-12-04T17:18:16.422-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='patriarcado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terceira idade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aids'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='prevencao'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexo anal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='preservativo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='penis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexualidade'/><title type='text'>Tamanho do pênis, Patriarcado e Sexualidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/STiBI8fAOAI/AAAAAAAAACI/yFIcZdznkFQ/s1600-h/kamasutra2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276108954139637762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 98px; CURSOR: hand; HEIGHT: 130px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/STiBI8fAOAI/AAAAAAAAACI/yFIcZdznkFQ/s200/kamasutra2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tamanho do pênis, Patriarcado e Sexualidade&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Autor: Paulo Bonanca Psicologo e Sexologo&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tamanho do pênis, Patriarcado e Sexualidade&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Imagine-se na seguinte situação. Num grupo de amigos alguém pergunta: Para você, tamanho é documento? Se disser não, corre o risco de passar a ser visto como “o caro do pinto pequeno”. (somente quem tem pequeno pensa assim).&lt;br /&gt;Dentro do imaginário social-sexual tamanho é documento sim, e de preferência grande e grosso, para que não paire nenhuma dúvida sobre a masculinidade.&lt;br /&gt;Nossa primeira referencia biológica vinculada ao sexo que pertencemos vem do ter ou não ter pênis, daí talvez venha o medo de se vincular o pênis pequeno ao feminino, ao clitóris, à vagina.&lt;br /&gt;Já na adolescência o tamanho do pênis surgir como referencial para afirmação de identidade, junto à quantidade de relações sexuais podem servir de mecanismo de defesa contra o medo de ser homossexual. As preocupações dos adolescentes são reflexos dos estereótipos machistas e repressivos ainda presentes em nossa sociedade patriarcal, e a equação é simples: pênis grande/ auto-estima alta, pênis pequeno/ auto-estima baixa.&lt;br /&gt;Mas adolescentes não são os únicos a se preocuparem com o tema. Basta visitar os chats de sexo na internet, (salas de bate-papo), a grande maioria se apresenta como “bem dotado”, algo absolutamente dispensável, já que o sexo é virtual. De novo voltamos ao imaginário social-sexual.&lt;br /&gt;Vivemos numa cultura “falocêntrica”, o Viagra é um bom exemplo disto, o sexo penetrativo. Em fim, voltemos a pergunta. Tamanho é documento? A resposta é: absolutamente não, não é documento. O tamanho do pênis não guarda relação com a capacidade de dar e receber prazer. Além disto, a experiência sexual com um outro deve involucrar todo o corpo, todos os sentidos. O maior órgão do corpo humano, a pele, responde eróticamente aos estímulos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Portanto, centrar-se no tamanho do pênis é desperdiçar a oportunidade de estar com um outro por inteiro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bonança, Psicólogo C.R.P 05- 30190.&lt;br /&gt;Diplomado em Sexualidade Humana pela Universidade Diego Portales- Chile-&lt;br /&gt;Autor da Tese “A AIDS entre os homossexuais; A confissão da soropositividade ao interior da família”.&lt;br /&gt;Membro da Sociedade Brasileira de estudos Sexualidade Humana SBRASH&lt;br /&gt;Consultório Copacabana: Telefone (21) 2236-3899 – 9783-9766&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:Paulopsi2000@yahoo.com.br"&gt;Paulopsi2000@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-6995967065778961380?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/6995967065778961380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=6995967065778961380' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/6995967065778961380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/6995967065778961380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2008/12/tamanho-do-pnis-patriarcado-e.html' title='Tamanho do pênis, Patriarcado e Sexualidade'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/STiBI8fAOAI/AAAAAAAAACI/yFIcZdznkFQ/s72-c/kamasutra2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-8627800991417446851</id><published>2008-12-03T17:15:00.000-08:00</published><updated>2008-12-03T17:24:52.089-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aids'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='prevencao'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gay'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='hiv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='preservativo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='familia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexualidade'/><title type='text'>Democracia, Sociedade Civil e HIV/AIDS: O coquetel dos anos 80</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/STcw3faf9fI/AAAAAAAAACA/LOwq1LtxV3M/s1600-h/menina.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275739218371409394" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 79px; CURSOR: hand; HEIGHT: 96px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/STcw3faf9fI/AAAAAAAAACA/LOwq1LtxV3M/s200/menina.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Democracia, Sociedade Civil e HIV/AIDS: O coquetel dos anos 80&lt;br /&gt;Autor: Paulo Bonanca Psicologo e Sexologo&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos movimentados anos 80 o Brasil iniciou um longo processo de reestruturação nacional. Ventos de liberdade sacudiram a poeira e iluminaram os porões, deixando espaço para o novo o moderno o andrógino.&lt;br /&gt;Retornados políticos, chegam com novas perspectivas acerca das necessidades sociais, buscam soluções mais amplas, a ideologia abre espaço para a pluralidade de pensamento, surge o conceito de sexualidades, de liberdade sexual e o país se abre a tônicas diversas.&lt;br /&gt;A oxigenação nacional potencializa e abre espaço ao ativismo, ao discurso dos excluídos, surgem as ONGs, o chamado terceiro Setor, ou seja, organizações representativas da sociedade civil, sua voz, sua orgânica, seu discurso. As Ongs surgem como representantes idôneos destas necessidades, colocando o poder político da reivindicação nas mãos dos atores sociais vinculados as causas: “se querem saber como somos, como sentimos, como amamos, como atuamos e quais são nossas reivindicações e necessidades perguntem diretamente a nós, pois podemos responder a vocês melhor que qualquer outro”.&lt;br /&gt;O fortalecimento das ONGs gays e Hiv-Aids nos anos 80, representou um novo espaço formal de poder dentro da sociedade, espaço de denúncia, reivindicação de direitos civis, cobrando dos governantes e da sociedade como um todo, respostas efetivas frente ao aumento das práticas de abusos e discriminações sofrida pelos homossexuais, que se viram imersos num discurso que os relacionavam diretamente como agentes de transmissão do HIV, gerando a falsa idéia de que os homossexuais constituíam o “grupo de risco”, grande barreira para a adesão ás práticas de prevenção em héteros ainda na atualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bonança C.R.P 05-30190&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Psicólogo e Sexólogo &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Diplomado em Sexualidade Humana pela Universidade Diego Portales- Chile- &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Autor da Tese “A AIDS entre os homossexuais; A confissão da soropositividade ao interior da família”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Membro da SBRASH (Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Consultório Rio de Janeiro, Copacabana Telefone: (21) 2236-3899, 9783-9766&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="mailto:paulopsi2000@yahoo.com.br"&gt;paulopsi2000@yahoo.com.br&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-8627800991417446851?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/8627800991417446851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=8627800991417446851' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/8627800991417446851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/8627800991417446851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2008/12/democracia-sociedade-civil-e-hivaids-o.html' title='Democracia, Sociedade Civil e HIV/AIDS: O coquetel dos anos 80'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/STcw3faf9fI/AAAAAAAAACA/LOwq1LtxV3M/s72-c/menina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-1037965831949352677</id><published>2008-11-28T17:38:00.000-08:00</published><updated>2008-11-28T17:49:47.963-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='preservativo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='hiv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aids'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='prevencao'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bareback'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexo anal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><title type='text'>Bareback: sexo anal sem preservativo</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/STCfhXof_6I/AAAAAAAAABw/v5TjjT1dP4A/s1600-h/aidsno1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5273890559279234978" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 90px; CURSOR: hand; HEIGHT: 112px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/STCfhXof_6I/AAAAAAAAABw/v5TjjT1dP4A/s200/aidsno1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Bareback: sexo anal sem preservativo &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Autor: Paulo Bonanca Psicologo e Sexologo&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um modo amplo podemos entender o bareback (tradução literal; montar a pelo) como a prática do sexo anal sem preservativo, seja ele praticado entre homossexuais, bissexuais ou heterossexuais. Consiste em uma prática sexual difundida principalmente nos Estados Unidos e Europa mas com simpatizantes também no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns aspectos importantes a serem observados sobre esta prática, segundo seus seguidores, seriam: a camisinha não foi idealizada para a realização do sexo anal, o preservativo priva os indivíduos de um “sexo real”, pois impediria o contato da pele do pênis com o ânus, a utilização do preservativo tira a intimidade da relação, impõe um distanciamento afetivo, que a camisinha deve ser utilizada por opção e não por imposição, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os indivíduos e grupos que incentivam o bareback como prática sexual alegam que devido aos avanços atuais relacionados ao tratamento anti HIV (terapia anti-retroviral) e ao acesso a ele, em caso de contágio sua qualidade de vida não sofreria qualquer tipo de impacto negativo, já que os medicamentos ao inibir a reprodução do vírus e potencializar o sistema imunológico, impediria o surgimento de enfermidades oportunistas (AIDS). Outro aspecto positivo alegado pelos praticantes do bareback é que a ansiedade e a angustia frente ao possível contágio pelo HIV desaparece uma vez que se sabem soropositivos, e uma vez soropositivo a utilização do preservativo passaria a ser descartada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Praticantes do bareback relatam que uma vez constatada a soropositividade (contágio), se sentiram mais livres na prática sexual, além de perceberem um aumento significativo tanto no prazer como na satisfação e na performance sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os grupos para a prática do bareback podem se configurar como mistos, (pessoas soropositivos e negativas), onde não se sabe quem vive com o vírus e quem não, ou por grupos de soropositivos. Membros dos grupos mistos relatam que a possibilidade de seu parceiro ser soropositivo aumenta a adrenalina da relação e que o contágio não seria relevante, vindo a ser em alguns casos um alivio, o fim da preocupação frente ao HIV e o fim do uso do preservativo nas relações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bareback se configura de algum modo como um fenômeno e prática sexual moderna, com impacto a vários níveis, tanto social como individual. Ainda se faz necessário investigações mais profundas para entender os processos que estariam operando em sua base, mas creio que alguns elementos já poderiam ser abordados. Abaixo alguns questionamentos pessoais sobre a prática do bareback no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø O bareback surge nos Estados Unidos e Europa, locais que concentram os indivíduos economicamente mais favorecidos do mundo, com possibilidade de financiar seu próprio tratamento, exames, consultas médicas e internações. Além de contar com os melhores seguros sociais do planeta. Podem os praticantes do bareback brasileiros contar com estas facilidades?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø O programa HIV/AIDS do Governo Brasileiro é reconhecido internacionalmente como um dos melhores do mundo, mas não está isento de problemas e dificuldades. Frente ao constante numero de novos casos registrados anualmente e ao baixo número de óbitos decorrentes do HIV, até quando a qualidade do programa poderá se manter e oferecer para toda a população soropositiva os anti-retrovirais, exames e consultas de modo funcional? E quanto às hospitalizações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø O preservativo não é barreira de proteção somente para o HIV. O bareback nega a existência das outras DST’S .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø Os anti-retrovirais sozinhos não representam, nem são responsáveis pela qualidade de vida do individuo soropositivo, outros aspectos psicossociais importantes operam nesta situação. Exemplo: sem adesão ao tratamento, dificilmente se obterá o distanciamento das enfermidades oportunistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø O soropositivo frente a relações sexuais de alto risco se coloca na possibilidade de re-contágio do HIV, o que dificulta em muito o tratamento e tem impacto negativo na qualidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø O que sabem os incentivadores e praticantes do bareback sobre os efeitos colaterais dos medicamentos a curto e largo prazo. A lipodistrofia, (acúmulo de gordura em determinadas partes do corpo), que pode ocorrer devido ao uso dos medicamentos, se configura como uma preocupação para eles?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocar-se frente a possibilidade de contagio do HIV através da prática do bareback traz consigo motivações psicológicas que podem ir do sadismo ao masoquismo. A idealização de uma relação sexual mais livre, com um maior contato íntimo e afetivo poderia estar encobrindo uma idealização suicida que começa com o contágio por um vírus e pode ter continuação na idéia de que o medicamento não permite a livre expressão do organismo, ou que os exames, as consultas médicas e a busca mensal de medicamentos tem impacto negativo no seu bem-estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apodere-se do seu corpo, ele único e te pertence. Informe-se , reflita, pense e decida o que você quer e deseja para a sua vida, é uma decisão exclusivamente sua, assim como as conseqüências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bonança C.R.P 05-30190Psicólogo e Sexólogo Diplomado em Sexualidade Humana pela Universidade Diego Portales- Chile- Autor da Tese “A AIDS entre os homossexuais; A confissão da soropositividade ao interior da família”.Membro da SBRASH (Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana) Rio de Janeiro, Copacabana (21) 2236-3899, 9783-9766www.paulobonanca.com paulopsi2000@yahoo.com.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-1037965831949352677?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/1037965831949352677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=1037965831949352677' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1037965831949352677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1037965831949352677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2008/11/bareback-sexo-anal-sem-preservativo.html' title='Bareback: sexo anal sem preservativo'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/STCfhXof_6I/AAAAAAAAABw/v5TjjT1dP4A/s72-c/aidsno1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-2681764065328321731</id><published>2008-11-27T17:35:00.000-08:00</published><updated>2008-12-12T17:25:36.580-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='familia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>Como falar de sexualidade com meu filho?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SS9LuaaCn5I/AAAAAAAAABg/ZU6anQKLfr8/s1600-h/crianca.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5273516949408751506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 106px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SS9LuaaCn5I/AAAAAAAAABg/ZU6anQKLfr8/s200/crianca.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como falar de sexualidade com meu filho?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Autor: Psicólogo e Sexólogo Paulo Bonanca&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das dificuldades freqüentemente relatadas pelos pais com respeito à educação e orientação de seus filhos esta relacionada com o tema da sexualidade. Que fazer frente às perguntas ou comportamentos dos filhos, o que dizer? O que não dizer? Como dizer? Isto é esperado ou normal para a idade do meu filho? Como conversar sobre o tema? Enfim, pais frente a muitas perguntas, muitas angustias e poucas ferramentas para enfrentar o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta de informação, ou a dificuldade de como transmiti-la na maioria dos casos, guarda relação com a própria forma em que os pais se enfrentaram ao tema da sexualidade como filhos. Nas famílias onde o tema da sexualidade foi um tabu ou trabalhado de maneira indireta, não entregou aos hoje pais uma experiência onde se apegar, uma referencia de conduta, uma pauta ou um roteiro mais ou menos conhecido a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sexualidade, como parte constitutiva de todos, está e estará presente em suas varias formas e representações nas mais diferentes áreas da experiência e existência humana, tais como, corporal, emocional, social, religiosa, moral, ética e nas relações que os filhos estabelecem com os pais, irmãos e outros membros da família e da sociedade em geral. A sexualidade humana é ampla e abarca muito mais que o genital ou biológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser pais, também é assumir que após a concepção, nossos filhos estão fadados ao crescimento, a curiosidade e a descobrirem o mundo e a sociedade em que vivem, nossa função frente a este processo é acompanhá-los, buscando e entregando as informações numa linguagem que a criança possa compreender, de acordo a sua idade e também de acordo ao seu grau de curiosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educar é instruir, é assumir os filhos por inteiro, completos, e a curiosidade sobre o tema da sexualidade são sadios e esperados, faz parte da expansão do mundo da criança, a necessidade de saber da criança é parte de seu desenvolvimento normal. Ao enfrentarmos o tema de modo natural, mesmo que isto implique dizer a criança que como pai este tema não é fácil, mais que vai fazer o melhor para responder a pergunta, se mantém os canais de comunicação abertos e desmistifica o tema da sexualidade como um tabu dentro da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pais podem trabalhar os temas partindo da própria curiosidade e interesse da criança. A chegada do irmãozinho, primos ou novos amiguinhos atraem a atenção deles e geralmente se convertem em perguntas, assim como, o nascimento de um animal de estimação ou a visita ao zoológico.&lt;br /&gt;Ao responder as perguntas se abre a porta ao dialogo e a criança se tranqüiliza, o que vai permitir dialogar sobre outros temas relacionados à sexualidade e a prevenção, permitindo no futuro a criança poder entender ate a diferença entre um carinho apropriado e um não apropriado, seja de um desconhecido ou não, a demais de poder se defender e informar aos pais sobre a situação. A porta aberta permite a fluidez da informação para ambos os lados, o que é fundamental para a família nos dias atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bonança C.R.P 05-30190 Psicólogo e Sexólogo &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Diplomado em Sexualidade Humana pela Universidade Diego Portales- Chile- &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Autor da Tese “A AIDS entre os homossexuais; A confissão da soropositividade ao interior da família”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Membro da SBRASH (Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Consultório Rio de Janeiro, Copacabana Telefone: (21) 2236-3899, 9783-9766&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;paulopsi2000@yahoo.com.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-2681764065328321731?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/2681764065328321731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=2681764065328321731' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/2681764065328321731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/2681764065328321731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2008/11/como-falar-de-sexualidade-com-meu-filho.html' title='Como falar de sexualidade com meu filho?'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SS9LuaaCn5I/AAAAAAAAABg/ZU6anQKLfr8/s72-c/crianca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-151926681885595972</id><published>2008-11-26T17:38:00.000-08:00</published><updated>2008-11-28T17:51:51.192-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='hiv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='familia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aids'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='soropositivo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>Família e HIV-AIDS, derrubando a discriminação</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SS36zVROyrI/AAAAAAAAABY/VSqtU7DHVJ4/s1600-h/maos.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5273146498510408370" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 119px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SS36zVROyrI/AAAAAAAAABY/VSqtU7DHVJ4/s200/maos.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Família e HIV-AIDS, derrubando a discriminação &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Autor: Paulo Bonanca Psicologo e Sexologo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Desde a sua identificação em 1984, o vírus causador da AIDS “Síndrome de Imunodeficiência Adquirida” vem sendo estudado e combatido com firmeza pela ciência. Na atualidade o portador do vírus HIV “Vírus da Imunodeficiência Humana”, encontra na terapia anti-retroviral um aliado, que se por um lado não consegue eliminar o vírus do organismo, coloca o soropositivo “pessoa que vive com o vírus HIV” na situação de portador de uma enfermidade crônica tratável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, mesmo com os avanços obtidos no tratamento e com os meios de contágios identificados, a sociedade continua a evitar o soropositivo como se o mero contato social fosse capaz de transmitir o vírus, o que infelizmente coloca a pessoa portadora do HIV frente a dois desafios: um seria manter o seu estado de saúde e por outro lado lutar contra o preconceito e a discriminação da sociedade que ainda confunde a evitação do vírus com a evitação do portador do vírus, como se pessoa e vírus fossem a mesma coisa, fundidos em um só estado de existência e identidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido ao choque que pode causar o diagnostico positivo para o HIV dentro da família, algumas pessoas escondem seu estado de saúde, na maioria dos casos por medo a uma reação negativa por parte dos familiares. Por outro lado o apoio da família afeta de maneira positiva a auto-estima, a autoconfiança e a auto-imagem do soropositivo e trás benefícios ao tratamento, fortalecendo o sujeito e o preparando para dar continuidade a sua vida, já que ser portador do HIV não é motivo para aposentadorias, trancamento de matriculas de estudo, abandono de atividades sociais, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aceitação do sujeito e a troca de informações dentro da família geram um apoio emocional que fomenta a adesão ao tratamento e diminui o nível de estresse, que tem influencia direta na ação do sistema nervoso central, que é responsável pela ativação das defesas do organismo e, sobretudo possibilitam a expressão de emoções e sentimentos que são comuns às pessoas de diagnóstico positivo para o HIV, tais como, a depressão, a culpa, a raiva a negação. A família surge então como um espaço de proteção e contenção, tanto físico como emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A família bem informada sabe que o vírus HIV não se transmite no contato social, ou seja, através de ações comuns do dia a dia. Se você convive com uma pessoa soropositiva, saiba que o vírus não se transmite através do uso de copos, talhares, pratos ou outros objetos que se utilizam para a alimentação. A utilização do mesmo vaso sanitário, chuveiros, bancos, cadeiras não coloca os familiares em contato com o vírus. Beijo, abraço, suor, lagrimas, tosse, espirro intercambio de roupa não se meios de contagio. A demais é fundamental que os familiares se informem sobre as características do HIV, do aceso gratuito aos exames e tratamento no sistema publico de saúde, assim como dos efeitos colaterais dos medicamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem um portador do HIV na sua família, ame-o, respeite-o, o que mudou nele foi a sorologia, um aspecto do seu sistema imunológico, não seu caráter, sua identidade ou sua forma de amar os seus familiares. Não deixe que o preconceito e a discriminação falem mais alto que o amor e a amizade, as doenças são parte da vida, assim como a alegria e a saúde, e lembre-se existe tanta dignidade na saúde como na doença. A doença não é a representante do lado escuro da vida, é um aspecto dela, nem mais nem menos que isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bonança C.R.P 05-30190&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Psicólogo e Sexólogo &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diplomado em Sexualidade Humana pela Universidade Diego Portales- Chile- Autor da Tese “A AIDS entre os homossexuais; A confissão da soropositividade ao interior da família”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Membro da SBRASH (Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana) &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Rio de Janeiro, Copacabana Telefone: (21) 2236-3899, 9783-9766 &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;paulopsi2000@yahoo.com.br&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-151926681885595972?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/151926681885595972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=151926681885595972' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/151926681885595972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/151926681885595972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2008/11/famlia-e-hiv-aids-derrubando.html' title='Família e HIV-AIDS, derrubando a discriminação'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SS36zVROyrI/AAAAAAAAABY/VSqtU7DHVJ4/s72-c/maos.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-1675101747031301370</id><published>2008-11-24T17:48:00.000-08:00</published><updated>2008-11-28T17:52:33.921-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terceira idade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>Sexualidade e Tabu na terceira idade</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SStb5eVF-UI/AAAAAAAAABI/AG7cE2-oXPY/s1600-h/KamaSutra.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272408831719504194" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SStb5eVF-UI/AAAAAAAAABI/AG7cE2-oXPY/s200/KamaSutra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sexualidade e Tabu na terceira idade &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Autor: Paulo Bonança Psicologo e Sexologo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sexualidade humana sempre tem sido e sempre será um vasto campo de possibilidades, dentro dele podemos definir a satisfação sexual entre três aspectos: o biológico o psicológico e o social, que se unem e se nutrem, em uma incansável busca de sensações, percepções, desejos, atos, idealizações, formalizações e controles. Em seu conjunto, o comportamento sexual é uma das expressões mais variadas e complexas do ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desejo como parte intrínseca do homem como gênero humano, não explicita suas motivações, nem filosofa sobre a configuração e eleição do seu objeto de prazer, é atemporal, vincula-se entre o passado e o futuro, se atualiza no presente, como motor e aditivo dos mecanismos da busca da satisfação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascemos como sujeitos sexuados e desfrutamos do sexo/sexualidade de maneira diferente de acordo com a etapa de nossa vida, mas infelizmente a sociedade como um todo, e as pessoas de modo individual, tendem a pensar que o sexo/sexualidade pertencem ao mundo dos jovens, relegando os indivíduos da terceira idade ao amor platônico ou a abstinência sexual. Este tipo de preconceito cumpre a função de freio à sexualidade, estabelece um tabu e ignora o fato de que podemos ser sexualmente ativos, dando e recebendo prazer durante toda nossa vida, de maneira diferenciada sim, mas não menos prazerosa. É fato que a maioria das pessoas apresenta uma diminuição das atividades sexuais, o que não significa um decaimento da capacidade de amar, de ter, dar e receber prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os atuais avanços da medicina, da qualidade e longevidade de vida, assim como a convicção acertada de que a sexualidade não esta vinculada ao número de primaveras vividas, coloca hoje os cidadãos da terceira idade (ou da melhor idade), na situação de sujeitos que desejam, que se permitem desejar e que são desejados. Pesquisas atuais indicam que qualquer indivíduo saudável pode ser sexualmente ativo independente da idade, e que a atividade sexual faz bem a saúde tanto física como mental, além de ter um impacto positivo na qualidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bonança C.R.P 05-30190&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Psicólogo e Sexólogo Diplomado em Sexualidade Humana pela Universidade Diego Portales- Chile- Autor da Tese “A AIDS entre os homossexuais; A confissão da soropositividade ao interior da família”.Membro da SBRASH (Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana) Rio de Janeiro, Copacabana &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Telefone: (21) 2236-3899, 9783-9766 &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;paulopsi2000@yahoo.com.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-1675101747031301370?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/1675101747031301370/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=1675101747031301370' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1675101747031301370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/1675101747031301370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2008/11/sexualidade-e-tabu-na-terceira-idade.html' title='Sexualidade e Tabu na terceira idade'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SStb5eVF-UI/AAAAAAAAABI/AG7cE2-oXPY/s72-c/KamaSutra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9150072998648729610.post-2331785396876827750</id><published>2008-11-24T17:06:00.000-08:00</published><updated>2008-11-28T17:53:17.784-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paulo bonanca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homossexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gay'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexologo'/><title type='text'>Poder, anormalidade e homossexualidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SStd-AkMvfI/AAAAAAAAABQ/B3q3A3o9pFI/s1600-h/gentecolorida.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272411108652400114" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 95px; CURSOR: hand; HEIGHT: 123px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SStd-AkMvfI/AAAAAAAAABQ/B3q3A3o9pFI/s200/gentecolorida.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Poder, anormalidade e homossexualidade&lt;br /&gt;Aportes de Kinsey e Foucault &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;autor: Paulo Bonança Psicologo e Sexologo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Este artigo, é uma homenagem a dois grandes guerreiros modernos, que a seu tempo e de seu modo contribuíram para a visão que temos hoje, sobre a sexualidade humana e a seus atuais seguidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos primeiros estudos modernos, sobre a homossexualidade como fenômeno socialmente significativo, que recebeu destaque nos meios acadêmicos foi o realizado pelo biólogo e sociólogo americano Kinsey, nos Estados Unidos entre 1948 e 1953. Em 1948, Kinsey publicou o primeiro relatório sobre o comportamento sexual dos homens, seguido pelo de mulheres em 1953. Os resultados das pesquisas descritos nos “Informes Kinsey”, trouxeram a luz pública dados considerados inimagináveis à sociedade americana puritana da época. Um deles foi a descoberta de que 92% dos homens e 68% das mulheres que participaram da investigação, afirmaram que se masturbavam ou que já tinham se masturbado, esta informação surpreendeu o mundo e os americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação ao objeto erótico afetivo da população masculina incluída no estudo, 50% relataram manter relações sexuais exclusivamente heterossexuais , 46% afirmaram ter tanto relações heterossexuais como homossexuais, 4% dos participantes afirmaram manter relações exclusivamente homossexuais, este último grupo foi definido por Kinsey como “homossexuais absolutamente homossexuais”.Obs: com relação a porcentagem de homossexuais, estudos atuais estimam que entre 5 a 10 % da população mundial seria composta por homossexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conclusões de Kinsey, apontaram que a homossexualidade seria uma variação natural da expressão sexual normal do ser humano, e que não estaria relacionada a aspectos psicopatológicos, além de que todas as pessoas seriam capazes de responder eroticamente a estímulos sexuais provenientes de pessoas do sexo oposto ou do seu mesmo sexo. Para alguns, Kinsey é considerado um sábio que demonstrou a hipocrisia reinante na época, e colocou os holofotes sobre o tema da repressão sexual. Para outros, ou seja, seus detratores (e eles ainda existem), ele seria um dos responsáveis pelo decaimento da moral e bons costumes reinantes na atualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a discussão científica e social acerca da normalidade ou anormalidade da sexualidade humana, outro detrator da repressão sexual, o filósofo Francês Michael Foucault afirma que a sexualidade humana, através da história, esteve sob a suposta ameaça de ser dominada por processos patológicos, o que teria levado as ciências e a religião a intervir, atuando tanto a nível de prevenção como de cura e normalização. Dentro deste processo a igreja católica, as ciências médicas e a sexologia definiram a homossexualidade como uma patologia, um desvio da conduta sexual normal, buscando deste modo mudá-la para a heterossexualidade dominante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foucault afirma, que o poder social estabeleceu e ainda estabelece os limites entre o normal e o patológico, o racional e o irracional ,assim como do sano e o insano, seria um poder normalizador, que exclui o que não se enquadra dentro dos parâmetros formais de normalidade. Este poder social/normalizador teria suas bases no complexo saber/poder, ou seja, um vínculo direto entre o saber e o poder, em uma relação que potencializa o saber na sua busca da normalidade, e que esta normalidade seria uma ferramenta de dominação. Segundo Foucault, devido a este poder normalizador/dominador podemos observar através do tempo como as pessoas foram (e continuam sendo) julgadas, classificadas, condenadas, obrigadas a viver de um certo modo e até a morrer por não desistir de suas convicções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalidade sexual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é fácil definir onde está localizado o limite entre a sexualidade humana normal e a anormal, já que estes conceitos estão mais relacionados a atitudes sociais do que a dados científicos. Alguns autores afirmam que os conhecimentos científicos que temos a respeito do tema ainda são inconcretos, e seria um erro tentar definir rigidamente a normalidade sexual. Com relação à saúde mental dos homossexuais, eles podem não ter nenhuma dificuldade psíquica e estar perfeitamente adaptados ao trabalho e a sociedade, ou por outro lado, apresentar uma ampla variedade de transtornos psíquicos exatamente igual aos heterossexuais. A perseguição e repressão da sociedade aos homossexuais, fariam uma parte da população deste grupo sofrer de distintos graus de neurose, mas estas não teriam relação com a orientação sexual, mas sim com a dificuldade que representa ser homossexual em nossa sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bonança C.R.P 05-30190Psicólogo e Sexólogo Diplomado em Sexualidade Humana pela Universidade Diego Portales- Chile- Autor da Tese “A AIDS entre os homossexuais; A confissão da soropositividade ao interior da família”.Membro da SBRASH (Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana) Rio de Janeiro, Copacabana Telefone: (21) 2236-3899, 9783-9766 &lt;a href="http://www.paulobonanca.com/"&gt;http://www.paulobonanca.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;paulopsi2000@yahoo.com.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9150072998648729610-2331785396876827750?l=paulobonanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulobonanca.blogspot.com/feeds/2331785396876827750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9150072998648729610&amp;postID=2331785396876827750' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/2331785396876827750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9150072998648729610/posts/default/2331785396876827750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulobonanca.blogspot.com/2008/11/poder-anormalidade-e-homossexualidade.html' title='Poder, anormalidade e homossexualidade'/><author><name>Paulo Bonança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11392459792807342343</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/TIAL94hD0EI/AAAAAAAAAGI/OiG9JO6ZK5E/S220/psi2menor.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_73Le361bMPc/SStd-AkMvfI/AAAAAAAAABQ/B3q3A3o9pFI/s72-c/gentecolorida.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
